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A mostra de Emmanuel Nassar e o show da banda Lafayette e os Tremendões

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EXPOSIÇÃO

Divulgação
(Foto: Redação Veja rio)

Emmanuel Nassar. Cartão-postal de Belém, o mercado do Ver-o-Peso atrai visitantes com o colorido de seus produtos e a lógica insuspeita que se revela em meio à confusão de barcos e barracas. Nascido no Pará, o artista de 63 anos e mais de três décadas de carreira transporta um bocado dos encantos de sua terra natal para as 55 obras de Este Norte, em cartaz no Centro de Arte Hélio Oiticica. No acervo há fotos, desenhos, bandeiras de tecido e pinturas sobre suportes variados ? às vezes vários desses elementos em um mesmo trabalho, caso de Popcopiado (2012), reunião de chapa metálica, fotografia e tinta sobre madeira. Composição de imagens, FotoGambiarra, de 2011, escancara em 3,20 metros quadrados algumas aplicações práticas daquele jeitinho que move o país. Fonte de inspiração, o universo popular une-se à história da arte nas criações de Nassar. Essa fusão calculada levou à criação de imagens instigantes como Mãodrian (1995), homenagem ao pintor holandês Piet Mondrian (1872-1944). Saiba mais na coluna Exposições.

SHOW

Daniela Conti/Ag. O Dia
(Foto: Redação Veja rio)

Lafayette e os Tremendões. Assinatura musical da Jovem Guarda, o órgão Hammond de Lafayette Coelho Vargas Limp temperou vários sucessos de Roberto e Erasmo Carlos. Após os tempos de glória, quando também se tornou um campeão de vendas na carreira-solo, o tecladista andava longe dos holofotes, apresentando-se em um bar de Niterói. Em 2004, foi convidado por Gabriel Thomaz, do grupo de rock Autoramas, para tocar no seu casamento com a cantora Érika Martins, ex-líder da banda pop Penélope. A proposta era uma desculpa para se aproximar do ídolo, mas colou: o encontro de gerações resultou no projeto Lafayette e os Tremendões, que une a sonoridade única do veterano instrumentista a Érika (voz), Thomaz, Nervoso, Renato Martins (guitarras e voz), Melvin (baixo) e Cacá (bateria). No Studio RJ, na quarta (26), eles comandam o baile com deliciosas releituras, a exemplo de Esqueça, O Portão e Amigo. Bem a propósito, também entra no repertório uma formidável versão de Lafayette para o clássico Noite Feliz. Saiba mais na coluna Shows.

Fonte: VEJA RIO