Roteiro

Os melhores shows do Rio de Janeiro

Orquestra Imperia faz seu tradicional Baile dos Namorados, no Circo Voador, no sábado (13). Entre os convidados estão Luiz Melodia, Teresa Cristina e Clarice Falcão

Por: Pedro Moraes - Atualizado em

ORQUESTRA IMPERIAL
(Foto: Felipe Diniz)
  • Vencedora de seis Grammy Latinos, a cantora gospel comanda a gravação ao vivo do DVD Extraordinária Graça. Seu repertório inclui sucessos como Ressuscita-me e Vitória no Deserto.
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  • Dona de voz marcante, a irreverente cantora e compositora celebra 35 anos de carreira alternando sucessos com faixas do último trabalho, Feliz da Vida! (2013). Ao vivo, as mais recentes Opium e Capital do Amor, parceria com Jorge Vercillo, dividem espaço com, entre outras, Ne Me Quitte Pas e Amor, Meu Grande Amor, de Angela e Ana Terra, sucesso na voz de Cazuza.
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  • Perto de fazer 75 anos, no sábado (13), a cantora faz a festa ao lado de convidados como Alfredo Del Penho, José Tobias, Pedro Miranda, Moyseis Marques e a saxofonista Daniela Spielmann.
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  • Com carreira semeada na internet, o grupo apresenta o denso Atlas, seu segundo trabalho, de pegada mais experimental, melodias soturnas e arranjos orquestrados com coros e percussões. Teatro Ipanema. Rua Prudente de Morais, 824, Ipanema. Sexta (4), 20h30. R$ 30,00.
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  • De volta ao repertório de Frank Sinatra, a diva entoa standards do intérprete conhecido como “A Voz”. Com uma orquestra de dezoito músicos, clássicos como My Way e I’ve Got You Under My Skin dividem espaço com canções de Tom Jobim, também eternizadas pelo cantor americano. 12 anos. Teatro Serrador (350 lugares). Rua Senador Dantas, 13, Centro, ☎ 2220-5033, Metrô Cinelândia.  Sexta (1º) e sábado (2), 19h30. R$ 100,00. Bilheteria: 14h/22h (ter. a qui); a partir das 14h (sex. e sáb.). Até 30 de julho.
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  • Na turnê de lançamento do CD e DVD Me Leve sem Destino, o a banda surgida nos anos 80 desfila sucessos como Vento Ventania, Impossível e Janaína.
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  • Sucesso no Carnaval, o bloco ajustas os arranjos para comandar um arraiá ao som de Beatles. No programa, os xotes Girl e Michelle, além da quadrilha embalada por Eleanor Rigby.
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  • De volta ao primeiro endereço da casa, hoje na Lapa, com a mesma estrutura montada à beira-mar por pouco mais de dois meses, o evento resgata a história daquele verão de 1982 e celebra os 30 anos da gravação de Exagerado, marco da carreira-solo de Cazuza (1958-1990). A lona fica armada entre sexta (12) e domingo (14). No dia de estreia, a atração principal é a Banda Todos Envolvidos, formada por Liminha, Toni Platão, Dado Villa-Lobos, João Barone e Kassim. No sábado (13) tem show dos grupos Dônica, Suricato e Blitz. O encerramento, no domingo (14), com o Baile do Almeidinha de Hamilton de Holanda, traz os convidados BNegão e Roberta Sá. A programação é grátis, com senhas disponíveis a partir desta sexta (5) no www.vivoexagerado.com.br. Confira toda a programação
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  • Em show recheado de sucessos, o cantor apresenta versões próprias, como a de Lucy In The Sky With Diamonds, usada como tema de abertura da novela Império.
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  • Badalado por hits como More Than Words e Hole Hearted, o grupo americano volta ao Brasil após mais de duas décadas. A banda é formada por Gary Cherone (voz), Nuno Bettencourt (guitarra), Pat Badger (baixo) e Kevin Figueiredo (bateria).
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  • Em incursão por repertório próprio, registrado no CD que leva seu nome, o cantor interpreta, entre outras, A Nova Canção da Rosa e Chuva na Serra.
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  • Atração principal, os americanos do Groundation estão de volta depois de dez anos. Eles apresentam canções como Freedom Taking Over depois da abertura com os cariocas do Ponto de Equilíbrio.
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  • Aos 80 anos, o músico faz três shows na temporada de lançamento do CD Guitarreiro do Mundo. Na apresentação, ele revisita gêneros como o baião, o choro e o samba, sem abandonar as características da guitarrada paraense, com pitadas de cumbia, lambada e brega.
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  • Em homenagem a Vinicius de Moraes (1913-1980), o casal musical interpreta composições como Samba da Benção, Pela Luz dos Olhos Teus e Chega de Saudade.
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  • Formado em 2008 pelo cantor, arranjador, compositor e regente Augusto Ordine, o grupo Ordinarius (uma brincadeira com o sobrenome do seu criador) tem seis integrantes que partilham o mesmo instrumento: a voz. É basicamente a capela, com arranjos vocais eventualmente enriquecidos por violão, cavaquinho e percussões variadas, que a turma defende um repertório eclético, de pop internacional a bossa nova, passando por rock, choro e samba. Atualmente integrado, além de Ordine, por Maíra Martins, Luiza Sales, André Miranda — estes no grupo desde a sua criação —, Letícia Carvalho e Marcelo Saboya, o grupo apresenta Rio de Choro, seu segundo disco. Como o nome sugere, a empreitada tem como base um repertório calcado em compositores ligados ao chorinho. Estão lá Noel Rosa (Tipo Zero), Jacob do Bandolim (Santa Morena) e Pixinguinha (Rosa). Mas há também espaço para faixas como Vide Gal, de Carlinhos Brown, em arranjos originais. No palco, Ordine e Miranda tocam cavaquinho e violão em algumas canções, e o sexteto tem a companhia do percussionista Matheus Xavier.
