MÚSICA

Confira a agenda de shows desta semana

Festival de Blues no Vivo Rio reúne Ben Harper e o gaitista Charlie Musselwhite, no domingo (20)

Por: Pedro Moraes - Atualizado em

Ben Harper: o americano fará uma parceria com Seu Jorge na megafesta
Ben Harper: o americano fará uma parceria com Seu Jorge na megafesta (Foto: Divulgação)
  • Clássicos do rock, como A Horse With No Name e You Can Do Magic, compõem o repertório do show da banda britânica formada na década de 1970. Gerry Beckley e Dewey Bunnell sobem ao palco.
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  • Em meio aos festejos dos quinze anos do Carioca da Gema, o conhecido reduto de música na Lapa investe em um posto avançado. Em São Conrado, Ana Costa e Moyseis Marques defendem clássicos do samba acompanhados pelo grupo encabeçado por Paulão 7 Cordas.
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  • Em São Paulo a programação é maior, mas a nata da turma reunida por lá faz uma escala carioca no domingo (21), no Vivo Rio. Nessa versão concentrada do Samsung Blues Festival, a abertura fica aos cuidados de Flávio Guimarães. O gaitista carioca sobe ao palco à frente de um quarteto formado por Otávio Rocha (guitarra, seu parceiro ao longo de trinta anos na banda Blues Etílicos), Gil Eduardo (bateria) e Pedro Leão (baixo). No programa, temas próprios, a exemplo de Mateus Vai ao Circo, dividem espaço com clássicos como It’s Too Late Brother, de Little Walter. Em seguida, a vez é de Charlie Musselwhite e banda. Também gaitista, o músico nascido no Mississippi, berço do blues, foi um dos grandes nomes do gênero surgidos nos anos 60. Seu repertório é surpresa: ele costuma defini-lo pouco antes de entrar em cena. Estrela da noite, Ben Harper encerra os trabalhos com projeto-solo acústico, no qual toca vários instrumentos, do violão ao ukulele. O público pode esperar por um reencontro entre Harper e Musselwhite. Os dois gravaram juntos o ótimo CD Get Up!, em 2013, e, no mesmo ano, protagonizaram um show empolgante no Rock in Rio. De volta, devem passear por canções como Burn One Down e Steal My Kisses.
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  • De volta ao repertório de Frank Sinatra, a diva entoa standards do intérprete conhecido como “A Voz”. Com uma orquestra de dezoito músicos, clássicos como My Way e I’ve Got You Under My Skin dividem espaço com canções de Tom Jobim, também eternizadas pelo cantor americano. 12 anos. Teatro Serrador (350 lugares). Rua Senador Dantas, 13, Centro, ☎ 2220-5033, Metrô Cinelândia.  Sexta (1º) e sábado (2), 19h30. R$ 100,00. Bilheteria: 14h/22h (ter. a qui); a partir das 14h (sex. e sáb.). Até 30 de julho.
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  • Em comemoração a seus vinte anos de carreira como diretor e ator, Gomlevsky parte para a carreira de cantor e compositor no show de lançamento do CD Eu Me Recuso a Abandonar Meu Romantismo, com doze composições próprias.
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  • Dois dos mais proeminentes nomes da música portuguesa contemporânea voltam à cidade — que visitam com frequência, aliás — para celebrar o Rio. No repertório estão Valsinha, de Chico Buarque, e composições do repertório dos próprios intérpretes, como Pica do 7, de Zambujo, e Meu Amor Marinheiro, de Carminho.
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  • O nome do projeto traz um acrônimo formado a partir das palavras Pará, Rio e Bahia. Trata-se de um encontro entre Pepeu Gomes, Marco André, Pedro Luís e Trio Manari, com repertório que passeia por samba, afoxé, guitarrada, carimbó, rock e choro.
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  • Outra estrela portuguesa a desembarcar na cidade nesta semana, Cuca mostra o repertório do novo CD, Riû, produzido por Nelson Motta. A fadista contemporânea mostra ao vivo músicas como Primavera em Lisboa, parceria de Motta e Ivan Lins.
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  • Show de lançamento do Sambabook da grande dama do samba. A cantora de 93 anos recebe convidados de surpresa no palco do Méier para interpretar clássicos como Acreditar e Sonho Meu.
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  • Atração do festival Veraneio, o jovem quinteto, que tem entre seus integrantes Tom Veloso, filho de Caetano, defende o repertório de Continuidade dos Parques, seu festejado álbum de estreia. O estilo do grupo condensa influências que vão do Clube da Esquina ao rock progressivo.
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  • De volta à ativa com seus dois principais integrantes, a banda paulista do cantor Nasi e do talentoso guitarrista Edgard Scandurra celebra os trinta anos do clássico disco Vivendo e Não Aprendendo, que será reproduzido do início ao fim no palco. Estão lá estouros dos anos 80, a exemplo de Dias de Luta e Envelheço na Cidade. A abertura fica a cargo do não menos emblemático Wander Wildner. Ex-líder dos Replicantes, o gaúcho lança o álbum Wanclub ao lado de seus Comancheros.
