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Aida

Na celebração do bicentenário de nascimento de Giuseppe Verdi, a ópera trágica do compositor italiano ganha montagem grandiosa no Theatro Municipal

Por: Bruna Talarico - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação Veja rio)

No Egito antigo, duas mulheres amam o guerreiro Radamés: a princesa Amnéris e sua escrava etíope, Aída, que não hesita em acompanhar o alvo de sua paixão quando ele é sepultado vivo. Na celebração do bicentenário de nascimento de Giuseppe Verdi (1813-1901), a ópera trágica do compositor italiano, com quatro atos, ganha montagem grandiosa no Theatro Municipal. Estão previstas cinco apresentações, a partir de sábado (20). Nas quatro primeiras, o papel-título será defendido por Fiorenza Cedolins ? soprano italiana frequentadora de palcos de prestígio, como os do Scala de Milão, do nova-iorquino Metropolitan Opera House e do londrino Covent Garden. A diva reparte os trabalhos com mais de 250 artistas, entre solistas, coro, orquestra, bailarinos e figurantes. Isaac Karabtchevsky cuida da direção musical e da regência, enquanto Iacov Hillel assina direção cênica e iluminação. Outro nome de peso nos créditos, Helio Eichbauer recuperou belos elementos cênicos da última montagem de Aída encenada na casa, há 27 anos.

Theatro Municipal (2?237 lugares). Praça Floriano, s/nº, Centro, ☎ 2332-9191, ? Cinelândia. Sábado (20), 20h. R$ 25,00 (galeria) a R$ 504,00 (camarote e frisa). Bilheteria: 10h/18h (seg. a sex.); a partir das 10h (sáb.). Até 1º de maio. História: feita por encomenda, a ópera estreou no Cairo, em 1871, para celebrar a abertura do canal de Suez.

Fonte: VEJA RIO