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Em sua quarta edição, o festival de música instrumental que ocupa o Salão Nobre do Hotel Copacabana Palace entre quinta (20) e sábado (22) confirma a vocação de trazer atrações raras ao público carioca

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SHOW

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(Foto: Redação Veja rio)

COPA FEST. Em sua quarta edição, o festival de música instrumental que ocupa o Salão Nobre do Hotel Copacabana Palace entre quinta (20) e sábado (22) confirma a vocação de trazer atrações raras ao público carioca. Para a última e mais concorrida noite, está escalado o maestro e guitarrista carioca Arthur Verocai, que vivia em certo ostracismo até recentemente, quando foi descoberto por DJs americanos. Na mesma data, o percussionista Airto Moreira, radicado nos Estados Unidos, sobe ao palco com o grupo Eyedentity, que tem entre os integrantes sua filha, a ótima cantora e compositora Diana Booker. Na quinta (20), o pianista Gilson Peranzzetta e o saxofonista Mauro Senise recebem Edu Lobo, cuja obra será revisitada. No dia seguinte, duas autoridades do sambalanço comandam o baile: os paulistas do Clube do Balanço e o carioca Lincoln Olivetti.

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CONCERTO

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(Foto: Redação Veja rio)

ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA. Como tantos prodígios, a violoncelista russa Nina Kotova começou cedo: aos 11 anos, apresentou-se pela primeira vez como solista. Filha do lendário contrabaixista Ivan Kotov (1950-1985), ela deixou a União Soviética no fim dos anos 80 para estudar na Alemanha e, depois, nos Estados Unidos. Com dificuldades para pagar as contas, trabalhou como modelo durante dois anos. Passado esse período, retomou com força sua vocação e virou atração em casas do calibre do Wigmore Hall, em Londres, e do Carnegie Hall, em Nova York. Na sexta (21), ela se apresenta pela primeira vez com a OSB. Sobe ao palco do Theatro Municipal após o intervalo para tocar o célebre Concerto para Violoncelo, de Dvorák ? uma de suas especialidades. Antes, o conjunto, sob a regência do italiano Alberto Veronesi, executa obras de dois húngaros: Danças Folclóricas Romenas, de Béla Bartók, e Danças de Galanta, de Zoltán Kodály.

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Fonte: VEJA RIO