comida, diversão e arte

Passeios que unem história e gastronomia no Centro do Rio

Uma lista com museus e centros culturais para visitar no Centro Histórico da cidade, aliados a bons restaurantes e bistrôs na região

Por: Redação VEJA RIO - Atualizado em

Museu Histórico Nacional
O Museu Histórico Nacional está entre as opções culturais da região (Foto: Redação Veja rio)

Não só para os turistas, mas também para os cariocas, um passeio pelo Centro Histórico do Rio é uma boa pedida para os dias mais frescos da estação. Com uma gama de museus e centros culturais, é possível passar momentos agradáveis descobrindo a história da cidade, aliados à uma boa refeição em algum dos ótimos restaurantes e bistrôs da região.

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Entre as opções culturais, é possível apreciar as obras e arquitetura do Museu Histórico Nacional, um dos mais importantes do país - ele ocupa o prédio do antigo o Forte de Santiago, construído em 1603, e conta com acervo de 287 mil peças, como documentos, moedas, selos, armas, esculturas e mais. Fundada em 1810 pelo Príncipe Regente D. Pedro I, a Biblioteca Nacional é a maior da América Latina e conta, hoje, com um acervo de nada menos que dez milhões de itens, entre livros, manuscritos, documentos, jornais e fotografias - um verdadeiro banho de história. Na região estão ainda locais como a Casa França-Brasil, o Museu Nacional de Belas Artes, o Mosteiro de São Bento e outros.

Confeitaria Colombo
Aberta em 1894, a Confeitaria Colombo era ponto de encontro de políticos e intelectuais (Foto: Tomas Rangel)

Se na área cultural o Centro da cidade tem ofertas para os mais variados gostos, quando o assunto é gastronomia, a região não fica atrás. Com a ajuda do nosso crítico, Fabio Codeço, listamos uma relação de restaurantes, bistrôs e cafés em que é possível esticar o passeio. Alguns deles também são cheios de história para contar: ótima pedida para apreciadores de frutos do mar, o Albamar ocupa a última torre remanescente do antigo Mercado Municipal da Praça XV; aberto em 1884 e tombado pelo Iphan, o Rio Minho é o restaurante mais antigo da cidade e onde foi criada a famosa sopa Leão Velloso; foi em uma das mesas da Casa Villarino, localizada próxima à Academia Brasileira de Letras, que Tom Jobim e Vinícius de Moraes foram apresentados; considerada um dos dez mais belos cafés do mundo, a ConfeitariaColombo, inaugurada em 1894, era ponto de encontro de políticos como os presidentes Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. 

Quer saber mais? Confira nossas sugestões abaixo e aproveite o passeio!

Mapa Restaurantes e museus Centro
Restaurantes e Museus no Centro (Foto: Veja Rio)

 

  • Biblioteca Nacional

    Avenida Rio Branco, 219, Centro

    Tel: (21) 3095 3879

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    É a maior biblioteca de toda a América Latina. Junto com a chegada da Família Real ao Brasil, em 1808, vieram para o país 60.000 títulos, que deram origem à Real Biblioteca, primeiro nome da instituição. Hoje, são nada menos que dez milhões de itens, entre livros, manuscritos, documentos, jornais e fotografias, que colocam a Nacional entre as sete maiores de todo o planeta. Entre as raridades estão uma gramatica de Língua Portuguesa datada de 1539 e as partituras originais da ópera O Guarani, de Carlos Gomes.

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  • Museus

    Museu Nacional de Belas Artes (MNBA)

    Avenida Rio Branco, 199, Centro

    Tel: (21) 3299 0600

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  • Museus

    Museu Histórico Nacional

    Praça Marechal Âncora, s/n, Centro

    Tel: (21) 3299 0324

    Sem avaliação
  • Paço Imperial

    Praça Quinze de Novembro, 48, Centro

    Tel: (21) 2215 2093

    Sem avaliação
  • Centro Cultural Banco do Brasil

    Rua Primeiro de Março, 66, Centro

    Tel: (21) 3808 2020

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  • Centro Cultural Correios

    Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro

    Tel: (21) 2253 1580

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  • Real Gabinete Português de Leitura

