ROTEIRO DA SEMANA

VEJA RIO Recomenda

- Atualizado em

ESPECIAL

recomendaespecial.jpg
(Foto: Redação Veja rio)

CIRCO DA CHINA. Mágica, malabarismo, acrobacia, contorcionismo e exercícios de resistência. Tradicionais técnicas de picadeiro inspiram os números de perfeição inigualável da trupe fundada há seis décadas na cidade de Shenyang. Cinquenta artistas, o mais novo deles com 12 anos, interpretam os quinze quadros de Sky Mirage, espetáculo que traz o grupo para nova turnê pelo país, com sessões no Citibank Hall de quarta (17) a domingo (21). Um fiapo de trama, a história da busca da ave Phoenix pela felicidade, conduz a apresentação em dois atos. Há cenas de pura graça, concebidas pelo diretor e coreógrafo Zhang Shouhe, e outras vertiginosas, como a da roda-gigante ? acrobatas movimentam-se em uma grande estrutura parecida com o brinquedo de parques de diversão. Tudo no palco é feito para parecer fácil. Não é mesmo: durante a árdua preparação, os integrantes da companhia treinam por até dez anos, em regime de internato, antes de chegar ao elenco principal. O rico investimento de 5 milhões de dólares na produção aparece no esmero das 500 peças de figurino e dos jogos de luz usados em cena.

Mais informações na coluna Especial

TEATRO

recomendateatro.jpg
(Foto: Redação Veja rio)

TIM MAIA - VALE TUDO, O MUSICAL. ?Às vezes, fecho os olhos nos ensaios e visualizo o Tim.? Nelson Motta, autor da biografia Vale Tudo ? O Som e a Fúria de Tim Maia e do texto da montagem em cartaz no Teatro Carlos Gomes, não estava exagerando. No papel-título, Tiago Abravanel, com 23 anos e outros sete musicais no currículo, emula seu personagem através do timbre vocal, o que já é um feito, e dos trejeitos. Diz a que veio logo nos dois primeiros números, de um total de 25, entoando Vale Tudo e Do Leme ao Pontal. A peça dirigida por João Fonseca é dividida em módulos. Os onze atores se alternam em breves narrações que contextualizam cada bloco. Passam pelo palco a infância pobre na Tijuca, Os Sputniks e outros conjuntos formados na adolescência, o batismo artístico feito por Carlos Imperial e a trajetória de sucesso iniciada em 1970, com o estouro de Azul da Cor do Mar. A interpretação da canção por Abravanel é um dos momentos mais emocionantes da peça. Outros integrantes do elenco encarnam de forma fiel estrelas da MPB. Reiner Tenente, por exemplo, lembra Roberto Carlos na juventude e sai-se muito bem na interpretação de hits como Não Vou Ficar.

Mais informações na coluna Teatro

Fonte: VEJA RIO