Volta ao mundo

Um giro por diferentes culturas culinárias

Uma seleção de catorze representantes cariocas da culinária típica de outros países 

Por: Fabio Codeço - Atualizado em

Amir
Combinado árabe: versões para até doze pessoas (Foto: Fernando Lemos)

Do alemão ao português, confira catorze casa caricoas que preparam autênticas recetias estrangeiras

  • Alemã

    Adega do Pimenta

    Rua Almirante Alexandrino, 296, Santa Teresa

    Tel: (21) 2224 7554

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    Alemão, mestre cervejeiro, Holf Pfeffer faleceu em 1992. Três anos depois, um antigo cliente e amigo assumiu o negócio fundado por ele. Além de manter vivo o ponto em Santa Teresa, William Guedes abriu no Centro a filial Herr Pfeffer e, com a ajuda dos três filhos, uma cervejaria em Itaipava. Especialidades alemãs dominam o cardápio. Atrás do inconfundível cercado de madeira da matriz, chegam às mesas receitas como o joelho de porco grelhado (R$ 69,90) e o kassler (carré defumado, R$ 65,00), escoltados por salada de batata ou chucrute, opções mais tradicionais, além de batatas cozidas com bacon ou lentilhas. Fartos, os pratos servem duas pessoas. Para petiscar, a seção de embutidos tem mix de salsichas, linguiças e salsichões (R$ 42,90, 200 gramas), com uma guarnição incluída. Em ocasiões especiais, a pedida é encomendar com antecedência o joelho do pimenta (R$ 52,00 o quilo), marinado em especiarias por 24 horas e regado com cervejas especiais a cada meia hora, antes de ir ao forno. No Centro, capitaneado pelo caçula Gustavo, o cardápio tem opções de almoço atraentes, duas torneiras de chope e uma atrativa carta de mais de 200 rótulos de cerveja.

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  • Portuguesa

    Adegão Português - Barra

    Avenida das Américas, 7777, Barra

    Tel: (21) 2431 2958 ou (21) 2438 1178

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    Porto seguro em São Cristóvão, oferece delícias da terrinha com serviço atencioso. Em 2016, o tradicional português com filial no Rio Design Barra ganhou um novo ponto, em Ipanema, no imóvel onde funcionou o D.R.I. Bolinhos de bacalhau (R$ 7,60 a unidade), pastéis de queijo da Serra da Estrela (R$ 14,00 a unidade) e porções de azeitonas portuguesas (R$ 29,00) estão entre os aperitivos, para começar. Além dos pratos de sucesso na rede, como o arroz de bacalhau com açafrão (R$ 178,90, duas pessoas), o chef Rafael Freitas desenvolveu receitas exclusivas para o ponto recém-chegado. O carro-chefe é o bacalhau do camponês, com lascas de bacalhau refogadas no alho em lâminas, cebolas em tiras, pimentão, linguiça, cenoura, orégano, páprica e batatas ao murro (R$ 199,90, para três pessoas). O saboroso arroz com costelinha (cozida com ossos), favas, chorizo e bacon (R$ 109,00, para dois) é outra aposta do cozinheiro, que pretende levar as novidades para as outras casas. Delícias típicas, a exemplo das natas do céu (R$ 22,00), com creme de leite fresco coberto de farofa de biscoito e ovos moles, encerram a visita.