    Rua Luís, 34, centro

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  • Casa França-Brasil

    Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro

    Tel: (21) 2332 5120

    Sem avaliação
  • Centro Cultural Justiça Federal

    Avenida Rio Branco, 241, Centro

    Tel: (21) 3261 2550

    Sem avaliação
  • Mosteiro de São Bento

    Rua Dom Gerardo, 68, centro

    Sem avaliação
  • Peixes e frutos do mar

    Albamar

    Praça Marechal Âncora, 186, Centro

    Tel: (21) 2240 8428 ou (21) 2240 8378

    Veja Rio
    Sem avaliação

    O bom e velho Albamar agora é Âncoramar. A chegada de novos sócios levou à mudança — os antigos proprietários teriam pedido alto pela marca. A direção atual fez melhorias discretas no salão e, a melhor notícia, manteve o chef Luiz Incao no comando da cozinha. No cardápio, portanto, nada mudou substancialmente, mas foi registrada uma leve e bem-­vinda queda nos preços. Boa sugestão de entrada para partilhar, o combinado à moda do chef leva à mesa porções de camarão, lula, polvo e bolinho de bacalhau (R$ 79,50). Por meia dúzia de ostras frescas são pagos R$ 43,50. Na ala dos pratos principais, uma dica mais recente é o hadoque ao molho de leite de coco com tagliatelle de legumes (R$ 116,00). Outra opção entre os pescados, a receita de tentáculos de polvo com batata sautée e arroz de brócolis custa R$ 130,00. Adoce a visita com a torta morna de maçã ladeada por sorvete de creme (R$ 28,50). Com o fim das obras no entorno do prédio, a torre remanescente do antigo mercado da Praça XV, o lugar ganhou uma bonita praça no entorno e um bar no térreo. Os sócios aguardam autorização para colocar mesas ao ar livre e, em breve, lançam menu executivo com pratos mais em conta. 

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Peixes e frutos do mar

    Rio Minho

    Rua do Ouvidor, 10, centro

    Tel: (21) 2509 2338 ou (21) 3852 1894

    Veja Rio
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    O mais antigo restaurante em atividade na cidade coleciona clientes ilustres, a exemplo do barão do Rio Branco (1845-1912). A clássica sopa leão veloso nasceu ali, na década de 20, inspirada pelo então embaixador do Brasil na França. Ele batizou o caldo preparado com cabeça de peixe, camarão, polvo, lula e mexilhão, uma adaptação tropical da bouillabaisse francesa que até hoje é um dos carros-chefe locais (R$ 197,00). À frente do negócio há mais de três décadas, o galego Ramon Isaac incluiu no cardápio a peixada elaborada na casa pelo amigo e filólogo Antônio Houaiss (1915-1999), prato que leva seu nome. Trata-se de uma posta de peixe grelhada, servida com batatas torneadas em molho de vinho branco, alho e açafrão espanhol, coberta por camarão VG e cavaquinha grelhados (R$ 218,00). As robustas porções podem ser divididas por ao menos duas pessoas. Feitos pelo próprio Isaac, os bolinhos de bacalhau (R$ 52,00, oito unidades) funcionam bem como aperitivo. No balcão do lado de fora são servidos pratos mais em conta, em porções individuais. Imperdível, o polvo grelhado, escoltado por arroz de brócolis e batata corada, sai a R$ 62,00.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Cozinha variada

    Bistrô The Line

    Praça Marechal Âncora, s/n, Centro

    Tel: (21) 2524 1211 ou (21) 7847 5272

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    A matriz, na Casa França-Brasil, foi substituída pela creperia do chef Olivier Cozan. Em agradável ambiente no Museu Histórico Nacional, funciona o ponto de perfil mais elaborado — outros três endereços da rede, todos no Centro, são especializados em bufê por quilo. Instalada no espaço destinado ao trem de artilharia e ao arsenal de guerra do antigo Forte de Santiago, a casa preserva portas, paredes de pedra e até o trilho originais, num belo contraste com o mobiliário moderno em seu salão. Ainda vigoram no cardápio criações saborosas do chef Daniel Barros, que deixou o posto em agosto de 2015, mas também entraram em cena receitas mais simples e caseiras. Os clientes são recebidos com uma saladinha de folhas verdes ou um caldinho, simpática cortesia. O percurso pode começar pelo escondidinho de camarão (R$ 23,00), com creme de aipim e catupiry. Da ala principal, há sugestões como alcatra de cordeiro ao molho de hortelã, acompanhada de batata rústica e farofa de castanha-do-pará (R$ 44,00), ou filé de tilápia grelhado com risoto de açafrão (R$ 43,00). O petit gâteau de doce de leite, servido com sorvete de creme (R$ 21,00), adoça a visita.