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  • No falecido Ballroom, casa de espetáculos no Humaitá, a brincadeira começou em 2002. Distribuição de rosas e sorteio de beijo no ruivo (Rodrigo Amarante, um dos fundadores) eram algumas das atrações, além da música. Deu tão certo que, nos dois anos seguintes, o baile ocupou o Canecão. Desde 2005 no Circo Voador — exceto por 2009, quando aconteceu no clube Monte Líbano —, o baile dos namorados da Orquestra Imperial volta à Lapa no sábado (13). Os convidados da noite são nomes de peso: Luiz Melodia, Teresa Cristina e Clarice Falcão dividem o palco com integrantes do grupo, como as cantoras Nina Becker e Emanuelle Araújo, Moreno Veloso, Kassin e o tarimbado baterista Wilson das Neves. No repertório dessa gafieira moderna entram canções dos discos Carnaval Só Ano que Vem (2007) e Fazendo as Pazes com o Swing (2012), a exemplo de Supermercado do Amor e Enquanto a Gente Namora. Completam o programa outras promoções, como correio do amor, concurso do melhor beijo e sorteio de brindes para o casal.
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  • Clássicos como Only You, My Prayer e The Great Pretender não vão faltar na apresentação do histórico grupo vocal americano, em atividade há mais de seis décadas, com várias formações.
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  • Craque da gaita-ponto, instrumento similar ao acordeão, com botões no lugar das teclas, o músico gaúcho passeia por repertório inspirado no folclore de sua terra natal. Borghetti é acompanhado por Daniel Sá (violão), Pedrinho Figueiredo (sax e flauta) e Vitor Peixoto (teclado).
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  • No espetáculo Eu Sou Feito de Amor, o cantor fluminense apresenta clássicos da MPB, como Atrás da Porta, e do pop internacional, a exemplo de Spending My Time.
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  • Artista prestigiado em seu país, o compositor e instrumentista Rodrigo Leão se apresenta na Cidade das Artes, na sexta (12), como atração do festival Portugal no Rio. Fundador do conhecido grupo Madredeus, do qual se afastou em 1994, Leão, diante de teclados e sintetizadores, desenvolveu na carreira-solo um repertório repleto de climas, com vocação para trilha sonora — não à toa, ele assina a música de filmes como O Mordomo da Casa Branca (2013). No Rio, faz um apanhado da sua trajetória ao lado de Celina da Piedade (acordeão), Viviena Tupikova, Denys Stetsenko (violinos), Bruno Silva (viola de arco) e Carlos Gomes (violoncelo), além da cantora moçambicana Selma Uamusse. No programa, temas recentes, a exemplo de Florestas Submersas, e Guitarra, dos tempos de Madredeus. Livre.
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  • Projeto que há doze anos aproxima, em encontros memoráveis, a música popular e a sonoridade sinfônica, a série ganha edição em homenagem aos 450 anos do Rio. A costura do roteiro eclético, um passeio pela história da cidade através da música, leva ao Theatro Municipal, no sábado (13), um time de primeira linha. Foram convocados o pianista Wagner Tiso, o cantor e violonista Jards Macalé, o cantor Moyseis Marques, os percussionistas Robertinho Silva e Marcos Suzano, o maestro Carlos Prazeres, à frente da Orquestra Petrobras Sinfônica, e um sexteto de tarimbados instrumentistas. Tiso, orquestra e o conjunto abrem os trabalhos lembrando Tom Jobim no pot-pourri que enfileira Samba do Avião, Garota de Ipanema e Samba de Uma Nota Só. Adiante, o programa visita o clássico samba-enredo Os Cinco Bailes da História do Rio (Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara e Mano Décio da Viola) e Expresso 2222 (Gilberto Gil), ambos na voz de Moyseis Marques. Também com banda e orquestra, Macalé defende as suas Rei de Janeiro (com Glauber Rocha) e Rio sem Tom, antes de interpretar, apenas com voz e violão, Desafinado (Tom Jobim e Newton Mendonça). Depois do momento intimista, todos rumam para o clímax, ao som de Mora na Filosofia (Monsueto e Arnaldo Passos), E Daí? (Miguel Gustavo), Acertei no Milhar (Wilson Baptista e Geraldo Pereira) e Mambo da Cantareira (Barbosa da Silva e Eloide Warton).
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  • Em sua primeira passagem pelo país, a cantora americana mostra repertório instigante, uma combinação de indie, rock e folk, centrado no mais recente CD, Are We There.
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  • Aos dezoito anos de estrada, o grupo de pagode romântico dá uma prévia do CD De Volta para o Amanhã, que batiza a nova turnê, e entrega aos fãs nostálgicos hits como Clichê, Sinais e a mais recente Assim Você Mata o Papai.
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  • Mamma Mia e outros hits do grupo sueco Abba estão no tributo prestado pelos cantores Mari Moraes, Patrícia Andrade, Diego Sena e Jheff Saints.
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  • De volta ao Rio, a cantora paulista agita a pista com o repertório suingado de Dancê, o vencedor do Grammy Latino de melhor disco pop em 2015. Com seu rap sofisticado, Tássia Reis abre a noite. Circo Voador. Arcos da Lapa, s/no, Lapa. Sexta (28), a partir das 22h. R$ 100,00.
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Fonte: VEJA RIO