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  • Árabe

    Amir

    Rua Ronald de Carvalho, 55, Copacabana

    Tel: (21) 2275 5596 ou (21) 2122 4488

    Veja Rio
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    São tempos bicudos, de custos operacionais nas alturas e movimento minguando em função da crise econômica. Nesse contexto, manter a qualidade sem repassar a conta ao freguês é um feito admirável, digno de prêmio: tradicional reduto de comida libanesa, há catorze anos na Praça do Lido, em Copacabana, o Amir (príncipe, em árabe) resiste. Suas receitas saborosas seguem o padrão de sempre, sem que os preços no cardápio assustem o visitante. Em mesas na calçada ou no salão enfeitado por narguilés e garrafas de bebida, faz-se uma bela refeição por menos de 90 reais (computados aí a entrada, um prato de custo médio, sobremesa, água e taxa de serviço). Essa soma levou, pela terceira vez, o restaurante ao título de endereço da cidade com a melhor relação entre qualidade e preço — repetindo as conquistas de 2004 e 2008. Para entrar no clima das arábias e provar de tudo um pouco, explore os combinados locais. Como no típico mezze (conjunto de acepipes postos à mesa para ser compartilhados), as sugestões trazem boa variedade de pratos que satisfazem de duas (R$ 98,00) a doze (R$ 890,00) pessoas. A propósito: as generosas porções, efetivamente, alimentam mais gente do que o cardápio sugere. O maior dos pedidos oferece um banquete com quase todo o cardápio. Reúne faláfel (bolinho de grão-de-bico, um dos melhores da cidade), quibes e esfihas em miniatura, pastas, cafta, charutinho de folha de uva, salada fatuche, quibe cru, arroz com lentilha, shawarma, linguiça e espetinhos de cordeiro, entre outras delícias. Na sobremesa, prove o delicioso ataife, um crepe recheado de nozes, ricota ou damasco, acompanhado de calda de rosas (R$ 18,00). Fundada como uma delicatessen pelo libanês Nicolas Habre e por sua mulher, a brasileira Ingrid, a loja ganhou cozinha três anos depois e conquistou a clientela — sem, até hoje, doer no bolso.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Portuguesa

    Antiquarius

    Rua Aristides Espínola, 19, Leblon

    Tel: (21) 2294 1049

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    O falecimento de Carlos Perico, proprietário e figura emblemática da gastronomia carioca, abalou profissionais e frequentadores da casa. O futuro de um dos endereços recordistas de prêmios no especial COMER & BEBER pode ser incerto, mas sua cozinha ainda é uma das melhores da cidade. Clássicos, como a tigelinha de bacalhau à moda do convento (R$ 48,00) e o camarão à zico (R$ 110,00), frito no azeite com pimentão e pimenta malagueta, continuam bastante solicitados. Entre os pratos principais, o bacalhau é a estrela. Um dos preparos mais requisitados é o bacalhau à gomes de sá (R$ 165,00): lâminas de peixe, acompanhadas de batata palha, batata sautée, azeitonas verdes e pretas e ovo cozido em lâminas, regados por azeite de oliva. Outra boa pedida é o picadinho à moda do Rio (R$ 105,00), com filé-­mignon picado na ponta da faca com alho, acompanhado de banana frita, ovo poché, farofa, feijão-preto e arroz branco. Há ainda sabores tradicionais de outros países, como a paella ibérica com cavaquinha, camarão, lagostins, mexilhão e polvo (R$ 180,00). Para encerrar, peça doces portugueses, como a siricaia (R$ 32,00).

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  • Japonesa

    Azumi

    Rua Ministro Viveiros de Castro, 127, Copacabana

    Tel: (21) 2541 4294 ou (21) 2295 1098

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    O ponto de fachada discreta, decoração simples e espaço apertado tem lugares no salão e diante do balcão. Como o cardápio é muito extenso, com sugestões em português e japonês, a orientação dos atendentes é sempre bem-vinda. Na casa, a campeã em sua especialidade no COMER & BEBER 2012, uma novidade mais recente foi a abertura do horário de almoço durante a semana. Autêntico, o misto de shimeji e nabo ralado ao molho ponzu (R$ 36,00) é um bom começo da ala fria. Das entradas quentes, aposte nos vôngoles cozidos no vapor de saquê (R$ 55,00). Mais comuns, os guiozas podem ser encontrados com recheio de camarão (R$ 50,00) ou porco com legumes (R$ 55,00). Sushis e sashimis ganham versões que fogem do trivial, dependendo da pesca do dia. O batera sushi (oito peças) é preparado com peixes marinados e prensados, como manda a tradição. De sabor forte e bem característico, o original leva cavalinha (R$ 80,00), mas também pode ser feito com salmão (R$ 110,00) ou enguia (R$ 160,00), mais suaves ao paladar. Da cozinha chegam sugestões mais consistentes, como zousui (R$ 70,00), um tipo de canja japonesa feita com legumes, frango e ovo, e o kamo nanban (R$ 75,00), ensopado com macarrão japonês, fatias de pato e cebolinha.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Árabe