    Preços checados em outubro de 2015.

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  • Bares variados

    Casa Villarino

    Avenida Calógeras, 6, centro

    Tel: (21) 2240 9634

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    Há mais de seis décadas é assim: o bar, mesmo, fica nos fundos, atrás da delicatessen onde se vendem comes e bebes finos. Naquele cantinho, com paredes revestidas de madeira, destaca-se a foto, ampliada em um painel, com a fina flor da boemia que deu fama ao estabelecimento: Tom Jobim, Vinicius de Moraes (os dois se conheceram lá, em 1956, e mudaram a história da música brasileira), Paulo Mendes Campos, entre outros. Acolhedor, o endereço batiza itens do cardápio com o nome de clientes, a exemplo do turnedô à Rosane Thomé ou do kassler defumado à Marco Hupe. Na lista dos pratos, encontram-se ainda clássicos como o bacalhau à gomes de sá (R$ 49,00), a lula com arroz de brócolis (R$ 39,00) e a carne assada guarnecida de fritas, arroz e feijão (R$ 31,00). No fim do dia, a preferência da clientela recai sobre petiscos à venda no balcão em frente, como a porção de salaminho (R$ 23,50), e bebes como o uísque, tradição local, e a cerveja Cerpa (R$ 10,00, 350 mililitros).

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  • Docerias

    Confeitaria Colombo

    Rua Gonçalves Dias, 32, centro

    Tel: (21) 2505 1500

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    Preciosidade histórica da arquitetura e da gastronomia cariocas, a sede no Centro, construída no século XIX, tem quatro salões e sete andares. O endereço, um concorrido ponto turístico, encanta com seus espelhos de cristal belga, móveis de jacarandá e vitrais franceses. Palco de visitas ilustres, como a da rainha inglesa Elizabeth, em 1968, o espaço oferece doces, salgados e refeições para todos os gostos. Entre as pedidas mais famosas estão sobremesas de origem portuguesa, como a trouxinha de ovos, o quindim de camisola e o pastel de nata (R$ 9,50 cada um). Outra ala é a pâtisserie francesa, representada por mil-folhas de creme ou chocolate, tarteletes de nozes ou morango (R$ 9,90 cada pedido) e éclairs de chocolate ou creme (R$ 9,50). Entre os salgados, a coxinha de galinha (R$ 7,90 a simples; R$ 9,90, com queijo cremoso) goza de fama merecida. Uma variação sobre o tema, a coxa creme (R$ 14,90) é servida com osso e tudo. Atrás de um lanche, a clientela apinha-se em torno dos balcões e no bar Jardim, nos fundos do térreo. Na hora do almoço, há a opção de bufê (R$ 97,00 por pessoa) de menu variado no salão Cristóvão, no 2o andar, além de sopas no mezanino Cabral (R$ 29,80, duas sopas e três saladas) e pratos no salão Bilac (preços entre R$ 19,80 e R$ 28,00). O café da tarde (R$ 65,50 + 10%), outra tradição, deve ser agendado. A cozinha da matriz abastece o cardápio mais enxuto da filial, no Forte de Copacabana, onde o principal atrativo é mesmo a vista.

