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Histórico lado B

Em espetáculo de voz e violão, João Bosco lembra o início de carreira, quando dividiu um compacto com Tom Jobim

Por: Rachel Sterman - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação Veja rio)

Em 1972, a equipe do jornal O Pasquim teve mais uma boa ideia: criou a série Disco de Bolso, de compactos de vinil, com canções de um músico consagrado, de um lado, e de uma revelação, do outro. Sob a direção musical de Sérgio Ricardo, o lançamento inaugural, O Tom de Antonio Carlos Jobim e o Tal de João Bosco, trazia nada menos do que a primeira gravação de Águas de Março, interpretada por seu autor, Tom Jobim, no lado A, e, no lado B, Agnus Sei, registro de estreia dos iniciantes Aldir Blanc e João Bosco, defendida pelo se­gundo. Essa história e o muito que aconteceu desde então serão lembrados através de causos e canções na apresentação que João Bosco faz no Espaço Tom Jobim, no encerramento da série Sete Brasil Apresenta. Acompanhado apenas por seu violão, o músico reúne, no repertório, além de Agnus Sei, outras composições com Blanc, a exemplo de Bala com Bala e Coisa Feita. Clássicos de Tom Jobim, como Se Todos Fossem Iguais a Você e Água de Beber, também estão no programa. 12 anos.

Espaço Tom Jobim (420 lugares). Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico, ☎ 2274-7012. Quinta (24), 21h. R$ 50,00. Bilheteria: 14h/18h (ter. e qua.); a partir das 14h (qui.). IC.

Fonte: VEJA RIO