Música

Confira os melhores shows que vão rolar na cidade

Lista de atrações vai da classe de Carlos Malta & Pife Muderno chegando ao rock do ex-vocalista do Iron Maiden, Paul Di'Anno

Por: Rafael Cavalieri - Atualizado em

Carlos Malta e Pife Muderno
Carlos Malta e Pife Muderno: novo show (Foto: Mariza Formaggini)
  • Líder do bloco Bangalafumenga, o cantor e compositor é a segunda atração do projeto Encontros com o Compositor Carioca. Caminho das Águas, sucesso na voz de Maria Rita, está garantida no repertório.
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  • Em sua nova turnê, batizada de A Caixa, o galã sertanejo atualiza sucessos como Cê Topa, Chuva de Arroz e Escreve Aí. Atenção: há poucos ingressos disponíveis. 15 anos. Metropolitan (8 432 lugares). Avenida Ayrton Senna, 3000 (Shopping Via Parque), Barra. Informações, ☎ 0300 7896846 (9h/21h). Sexta (22), 22h30. R$ 140,00 (pista, 3º lote). Bilheteria: 12h/20h (seg. a qui.); a partir das 12h (sex.). Estac. (R$ 9,00). TF.
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  • Ao lado de Ronald Valle (violão), Rafael Camanho (guitarra), Marcelão de Sá (baixo) e Marias Zibecchi (percussão), o mineiro apresenta canções de Meu Coração Não Para de Me Bater, seu terceiro CD.
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  • Apaixonado pelo Rio e parceiro de compositores como Antônio Villeroy, o americano é a primeira atração do projeto Cantautores. No show, vai relembrar canções próprias, a exemplo de Don’t Know Why, megahit que ganhou o mundo na voz doce de Norah Jones. Detalhe: a curadoria do evento é de Villeroy.
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  • O bloco que presta reverência aos Novos Baianos é a grande atração da festa Bacaníssima. Na apresentação, clássicos como Preta Pretinha e O Samba da Minha Terra ganham versões animadas pela pesada bateria. A noite terá ainda a participação do bloco Brasília Amarela, uma homenagem aos Mamonas Assassinas.
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  • Formado pelo casal Marcelo Camelo e Mallu Magalhães junto com o baterista português Fred Ferreira, o projeto volta ao palco do Circo para cantar sucessos como Hey Nana, Mais Ninguém e Dia Clarear. Composições do Los Hermanos e de Mallu também entram no set list.
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  • O jeitão de João Gordo inglês não é mera coincidência. Vocalista dos dois primeiros discos do Iron Maiden, Paul Di’Anno deixou a banda de maneira nada amistosa em 1981. Desde então, entrou e saiu de projetos diversos — num deles, o Rockfellas, no Brasil, uniu-o ao baterista Jean Dollabela (Sepultura), ao guitarrista Marcão (Charlie Brown Jr.) e ao baixista Canisso (Raimundos). Em comum, as aventuras duraram pouco e terminaram em meio a alguma confusão. Fanfarrão por natureza e beberrão assumido, o cantor volta ao Circo Voador, no domingo (5), para reproduzir na íntegra Iron Maiden, o disco de estreia de seu antigo grupo. Para a alegria dos fãs, o álbum traz faixas clássicas como Running Free e Prowler. Entusiasta do punk rock, Di’Anno também costuma defender canções do Ramones e do Sex Pistols na hora do bis. Antes dele, no começo da noite e no mesmo clima, sobem ao palco os paulistanos do Project46 e a banda americana de death metal Obituary.
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  • Moacyr e Nazareth puseram sete filhos no mundo. Apaixonados por música, nem nos mais felizes sonhos poderiam imaginar que todos seguiriam carreira artística. Primeiro vieram os Golden Boys, formados por Roberto, Ronaldo e Renato. Depois surgiu o Trio Esperança, de Regina, Mario e Evinha — mais tarde substituída por Marizinha. Os anos se passaram, muitos discos foram gravados e vendidos, Evinha venceu o Festival Internacional da Canção e se mudou para a França, no que foi seguida pelas irmãs Regina e Marizinha. Desde 2010, ao menos uma vez por ano, todos se reúnem no Teatro Rival para o show Gol­dhe­ran­ça. No repertório, passeiam por variados momentos de outrora relembrando clássicos como Cantiga para Luciana e Cabeção. O povo vibra.
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  • Um virtuose, o carioca Malta tem notória intimidade com as famílias do sax (toca os instrumentos barítono, tenor, alto e soprano) e da flauta (soprano, alto em sol, dó, baixo, piccolo...). À segunda lista, acrescentou um típico flautim de bambu, cercou-se de colegas talentosos e montou o bem-sucedido projeto musical que já dura vinte anos. O aniversário redondo inspirou a produção do CD duplo Ao Vivo na China, que ganha lançamento em duas noites no Espaço Sesc Copacabana. No Rio, o músico reencontra os integrantes do Pife Muderno que o acompanharam no Teatro da Cidade Proibida, em Pequim, há três anos: Andrea Ernest Dias (pifes, bansuri e flautas), Oscar Bolão (percussão), Marcos Suzano, Bernardo Aguiar (pandeiros) e Durval Pereira (zabumba). O peso da percussão e os devaneios dos solos nos sopros — às vezes os papéis se invertem de maneira surpreendente — resultam em um espetáculo empolgante, embalado por clássicos revisitados, a exemplo de Pipoca Moderna (Caetano Veloso), Asa Branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), O Canto da Ema (João do Vale) e Ponteio (Edu Lobo).
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  • Vencedor da segunda edição do programa The Voice Brasil, o cantor esmiúça o conteúdo de seu novo álbum, ID, mais autoral.
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  • O cantor é a primeira atração e também o curador do projeto Encontros com o Compositor Carioca. Ao vivo, ele une inéditas a sambas já conhecidos como Novo Amor e Maria do Socorro.
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Fonte: VEJA RIO