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Orquestra Buena Vista Social Club e Omara Portuondo

Fenômeno do fim dos anos 90, projeto apresenta repertório irresistível nesta quinta (9)

Por: Rachel Sterman - Atualizado em

Francis Vernhet/divulgação
(Foto: Redação Veja rio)

O guitarrista Ry Cooder reuniu a turma, então dispersa e afastada dos palcos, e produziu o disco de 1997. Dois anos depois, o cineasta Wim Wenders registrou o encontro em documentário indicado ao Oscar. Fenômeno do fim dos anos 90 que levou a plateias do mundo inteiro artistas da música cubana das décadas de 40 e 50, o projeto Buena Vista Social Club perdeu estrelas como os cantores Compay Segundo (1907-2003) e Ibrahim Ferrer (1927-2005), além do pianista Rubén González (1919-2003). Seu repertório, no entanto, segue irresistível, defendido pela atual formação. São doze músicos, além da cantora Omara Portuondo, 82 anos. Remanescente do grupo original, a intérprete é incumbida ao vivo de clássicos como Chan Chan e Dos Gardenias. Ambos estão garantidos nesta nova visita ao Rio, ao lado de Candela e De Camino a La Vereda.

Vivo Rio (2?242 lugares). Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, ☎ 2272-2901. Quinta (9), 22h. R$ 100,00 (setor 3) a R$ 300,00 (camarote A). Bilheteria: 12h/21h (seg. a qua.); a partir das 12h (qui.). Estac. c/ manobr. (R$ 20,00). IR. www.vivorio.com.br.

Fonte: VEJA RIO