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Depois de comemorar trinta anos do maravilhoso disco A Arte Negra de Wilson Moreira e Nei Lopes com apresentações superlotadas em 2010, o sambista voltou a se exibir com mais frequência

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(Foto: Redação Veja rio)

Wilson Moreira. Depois de comemorar trinta anos do maravilhoso disco A Arte Negra de Wilson Moreira e Nei Lopes com apresentações superlotadas em 2010, o sambista voltou a se exibir com mais frequência em shows-solo e inaugurou um centro cultural batizado com seu nome na Praça da Bandeira. Na próxima quinta (27), ele sobe ao palco da Sala Baden Powell para lançar Wilson Moreira + Baticum, que revela uma face menos conhecida do grande melodista. Jongo, lundus e pontos de candomblé de autoria própria integram as onze faixas do CD, que começou a ser produzido em 1988, sob a supervisão do japonês Katsunori Tanaka, uma figura importante na divulgação do ritmo que gravou na década de 70 bambas um tanto esquecidos por aqui. Retomado mais recentemente, o trabalho ganhou o reforço de um time dos sonhos da percussão: Beto Cazes, Carlos Negreiros, Jovi Joviniano e Marcos Suzano, que participam deste espetáculo ao lado do cavaquinista Henrique Cazes e da cantora Luiza Dionizio. Ao mirar as raízes afro-brasileiras, Moreira alcança um resultado surpreendentemente moderno. Em Mulata do Balaio, por exemplo, reedita a parceria com Lopes.

Fonte: VEJA RIO