novo point

Pedra do Telégrafo faz sucesso entre os cariocas

Localizado em Barra de Guaratiba, local virou moda devido à bela paisagem

Por: Thaís Meinicke - Atualizado em

Pedra do Telégrafo
Pedra dá ilusão de estar à beira de um abismo (Foto: Mariana Macedo)

Quem tem amigos que gostam de fazer programas ao ar livre já deve ter visto alguma foto de um deles pendurado em uma espécie de penhasco sobre as praias selvagens do Rio. Trata-se da Pedra do Telégrafo, o mais novo local queridinho entre os cariocas. Localizado em Barra de Guaratiba, o pico, que tem 354 metros de altitude, oferece uma vista extraordinária da Restinga da Marambaia e das praias de Grumari e Barra da Tijuca, até a Pedra da Gávea.

+ Praia do Perigoso é o novo point do Rio

Pedra do Telégrafo
Vista para as praias selvagens do Rio (Foto: Pedro Felipe)

A trilha até o topo leva em torno de 45 minutos e é considerada entre leve e moderada, mas recomenda-se que seja feita com o auxílio de guias. “Apesar de não ser uma trilha pesada, ela tem muitas bifurcações no caminho. Por isso é importante ir com alguém que já conheça o local”, explica Thiago Cotta, da 360 Sports, uma das empresas que promove o passeio até lá. O que aumentou a procura dos aventureiros pelo local foi justamente o ponto em que é possível criar uma ilusão de ótica, como se estivesse pendurado em um abismo. Ele fica em um dos mirantes ao longo da subida.

+ Dez praias paradisíacas no litoral fluminense

Pedra do Telégrafo
Pôr do sol no local é um dos mais bonitos do Rio (Foto: Bruno Santanna)

O guia recomenda que os aventureiros levem uma mochila e uma garra de 1,5 litro de água para a subida. A máquina fotográfica e o celular também não podem ficar de fora, para registrar o momento e a vista. “Eu que já fiz quase todas as trilhas da cidade, considero essa a que tem com o pôr e o nascer do sol mais lindos do Rio”, afirma Thiago.

Como fazer o passeio:

360 Sports – 96904-2600

Preço: R$ 50 por pessoa + R$ 20 da foto (tirada por um fotógrafo)

Marcar com até três dias de antecedência.

Fonte: VEJA RIO