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A Cor do Som

Sucesso nos anos 70, grupo volta aos palcos com letras leves em arranjos esmerados

Por: Rachel Sterman - Atualizado em

Divulgação
(Foto: Redação Veja rio)

Entre o fim dos anos 70 e meados da década seguinte, o grupo colecionou êxitos como o estouro de vendas do disco Transe Total, uma participação no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, e históricas apresentações para até 60?000 pessoas (marca atingida no paulista Parque Ibirapuera em 1979). Depois da separação, o quinteto voltou a se reunir em torno de projetos esporádicos ? um CD em 1996, um DVD em 2005. Mais recentemente, amadureceu a ideia do lançamento de um disco, já em fase de finalização. Algumas das faixas inéditas serão testadas ao vivo, ao lado de hits da antiga como Zanzibar, Beleza Pura e Menino Deus, na sexta (3) e no sábado (4), no Teatro Rival. Mú Carvalho (teclados), Dadi Carvalho (baixo e guitarra), Gustavo Schroeter (bateria), Armandinho (guitarra) e Ary Dias (percussão) são instrumentistas respeitados ? já acompanharam pencas de estrelas da MPB e têm interessantes trabalhos próprios. Juntos, embalam as letras risonhas e francas do repertório com arranjos esmerados que costuram jazz, rock, choro e o que mais vier. De volta ao palco, podem agradar tanto a quem anda atrás de uma sessão nostalgia quanto aos que apreciam boa música brasileira, na linhagem direta de Gil, Caetano e Novos Baianos. 16 anos.

Teatro Rival Petrobras (458 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, ☎ 2240-4469, ? Cinelândia. Sexta (3) e sábado (4), 19h30. R$ 80,00. Bilheteria: 15h/21h (seg. a qui.); a partir das 15h (sex. e sáb.). IC. www.rivalpetrobras.com.br.

Fonte: VEJA RIO