DIVERSÃO

10 motivos para assistir ao novo espetáculo do Cirque du Soleil

Assistimos ao quarto espetáculo da trupe canadense a desembarcar no Rio e garantimos: vale à pena conferir. Saiba porque você deve assistir a Varekai, que inicia temporada nesta quinta (8)

Por: Louise Peres - Atualizado em

Uma floresta mágica, no interior de um vulcão, repleta de criaturas fantásticas e mistério. Esse mundo extraordinário está ali, na Marina da Glória, e até o dia 8 de janeiro você terá a chance de conhecê-lo de perto. Escrito e dirigido por Dominic Champagne, Varekai é o 14º espetáculo do Cirque du Soleil, e quarto show da trupe canadense a chegar ao Brasil. Lançado em 2002, ele conta a história de um menino solitário que cai neste universo longínquo e encantador chamado Varekai - na língua cigana, a palavra significa onde quer que seja. Ainda não tem certeza se vai assistir? VEJA Rio acompanhou uma apresentação do show e conta porque você também deve mergulhar nesta viagem.

1 - De encher os olhos

Varekai é um deleite visual. Já no número de abertura uma profusão de cores e luzes tomam conta do picadeiro. Ao longo de todo o show, predomina uma atmosfera clara, iluminada, vibrante - um contraste com Quidam, último espetáculo da trupe a aportar aqui, em que cores e formas sombrias dominavam o enredo. Em momentos pontuais de Varekai, a claridade dá lugar à escuridão - nela pipocam luzes de led e projeções. Em duas cenas, um enorme balão é trazido à cena por um dos personagens. Com um projetor interno, a grande bolha é preenchida por luzes e formas gráficas, e voa por cima do público. O efeito é surpreendente.

2 - O voo de Ícaro

Um dos números mais impressionantes do espetáculo, marca a chegada de Ícaro à floresta e seu encontro com as criaturas mágicas de Varekai. Preso a uma rede, o artista executa uma série de belas manobras aéreas usando técnicas de tecido acrobático. Dá vontade de voar junto!

3 - Nos ares

As maiores surpresas do show acontecem no ar. Acrobatas executam números surpreendentes, ora pendurados em trapézios ou pendurados por faixas, ora voando sobre a plateia. Fique atento ao número das faixas aéreas, em que dois acrobatas, suspensos por faixas nos pulsos, executam figuras e manobras sincronizadas.

4 - No solo

Um habilidoso malabarista, acrobatas absolutamente impecáveis e a balança russa são alguns dos números que ocorrem no chão - não menos impressionantes que os aéreos. O número de dança georgiana é contagiante, e os acrobatas lançados ao ar pelo balanço são de arrepiar.

5 - Um universo de cores e formas

Amarelos, azuis, vermelhos, verdes, violetas... As cores dominam a cena em Varekai. Os figurinos também são um grande acerto, desenhados de modo a dar movimento aos números e realçar as ações dos artistas. Os seres fantásticos da floresta ganharam tons fortes e texturas interessantes, com franjas, bolhas e adereços divertidos. O número Superfície Deslizante, em que criaturas coloridas patinam sobre um tecido azul e transformam o picadeiro em um cenário de sonho, encanta a criançada.

6 - Gargalhadas garantidas

Os números de clown também estão presentes no espetáculo. Um deles é estrelado por um mágico vigarista e sua ajudante gordinha e atrapalhada, que garantem um dos momentos mais hilariantes do show. Em outro esquete, um palhaço apresenta uma versão para Ne Me Quitte Pas que faria Edith Piaf se revirar no túmulo, mas divertidíssima.

7 - Fofuras chinesas

Três graciosas crianças acrobatas encantam a plateia no número Meteoros de Água. Os pequenos chinesinhos evoluem no picadeiro como gente grande, executando acrobacias de solo e manuseando cordas com bolas metálicas na ponta. Fique de olho neles!

8 - Cadê a coluna?

Não bastasse uma parada de mão tendo apenas três varas minúsculas como suporte, a contorcionista deixa o público de queixo caído com suas manobras elásticas. Ela praticamente dobra o corpo ao meio, em uma impressionante demonstração de equilíbrio e flexibilidade. Dá até para questionar se ela tem mesmo uma coluna vertebral. A menina é de borracha!

9 - O brasileiro

Natural de São Gonçalo, o dançarino Raphael Botelho passou a integrar a trupe do Cirque du Soleil no ano passado e ganhou um número solo em Varekai. Habilidoso, ele executa uma coreografia enérgica sobre muletas, em um bonito balé pelo picadeiro.

10 - A música

Sete instrumentistas e dois cantores executam ao vivo todas as músicas, completando a atmosfera mágica - em alguns momentos etérea, em outros eletrizante - do show. Enquanto os músicos se encontram parcialmente escondidos atrás dos tubos metálicos que compõem o cenário, o casal de cantores se integra aos demais artistas ao longo dos números.

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Fonte: VEJA RIO