    Cedro do Líbano

    Rua Senhor dos Passos, 231, centro

    Tel: (21) 2224 0163 ou (21) 2221 9763

    Sem avaliação

    É o mais antigo restaurante árabe em funcionamento na cidade. Fundado pelo libanês Narciso Mansur, no coração da região comercial da Saara, o ponto de ambiente simples era o destino preferido de imigrantes árabes e judeus no início do século XX. Nos anos 1950, foi comprado por um espanhol e um português e hoje é dirigido pela filha do primeiro, Licia Dominguez. Em meio a receitas de inspiração libanesa entram novidades pontuais, como o creme brûlé árabe (R$ 14,00), sobremesa feita com água de rosas, cardamomo e açúcar mascavo. A proprietária se orgulha de clientes conhecidos que fizeram a história do lugar, como o apresentador Chacrinha, que batia ponto por lá nos anos 1970. Dessa época, fazem sucesso até hoje a esfiha aberta de carne ou ricota (R$ 8,00 cada pedido), o generoso quibe frito (R$ 12,00) e o quibe de bandeja (R$ 20,00). O sistema “monte seu prato” reúne proteína, salada e acompanhamento quente. Uma sugestão acertada pode trazer quibe cru, repolho recheado e tabule (R$ 52,00 o prato; R$ 61,00, com sobremesa). Qualquer meia-porção equivale a 60% do valor e da quantidade da porção inteira, como no caso da pasta de grão-de-­bico (R$ 27,00, inteira; R$ 16,20, meia).

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  • Espanhóis

    Fim de Tarde

    Rua Miguel Couto, 105, Centro

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    Aberto como um bar de tapas, o endereço no Centro tornou-se restaurante a pedidos da clientela. Quem comanda a casa, inaugurada pelo galego Juan Alvarez Alonso (morto em 2014), é a segunda geração da família. Seguem firmes as croquetas de jamón ibérico (R$ 15,00, duas unidades), mas as tortilhas, antes servidas fatiadas, ganharam um capítulo à parte no menu. Cada uma vem à mesa com salada (mix de folhas, amêndoas, aipo, azeitonas, torradas e molho vinagrete), em sabores como escarola com pinoles (R$ 38,00) e batata com chorizo (R$ 46,00). Para petiscar, também há pantumacas (R$ 24,00, seis unidades), bruschettas à moda catalã, com cobertura de tomate ralado, e batatas bravas ao molho de páprica (R$ 29,00). A etapa principal traz receitas tradicionais, como a zarzuela de frutos do mar, espécie de caldeirada de camarão, lula, mexilhão, polvo e ovo poché (R$ 78,00), e a paella, que serve até três pessoas (R$ 168,00). Também fazem sucesso os preparos com carnes exóticas, como o coelho desossado com vinho tinto, batata sautée e pimentões vermelhos assados (R$ 76,00). Para adoçar, prove a torta marquise de chocolate, feita artesanalmente em Itaipava (R$ 24,00).

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Italiana

    Giuseppe

    Rua Sete de Setembro, 65, centro

    Tel: (21) 3575 7474

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    A casa foi a primeira empreitada do restaurateur Marcelo Torres, sócio da holding Best Fork, de negócios da alta gastronomia na cidade. No salão desponta uma fonte de Baco trazida da Itália, inspiração para provar um dos 200 rótulos de vinho nacionais e importados presentes na carta. Fazem parte do cardápio preparos como o carpaccio il classico, finas fatias de carne temperadas com azeite extravirgem, limão-siciliano, flor de sal e queijo grana padano italiano (R$ 29,00). Depois da entrada, o gnocchetti sorrento faz as honras. O prato é elaborado com molho de tomate, cubos de mussarela de búfala fresca e manjericão (R$ 54,00). Outra sugestão de massa é o spaghetti frutti di mare, com camarão, lula e polvo refogados, puxados no molho de tomate (R$ 78,00). A partir das 15h, pizzas entram em cena. A cobertura que leva o nome da casa reúne tomate, mussarela, funghi porcini, champignon, salsa, orégano e azeite extravirgem (R$ 54,00). Dois clássicos podem chegar na sobremesa: tiramisu (R$ 22,00) e romeu e julieta, esse em versão com sorvete de creme (R$ 26,00).

