Salmão do Alasca

Espécie selvagem cai na rede dos chefs cariocas

Mais saboroso e menos gorduroso, o salmão do Alasca ganha receitas nestas três casas

Por: Fabio Codeço - Atualizado em

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(Foto: Divulgação)

Naga

Novidade na casa da Barra, o ussuzukuri, um carpaccio à moda japonesa, é servido por R$ 85,00. Feito com o pescado de vermelho intenso, menos gorduroso do que o salmão mais comum por aqui (que é criado em cativeiro no Chile), o prato tem disputado atenção com a merluza negra grelhada em missô (R$ 58,00), um hit local.  Avenida das Américas, 3900, 3º piso (VillageMall), Barra, 3252-2698.

 

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(Foto: Tomás Rangel)

Bazzar

Na receita criada pelo chef Claudio Freitas, o salmão selvagem chega cru, imerso em cajuína, acompanhado de caju e ovas. Para prová-lo é preciso pedir o menu fechado de primavera (R$ 156,00, cinco etapas), em que a dica abre a sequência de cinco pratos, a exemplo do avestruz grelhado com ovo de codorna, molho de jabuticaba e brotos de agrião. Rua Barão da Torre, 538, Ipanema, 3202-2884.

 

Em fatias de sashimi
(Foto: Rodrigo-Azevedo)

Sushi Leblon

No badalado japonês do Leblon, o peixe que vive livre nas águas do Alasca é servido de duas maneiras. Pode aparecer na forma de sushi, sobre bolinhos de arroz japonês (R$ 25,00 a dupla), ou em fatias de sashimi (R$ 35,00, cinco peças). A variedade mais comum do salmão serve de maté­ria-prima para um novo sushi, finalizado com quinoa crocante (R$ 23,00 a dupla). Rua Dias Ferreira, 256, Leblon, 2512-7830.

 

Fonte: VEJA RIO