    Preços checados em julho de 2016

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  • Docerias

    Casa Cavé

    Rua Sete de Setembro, 137, centro

    Tel: (21) 2222 2358 ou (21) 2224 2520

    Sem avaliação

    Quando a confeitaria foi inaugurada pelo francês Auguste Charles Felix Cavé, o Brasil ainda era governado por dom Pedro II. Por suas mesas passaram clientes ilustres, a exemplo de Olavo Bilac, Carlos Drummond de Andrade e Tarsila do Amaral, além de muita história. Na esquina das ruas Sete de Setembro e Uruguaiana, o estabelecimento ganhou fama pela oferta de delícias portuguesas — chegam a ser vendidos cerca de 1 500 doces por dia. Bem próxima, e menor, uma segunda unidade oferece estrutura semelhante, com balcão e salão de chá. Tradicionais, os pastéis de nata (R$ 8,70) e de Santa Clara (R$ 10,50), além dos ovos moles de Aveiro (R$ 11,80), são tão saborosos quanto as guloseimas preparadas com técnicas de pâtisserie francesa, como o palmier sob cobertura doce de ovos, croissants de chocolate ou creme e o mil-folhas (R$ 8,70 cada um). Mais pedida entre os salgados, a coxinha de galinha (R$ 11,80 a grande) pode ser também recheada de requeijão (R$ 7,80 a média). Bolinhos de bacalhau, risssoles e empadinhas de camarão ou frango (R$ 7,80 a unidade) também fazem a alegria de quem não resiste a parar uns minutinhos no balcão. Para refeições mais substanciosas, há sanduíches e pratos criados pelo chef consultor Alfredo Galhões. Combos de café da manhã com valores a partir de R$ 15,50 também podem ser degustados à tarde, a partir das 15h.

    Preços checados em julho de 2016

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  • Cozinha contemporânea

    Eça

    Avenida Rio Branco, 128, centro

    Tel: (25) 2424 01 ou (25) 2423 99

    Sem avaliação

    Mesmo escondida no subsolo da loja H. Stern, no Centro, e aberta apenas no almoço durante a semana, a cozinha do chef belga Frédéric De Maeyer goza de merecida fama. O cardápio exibe pratos de base francesa e toques contemporâneos. Um bom começo é o camarão em vienoise de especiarias, creme de couve-flor e coco (R$ 39,00). No caminho dos frutos do mar, a dica de prato principal é o filé de peixe do dia grelhado com musseline de banana-da-­terra e pesto de rúcula (R$ 75,00). A ala das carnes traz o magret de pato, também escoltado por musseline, mas de abóbora, além de dadinho de tapioca e farofa panko com castanha, finalizado com parmesão (R$ 78,00). O capítulo das sobremesas tem abertura poética no menu, com frase do escritor Eça de Queiroz (que inspirou o nome da casa): “A vida não é possível sem um bocado de pitoresco depois do almoço”. Detalhe: os doces locais já levaram três títulos consecutivos no especial COMER & BEBER. O gaufre é um waflle leve feito de cerveja, típico de Bruxelas, escoltado por banana caramelada, sorvete de creme e calda de chocolate belga (R$ 29,00). Outra opção é o fondant de chocolate (também belga) com praliné (R$ 29,00). O formato de menu executivo, com entrada e prato principal, que mudam toda semana, custa R$ 89,00.

    Preços atualizados em julho de 2016

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  • Cozinha variada

    O Navegador

    Avenida Rio Branco, 180, Centro

    Tel: (21) 2262 6037

    Veja Rio
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    Teresa Corção, presidente do Instituto Maniva, organização que faz da gastronomia um instrumento de sustentabilidade e transformação social, adota as ideias que desenvolve — e os ingredientes típicos de pequenos produtores que pesquisa pelo país — no dia a dia de seu restaurante, no prédio do Clube Naval. A origem dos insumos é indicada em um mapa anexado ao cardápio. A salada orgânica (R$ 35,00), com itens oriundos da Região Serrana e do Parque Estadual da Pedra Branca, reúne verduras e legumes, vinagrete orgânico e pesto de rama de cenoura. Na etapa principal, o terra brasilis (R$ 73,00) é um peixe grelhado preparado no azeite extravirgem, servido sobre purê de banana com aipim, pétalas de palmito e cubos de tomate confit. Alguns pratos têm data certa: é o caso da atração da quinta-feira, a costelinha de porco marinada no vinho branco com gengibre, cozida e assada no melado com mostarda e acompanhada de tropeiro de feijão-mulatinho, toucinho, farinha-d’água, linguiça, banana, ovos caipiras e couve orgânica (R$ 64,00). Feitas na casa, as sobremesas têm preço único (R$ 20,00) e costumam variar. São dois acertos o toucinho do céu e o pudim de claras. Por último, uma promessa antiga, mas que a chef promete tirar do papel ainda neste ano: a Nave, no mesmo endereço, vai ser um ponto de venda direta dos produtos usados no restaurante.