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Latinos

    Intihuasi

    Rua Barão do Flamengo, 35, Flamengo

    Tel: (21) 2225 7653

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    1 avaliação

    O nome na fachada vem do dialeto inca e significa “casa do sol”. Pioneiro representante de sua especialidade no Rio, o lugar é comandado pela chef e proprietária Margarita Sayana (formada pela escola Le Cordon Bleu de Lima, sua cidade natal). Para começar o percurso pela autêntica culinária peruana, experimente o anticucho (R$ 37,00, duas unidades), espetinhos com nacos de coração de boi grelhado à base de pimenta ají panca. É possível trocar a carne por peixe e frutos do mar. Dica mais recente, o ceviche de conchas (R$ 75,00) é preparado com vieiras do Pacífico marinadas em limão e pimentas peruanas, mais juliana de cebolas-roxas, batata-doce, milho-verde debulhado e grãos de canchita, milho gigante torrado do Vale Sagrado. Na etapa principal, o tacu tacu (R$ 63,00), prato tradicional da culinária criolla, faz parte da história do povo peruano. Trata-se de uma tortilha de arroz e feijão acompanhada de filé à milanesa, ovo estrelado e banana frita. Outra criação, a paella andina (R$ 59,00) é feita sem carne, com quinoa, açafrão, cogumelos, shiitake e legumes. Não vá embora sem provar o delicioso suspiro de limeña (R$ 11,00), sobremesa típica de doce de leite amendoado, regada por vinho do Porto e coberta de merengue.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Francesa

    L'Atelier du Cuisinier

    Rua Rodolfo Teófilo, 97, Campo Grande

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    Membro do comitê Bocuse D’Or (prestigiosa competição mundial de alta gastronomia), o chef francês David Jobert abriu o pequenino e charmoso restaurante há quatro anos e atende pessoalmente os comensais na hora do almoço. Com a inauguração de sua segunda casa (o Bistrot du Cuisinier, em Ipanema), o cozinheiro passou a chefiar os jantares na nova empreitada. No Centro, os pratos mudam a cada dia, com receitas de carne, ave e peixe a preço fixo (R$ 58,00), além de risotos (a R$ 42,00 ou R$ 49,00, com salada) como o de arroz-negro e camarões com bisque e lascas de alho. Alguns preparos são mais frequentes. É o caso da coxa de pato confit ao molho de amora, acompanhada de batata recheada de queijo ou mix de legumes. Também faz sucesso a versão de bife bourguignon do chef. A tábua com cinco variedades de queijo (R$ 21,00) pode abrir os trabalhos ou ser saboreada à moda francesa, antes da doçura final. No encerramento, as opções são a sobremesa do dia (R$ 19,00), um sabor de creme brûlé, por exemplo, ou o café gourmand (R$ 21,00), reunião de café e cinco doces em tamanho míni, como tarteletes e verrines. Vale a pena apostar na fórmula que combina entrada, prato principal (peixe, carne, ave ou risoto) e sobremesa por R$ 78,00.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Japonesa

    Mori Ohta Sushi

    Avenida das Américas, 4666, Barra da Tijuca

    Tel: (21) 3387 0780

    1 avaliação

    Com muitos admiradores em São Paulo, onde fica a matriz, a casa capricha no rodízio, rebatizado como festival mori (R$ 90,00 no almoço de segunda a sexta, até 18h; R$ 98,00 nos demais dias e horários). O confortável balcão permite acompanhar o trabalho dos sushimen. Em forma de degustação, chegam pedidos comuns, como rolinho primavera, missoshiru, guioza de porco e os usuais sushis e sashimis. Também há espaço para criações mais originais, a exemplo de ussuzukuri (fatias finas de peixes ou frutos do mar), sushi de atum com foie gras grelhado e koroke (croquete de kani com shimeji) e yakisakana (anchova grelhada). O preço inclui uma bola de sorvete para a sobremesa. Na seção à la carte sobressaem os pratos quentes. Há pedidas de teppanyaki de filé-­mignon (R$ 51,20), anchova (R$ 48,40), lulas com nirá (R$ 54,50) e camarão (R$ 75,40), entre outras, todas servidas com legumes, arroz japonês e molho teriyaki. Entre as porções, a mais concorrida é a de hot filadélfia (R$ 20,90, oito unidades). Para finalizar, o tempurá de chocolate  (R$ 17,90) não economiza na doçura, com bola de sorvete de chocolate frita, envolta em uma fina camada de bolo de chocolate, servida com calda de chocolate, granulado e chantili.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Asiática