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  • O projeto de marketing e música já homenageou Elis Regina (2012), Tom Jobim (2013) e o samba (2014), em turnês que costumam incluir uma escala festiva, ao ar livre, na orla carioca. Novo tributo da série, o projeto Nivea Viva Tim Maia leva a baiana Ivete Sangalo e o rapper paulistano Criolo ao palco montado sobre a areia de Copacabana. No domingo (21), os dois vão reverenciar Tim Maia (1942-1998) através de 28 canções do seu repertório, em arranjos que inovam, mas respeitam as antológicas interpretações da Banda Vitória Régia. Em resumo, o povo na praia vai se esbaldar ao som de, entre outras, Não Quero Dinheiro, Chocolate e Réu Confesso. Os cantores ainda reeditam dois duetos clássicos: os de Um Dia de Domingo, originalmente gravado por Tim e Gal Costa, e Vale Tudo, que teve a participação de Sandra de Sá. Praia de Copacabana, em frente à Avenida Princesa Isabel. Domingo (21), 17h. Grátis.
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  • No Rio para lançar o CD de estreia, batizado com seu nome, a cantora curitibana de voz cristalina mostra ao vivo canções como Oyá e Deserto de Algodão, ambas de Dú Gomide.
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  • Já do alto de mais de duas décadas de carreira, a intérprete lançou seu primeiro disco-solo, Encarnado, no ano passado. Ela traz de volta ao Rio o repertório ousado de canções como Presente de Casamento e Canção pra Ninar Oxum.
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  • Em turnê com seu trabalho mais recente, Carbono, o músico pernambucano intercala todas as onze faixas do álbum com sucessos como Olho de Peixe e Na Pressão. A banda Vulgue Tostoi faz o show de abertura. Imperator — Centro Cultural João Nogueira (642 lugares). Rua Dias da Cruz, 170, Méier, ☎ 2596-1090 e 2597-3897. Sábado (6), 16h. R$ 80,00. Bilheteria: 13h/20h (ter. e qua.); 13h/21h30 (qui. e sex.); a partir das 10h (sáb.). IR. www.imperator.art.br.
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  • A dupla presta homenagem a Tom Jobim (1927-1994). Além de clássicos como Garota de Ipanema e Águas de Março, causos de Jobim são relembrados com bom humor.
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  • No ano passado, Martinho da Vila lançou Enredo, coletânea com os sambas que compôs para embalar multidões nos desfiles de Carnaval — e defendeu esse repertório em apresentações ao lado da banda Família Musical, com dois de seus filhos entre os integrantes. Seu novo projeto é um bocado mais solitário. Ele volta ao palco, na terça (6) e na quarta (7), sem nenhuma companhia além de instrumentos de percussão, a exemplo do cajón, que ele toca pela primeira vez em público, e da caixa de fósforos. Próxima atração do projeto Inusitado, na Cidade das Artes, com o espetáculo Poesia — Martinho Só, o músico vai exibir interpretações únicas, muitas a capela, para sucessos como Casa de Bamba e Madalena do Jucu. O programa reserva mais surpresas: o bamba já avisou que promete mostrar inéditas.
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  • O bloco formado por mulheres, famoso por dar uma leitura carnavalesca a clássicos de Chico Buarque, comemora dez anos no palco da Cinelândia.
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  • Criada em 2008, a orquestra pernambucana de sete músicos, mais um trio de metais da escola de frevo Grêmio Musical Henrique Dias, explora suas raízes na turnê Bomfim.
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  • Dois dos principais nomes do rock nacional apresentam seus shows completos na Lapa. Barone, Bi e Herbert mostram canções como Mensagem de Amor e O Beco. O Capital de Dinho Ouro Preto defende o recém-lançado álbum Viva a Revolução, como Tarde Demais.
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  • O ator Roberto Bomtempo encarna Raul Seixas e solta a voz em clássicos como Cow­boy Fora da Lei e Maluco Beleza.
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  • Canto de Nanã, Acalanto e Noite de Temporal são alguns dos clássicos de Dorival Caymmi lembrados pela orquestra (ou melhor, Orkestra) Rumpilezz, conduzida pelo maestro e craque dos sopros baiano Letieres Leite.
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  • Em clima de roda, o grupo Samba da Arruda recebe Dudu Nobre e apresenta a cantora Saolli.
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  • Na celebração de trinta anos de carreira, o grupo de rock trovejante comandado por Andreas Kisser apresenta sucessos de carreira no Rio antes de seguir para turnê nos Estados Unidos.
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  • Com repertório criado a partir do CD Vira–Lata na Via Lactea, o eterno tropicalista apresenta canções como A Quantas Anda Você? e Retrato na Praça da Sé.
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  • Em atmosfera festiva, a cantora faz uma ode à bossa nova ao lado de Roberto Menescal, Carlos Lyra e Os Cariocas.
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  • Sob a direção de João Falcão, o intérprete e pianista pernambucano mostra no Rio o suave repertório do disco Canção e Silêncio.
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Fonte: VEJA RIO