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  • Crepes

    Crepe Nouveau

    Rua Visconde de Itaboraí, 78, Centro

    Tel: (21) 2263 6214

    Veja Rio
    Sem avaliação

    Depois de circular por feiras e eventos gastronômicos com suas galettes tipicamente francesas, o chef bretão Olivier Cozan investiu no bistrô da Casa França-Brasil com a esposa e os filhos. A propósito: de lá saem também as comidinhas servidas no café do Espaço Nirvana, na Gávea. Com massa de trigo-sarraceno e linguiça artesanal, que pode ser de porco ou cordeiro, a montanha (R$ 39,00) leva ainda cebola caramelada e queijo de minas. Já a geneve, oferecida pelo mesmo preço, tem queijo de cabra da Fazenda Genève, em Teresópolis, molho de tomate caseiro e manjericão. De entrada, prove a seleção de queijos e frios (R$ 35,00). O menu executivo tem opções atraentes, como a galette de quatro queijos ao molho de tomate e ervas provençais (R$ 35,00, com entrada, prato e sobremesa). Na ala dos doces, a trouxinha de banana com massa folhada (R$ 6,00) e o petit-gâteau recheado de Nutella (R$ 9,00) valem as calorias. Salgados também podem acompanhar o café: o pastel de frango integral com linhaça na massa custa R$ 8,00. Servidos com o espresso (R$ 6,00), financiers e ouriços de chocolate belga também podem ser comprados a peso (R$ 9,00 por 100 gramas). Sugestão mais recente, o drinque do chef (R$ 15,00) não leva álcool e tem uma combinação refrescante de hibisco, laranja, gengibre, água gasosa, hortelã e maçã.

    Preços checados em julho de 2016

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  • Cozinha variada

    Brasserie Rosário

    Rua do Rosário, 34, centro

    Tel: (21) 2518 3533

    Veja Rio
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    Uma pausa na correria do dia a dia e, em particular, no agito do Centro, é proporcionada por uma visita à casa de Luiz Antônio Rodrigues, um dos fundadores do saudoso Garcia & Rodrigues. À frente da cozinha, o chef francês Frédéric Monnier serve variedades para todos os momentos. O sobrado onde era a tesouraria do império português no século XIX tem mesas com toalhas de estampa quadriculada e ar descontraído. É possível montar o antepasto com três opções, entre queijos, frios, patês e pastas (R$ 42,00, em porção para quatro pessoas), ou começar pelo carpaccio de salmão com vinagrete de limão e rúcula (R$ 40,00). Adiante, duas sugestões atraentes de prato principal são o risoto de coxa de pato confit com tomate seco e tomilho (R$ 57,00) e o pernil de cordeiro cozido por sete horas, servido ao lado de purê de batatas (R$ 69,00). Na hora da sobremesa, fique com as especialidades do chef: tartelete de nozes (R$ 14,60) ou amandine, delícia com massa de farinha de castanha-de-caju e recheios de maçã ou amora (R$ 13,50).

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  • Cozinha variada

    Málaga

    Rua Miguel Couto, 121, centro

    Tel: (21) 2253 0862 ou (21) 2233 3515

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    Receitas ibéricas ganham destaque no cardápio, mas, apesar do nome em homenagem à cidade natal do pintor espanhol Pablo Picasso, a cozinha não se limita à culinária daquela região e oferece uma viagem gastronômica por várias nacionalidades. O simpático proprietário, Augusto Vieira, recebe a clientela no salão e sugere os acompanhamentos para os pratos, que podem ser montados à escolha do freguês. Assim, o leitão à bairrada (R$ 120,00), especialidade portuguesa que deve ser encomendada no dia anterior, pode ir à mesa com farofa e batatas coradas. A iguaria chega crocante e desmanchando na boca, após oito horas assando. Outras boas dicas são o lombo de cherne ao molho de manteiga com tomate sem pele, acompanhado de batatas ao murro (R$ 78,00), e as lulas fritas com molho picante, escoltadas por um arroz de tomate molhadinho (R$ 56,00). Para beliscar, prove o bacalhauzinho às natas, servido desfiado e gratinado com creme em uma casquinha (R$ 15,00), no lugar do tradicional siri. Na etapa doce, a banana flambada com sorvete de creme (R$ 36,00) é tarefa para duas pessoas.

    Preços checados em outubro de 2015.