    Mythai

    Rua Fernandes Guimarães, 82, Botafogo

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    Boa parte dos legumes, ervas e outros temperos usados nos pratos é cultivada na horta dos donos, o casal formado pela carioca Vitoria Taborda e pelo irlandês Michael Monahan. No endereço, escondido em uma rua residencial de Botafogo, os pedidos são feitos no balcão e levados à mesa pelo próprio cliente. Entre os pratos mais populares, o pad thai de camarão (R$ 36,95), uma típica receita tailandesa, traz macarrão de arroz servido com o crustáceo, mais broto de feijão e molho especial de tamarindo e peixe. Também tem seus fãs o curry verde de frango com leite de coco e vegetais (R$ 32,95). Sugestão para dividir, uma opção que sai em conta é o menu degustação (R$ 110,50). São três entradas - bolinho de camarão, trouxinha de porco e satay de frango (espetinho) - e três dicas de prato principal - pad thai de camarão, curry verde de frango e macarrão com amendoim e gergelim. Da ala doce, peça o brigadeiro de capim-limão (R$ 8,00).

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  • Espanhóis

    Shirley

    Rua Gustavo Sampaio, 610, Leme

    Tel: (21) 2275 1398

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    A cozinha mais tradicional do Leme esconde-se atrás de fachada discreta. Sua vocação é reconhecida logo na entrada, onde ficam pescados e crustá­ceos frescos, expostos em uma vitrine. No menu que quase não muda, as vieiras ao forno (R$ 15,80 a unidade) são mais recentes. Constantes no salão, as bandejas de mexilhões ao vinagrete (R$ 39,80) e a sardinha à escabeche (R$ 29,80) estão entre as preferidas da clientela, assim como o autêntico jamón serrano, presunto cru servido em porção de 100 gramas (R$ 58,80). Se a ideia for fugir da óbvia e deliciosa paella, instituição local, preparada em quatro versões (como a marinera, com frutos do mar, R$ 129,80, para duas pessoas), o bacalhau à espanhola (R$ 115,00) é anunciado como um prato individual, mas chega à mesa assado ao vinho branco em porção farta, com pimentões, cebolas e tomates. Outro clássico típico, este da ala doce, a creme catalana (R$ 12,80) é a pedida para a sobremesa.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Portuguesa

    Rancho Português

    Rua Maria Quitéria, 136, Ipanema

    Tel: (21) 2287 0335

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    O negócio que começou em São Paulo chegou ao Rio há dois anos. No cardápio, recheado de sugestões da terrinha, há quinze pratos de bacalhau. A carta de vinhos só exibe rótulos portugueses: são 210 à disposição. Dica para a entrada, as iscas de bacalhau empanadas em tamanho míni (R$ 76,00 a porção) dividem atenções com a salada do rancho (R$ 45,00), de folhas verdes, endívia, lascas de bacalhau, grão-­de-bico, batatas em cubo e salsa. Aos domingos, a chanfana de cordeiro (R$ 14,00), um guisado típico, alimenta bem duas pessoas. A sardinha portuguesa (R$ 129,00, seis unidades) é servida com batata cozida, pimentão verde assado e salsinha, além de salada à parte. A tradição continua nos doces: estão na lista a rabanada ao vinho do Porto (R$ 16,80) e o pastel de nata (R$ 7,50). O tinto Paulo Laureano Premium, da região de Alentejo (R$ 205,00, 1 500 mililitros), harmoniza bem com a maioria das sugestões do menu.

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Fonte: VEJA RIO