diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJARIO

Terê Fantasy
Terê Fantasy: evento desce para o Rio (Foto: Divulgação)
  • Já é tradição: há décadas, centenas de cariocas encaram a serra munidos de fantasias criativas e muita animação para curtir a Terê Fantasy. A comemoração dos trinta anos da festa, no entanto, vai ser por aqui mesmo. Pela primeira vez, o agito desce de Teresópolis e aporta no Rio, mais precisamente no Ginásio do Maracanãzinho. As atrações serão bem ecléticas, espalhadas por três pistas: uma dedicada ao eletrônico, com destaque para o duo Naza Brothers, outra de black music, liderada pelo DJ Saddam, e a principal. Nessa, além do DJ Marlboro e do bloco Chora Me Liga, o ex-líder do Asa de Águia Durval Lelys lembra hits como Dança da Manivela.
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  • A caminho da quinta edição, o ArtRio, alentada feira de arte internacional na Zona Portuária (leia mais na pág. 38), entrou para o calendário cultural da cidade — e inspirou uma interessante programação paralela. Parte dela concentra-se no ArtRua, festival dedicado à obra de grafiteiros, fotógrafos e outros artistas urbanos do Brasil e do exterior. De quinta (10) a domingo (13), diversos trabalhos serão criados e exibidos no prédio do Centro Cultural Ação da Cidadania e em seu entorno, também na região do porto. No térreo ficarão os painéis assinados por artistas de São Paulo, como os pioneiros Onesto e Titi Freak, além da consagrada Mag Magrela. O segundo andar vai abrigar criações de trinta galerias, com instalações e individuais de Felipe Guga, Mateu Velasco e Rodrigo Villas Boas, entre outros nomes. Nos arredores da Gamboa, o ArtRua recebe a obra itinerante Fiotim, um inventivo carrinho com pequenas reproduções de obras gigantes presentes em Inhotim, o famoso parque cultural mineiro. Shows musicais completam o programa. A agenda prevista vai do cantor e compositor francês Pierre Gambani, na quinta (10), às 21h, ao Quinteto Nuclear, no domingo (13), às 20h30. Centro Cultural Ação da Cidadania. Avenida Barão de Tefé, 75, Zona Portuária, 2233-7460. Quinta (10), 18h/0h; sexta (11) a domingo (13), 14h/22h. Grátis.
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  • Comédia dramática

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    Uma triste ausência é sentida no apartamento onde vivem dois amigos, a bailarina Anna (Karine Carvalho) e o publicitário gay Larry (Alcemar Vieira): Robbie, o jovem dançarino que morava com eles, morreu há alguns dias junto com seu companheiro, em um trágico acidente de barco. O luto se estende a Burton (Celso Andre), o pragmático namorado de Anna, que chega ao local após o enterro. Melancólico de início, o quadro se desestabiliza de vez com o aparecimento de Pale (Tatsu Carvalho), o irmão meio bronco e perturbado de Robbie, que vai mexer com a cabeça da moça. Escrito pelo americano Lanford Wilson (1937-2011), ganhador do Pulitzer, o drama parte desse mote para, através de diálogos realistas, suscitar reflexões sobre a aceitação, não apenas da vida ou do outro, mas principalmente de si mesmo. A direção de Victor Garcia Peralta, positivamente discreta, investe na dinâmica entre o quarteto, valorizando assim a carpintaria dramática e extraindo atuações convincentes — notadamente de Karine, crível em sua angústia, e de Vieira, este um alívio cômico por trás do qual se esconde uma lucidez ferina.
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  • Os desenhos do estúdio inglês Aardman são alternativas certeiras para fãs de animação um pouco cansados do padrão Disney. Desde Wallace & Gromit, passando pelos fabulosos A Fuga das Galinhas e Piratas Pirados!, a produtora de fitas de massinha segue teimosamente na contramão das superproduções do gênero. Nesta adaptação do seriado de TV exibido pela Cultura, a ousadia vem em dobro: além de trazer uma técnica démodé, não há um único diálogo nos 85 minutos de narrativa. E o público, vidrado nas sacadas hilariantes da trama, provavelmente não vai se importar com esse “detalhe”. Embora possam estranhar o formato econômico, as crianças não encontrarão dificuldade para embarcar na aventura de um intrépido carneiro junto de um rebanho atrapalhado à solta nas ruas de uma metrópole. A confusão começa quando Shaun, aborrecido com uma rotina cada vez mais repetitiva, tem a ideia de pregar uma peça no “patrão”. O plano dá errado, e o dono vai parar em um hospital na cidade grande, sem memória. As reviravoltas malucas do resgate ganham ritmo acelerado, temperadas com gags espertas sobre as futilidades do mundo dos famosos. Ironias bem inglesas, é claro. Mas sem perder a leveza de uma graciosa sessão-pipoca. Estreou em 3/9/2015.
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  • O espetáculo infantil Forró Miudinho, concebido pela atriz Ana Veloso, revisita músicas como Isso Aqui Tá Bom Demais (Dominguinhos e Chico Buarque) e outras letras consagradas do gênero. Teatro Riachuelo. Rua do Passeio, 38, Centro. Domingo (23), 11h; e sábado (29), 16h. R$ 40,00. Leia a crítica: Último título de uma adorável trilogia musical, composta ainda de Sambinha (2013) e Bossa Novinha — A Festa do Pijama (2014), a produção em cartaz no Oi Futuro Ipanema é apresentada em ritmo de arrasta-pé. Mais um acerto da parceria entre a autora Ana Velloso e o diretor Sergio Módena, o espetáculo explora com humor e pitadas de emoção novas aventuras na vida de Júnior, protagonista das duas montagens anteriores. Édio Nunes encarna o papel com desenvoltura, solta a voz e ainda criou as coreografias da peça. Em cena, o garoto, morador do subúrbio carioca, embarca num ônibus, ao lado da tia Jurema (Patrícia Costa), rumo a Juazeirinho, na Paraíba. O motivo da viagem é a suposta doença da avó (Vera Novello), mas a matriarca, na verdade, está contando uma lorota para rever a filha e reaproximá-la de Firmino (Gabriel Manita), um antigo amor de Jurema. Dezesseis canções, interpretadas ao vivo, costuram a dramaturgia — um dos (muitos) pontos altos é Isso Aqui Tá Bom Demais (Dominguinhos e Chico Buarque). O elenco afinado, que conta ainda com os excelentes Ana Velloso e Milton Filho, e a paisagem nordestina no cenário de Ney Madeira e Dani Vidal, também autores dos coloridos figurinos, contribuem para tornar o programa imperdível. Rec. a partir de 5 anos. 
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Fonte: VEJA RIO