COMER & BEBER

Melhor boteco: Chico & Alaíde

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Poucos balcões alcançaram tanto prestígio em tão pouco tempo quanto o comandado pelo cearense Francisco Chagas Gomes Filho e pela mineira Alaíde Costa. Convidada a armar um botequim em frente à tribuna social do Jockey Club na última edição do GP Brasil de turfe, a dupla causou frisson na plateia chique com sua caprichada seleção de salgadinhos. Eles se conheceram quando trabalhavam no Bracarense e saíram de lá há dois anos para abrir o próprio negócio. Cozinheira das boas, Alaíde afirma que sonha com as receitas que prepara e as anota em uma caderneta estrategicamente deixada ao lado da cama. Seu sono inspirador produz pequenas obras-primas na forma de bolinhos, como o baião de dois (R$ 4,90 a unidade), recheado de feijão-de-corda, arroz e queijo de coalho, o de abóbora com carne-seca (R$ 3,60) e o de polenta com carne moída (R$ 3,40). Essa série de clássicos locais, iniciada pelo bolinho de camarão e catupiry (R$ 3,60), já rendeu à casa o prêmio de melhor cozinha, em 2009. A lista é sempre engordada por novos petiscos, como o choquinho (R$ 7,60), de camarão e catupiry, envolto em batata palha. Dispostos na vitrine nos fundos do salão, os tira-gostos fazem de uma tarde no deque da varanda - por mais que esteja quase sempre lotado - um programa imperdível. O chope, da Brahma (R$ 4,90 a tulipa), é tirado segundo as orientações de Chico, um reconhecido mestre nessa arte desde os tempos do Bracarense.

Rua Dias Ferreira, 679, Leblon, ? 2512-0028 (80 lugares). 11h/0h (sex. e sáb. até 1h; dom. até 22h). Cc: todos. Cd: todos. www.chicoealaide.com.br. Aberto em 2009.

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Fonte: VEJA RIO