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  • Espanhóis

    Fim de Tarde

    Rua Miguel Couto, 105, Centro

    Veja Rio
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    Aberto como um bar de tapas, o endereço no Centro tornou-se restaurante a pedidos da clientela. Quem comanda a casa, inaugurada pelo galego Juan Alvarez Alonso (morto em 2014), é a segunda geração da família. Seguem firmes as croquetas de jamón ibérico (R$ 15,00, duas unidades), mas as tortilhas, antes servidas fatiadas, ganharam um capítulo à parte no menu. Cada uma vem à mesa com salada (mix de folhas, amêndoas, aipo, azeitonas, torradas e molho vinagrete), em sabores como escarola com pinoles (R$ 38,00) e batata com chorizo (R$ 46,00). Para petiscar, também há pantumacas (R$ 24,00, seis unidades), bruschettas à moda catalã, com cobertura de tomate ralado, e batatas bravas ao molho de páprica (R$ 29,00). A etapa principal traz receitas tradicionais, como a zarzuela de frutos do mar, espécie de caldeirada de camarão, lula, mexilhão, polvo e ovo poché (R$ 78,00), e a paella, que serve até três pessoas (R$ 168,00). Também fazem sucesso os preparos com carnes exóticas, como o coelho desossado com vinho tinto, batata sautée e pimentões vermelhos assados (R$ 76,00). Para adoçar, prove a torta marquise de chocolate, feita artesanalmente em Itaipava (R$ 24,00).

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Portuguesa

    Mosteiro

    Rua São Bento, 13, centro

    Tel: (21) 2233 6478 ou (21) 2233 6426

    Veja Rio
    Sem avaliação

    Embaixada portuguesa no Centro, a casa fica perto do Mosteiro de São Bento — daí o nome — e da Praça Mauá. Com a revitalização da Zona Portuária, o horário de funcionamento passou a se estender aos fins de semana. Neto do fundador, José Gomes Temporão, hoje com 93 anos, Marcelo comanda a casa. Ele acrescentou novidades ao cardápio tipicamente lusitano. Uma delas é o risoto de cordeiro (R$ 69,00), pedida de prato principal. Carro-chefe dessa ala, o bacalhau à lagareiro (R$ 195,00, para duas pessoas; R$ 98,00, para uma) é assado no forno com muito azeite, batata, cebola, alho, azeitona e tomate-cereja. Quem quiser pode pedir arroz branco para acompanhar, sem acréscimo no valor. Toda terça-feira é dia de rabada com agrião e polenta (R$ 69,00). Em tempo: a empada de camarão (R$ 10,90 a unidade), deliciosa, é um abre-alas obrigatório, mas, para não fugir às origens, o restaurante também serve bolinho de bacalhau (R$ 9,90 cada um). Na hora da sobremesa, decida entre o pastel de belém (R$ 10,90) e o toucinho do céu (R$ 22,90).

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  • Alemã

    Casa Urich

    Rua São José, 50, centro

    Sem avaliação

    O cardápio abriu espaço para pratos da cozinha internacional, mas são as receitas típicas servidas há mais de um século que mantêm a clientela fiel. Fundado pelo alemão Edmund Urich, o negócio está há mais de vinte anos sob o comandado dos irmãos Orlando e Marisa Oreiro. O salsichão suíço, pedida recente, é servido com molho de mostarda escura e salada de batatas (R$ 29,00). Na hora do almoço, fazem sucesso a omelete de legumes e berinjela gratinada (R$ 29,00), às segundas-feiras, e o filé alemão, espécie de bolo de carne moída à milanesa (R$ 49,00), acompanhado de purê de batatas, picles de pepino e pimenta-­biquinho, servido às terças. Na ala dos pratos típicos estão o currywurst (R$ 37,00), salsichão de vitela ao molho de catchup e curry com salada de batatas, o imbatível kassler à moda (R$ 42,50), carré defumado guarnecido de batatas coradas, pimentão, tomate, cebola e ovo, e o eisbein (joelho de porco) com batatas coradas e legumes cozidos (R$ 64,00). Na mesma linha, o strudel de maçã (R$ 12,50, simples; R$ 15,50, com creme) é a dica de sobremesa. No fim de tarde entram em cena petiscos como a linguiça caracol de pernil recheada de queijo (R$ 29,00) e o croquete de carne (R$ 6,00). Para acompanhar, escolha uma cerveja alemã da variada carta.

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Fonte: VEJA RIO