diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Mundo encantado
(Foto: Divulgação)
  • Uma banda de extraterrestres chega ao palco a bordo de um veículo curioso, mistura de Kombi e helicóptero. A missão da trupe é mostrar ao público infantil, em meio a muitas brincadeiras, a obra de Chico Buarque. Com mais jeito de show do que de teatro, o espetáculo é protagonizado pela atriz Anna Markun. Ela é Tiana, animada vocalista do grupo interestelar que se apresenta acompanhada por quatro músicos: Renato Frazão (violão), Rafael Papel (baixo), Ricardo Ritto (teclado) e Bruno Fochi (bateria). Entre números de palhaço e coreografias divertidas, o público é brindado com dez composições de Chico. Para defender Ciranda da Bailarina, a atriz se transforma em uma professora de balé mal-humorada e gorducha (inflada por figurino criado com boias de piscina). Em Minha Canção, pérola de Os Saltimbancos, Anna convida as crianças para dividir o número, medida que faz sucesso entre os pequenos. O grupo ainda interpreta A Banda, Passaredo, Até o Fim, Tanto Mar e Piruetas. Entremeado de lições, mas sem soar professoral, o espetáculo cumpre bem seu papel de entreter. A plateia responde com gosto às piadas e ao convite para passear pelo mundo encantado das canções de Chico. Rec. a partir de 3 anos.
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  • De volta ao palco da Cinelândia a pedidos, a cantora de voz poderosa defende ao vivo as faixas do seu elogiado disco Férias em Videotape. Depois do show, com participação de Jards Macalé, entra em cena a pista de dança animada pelo DJ Rodrigo Penna. Surpresas: também atores e cantores, Johnny Hooker e Adriano Garib participam do show
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  • Maria Altmann (na fase madura interpretada por Helen Mirren) nasceu na Áustria e, acompanhada do marido, deixou a família em seu país, já dominado por Hitler, em 1938. Radicada em Los Angeles desde então, Maria é dona de uma butique feminina e possui um padrão econômico de classe média. Sua vida sofre uma guinada quando, em 1998, ela decide reaver cinco telas do pintor Gustav Klimt, entre elas o famoso Retrato de Adele Bloch-Bauer (conhecido como A Dama Dourada), que foram roubadas de sua família pelos nazistas — Maria era sobrinha de Adele. A batalha será árdua e complicada. Símbolo da arte austríaca, o quadro integra o acervo da Galeria Nacional, e o governo não tem intenção de repatriar a obra. Para ajudá-la no caso, entra na parada o perseverante advogado Randy Schoenberg (Ryan Reynolds). Com roteiro inspirado livremente no livro-reportagem de Anne-Marie O’Connor, o filme faz um bom equilíbrio de drama de tribunal e suspense e registra, com forte carga emocional, a agonia dos judeus na iminência da II Guerra. Simon Curtis, diretor de Sete Dias com Marilyn, dá ritmo e tensão à história. Embora de gerações e filmografias muito distintas, a dupla de protagonistas consegue ótima química em cena. Estreou em 13/8/2015.
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  • Aluno da Escola Naval de Nápoles, o italiano foi oficial da Marinha de Guerra de seu país entre 1849 e 1855. A admiração pelo mar logo seria incorporada a outro de seus objetos de apreço: as artes plásticas. Como pintor, Martino (1838-1912) acabou se especializando em marinhas, de veleiros singrando paisagens tranquilas a violentos combates entre navios. Uma parcela enxuta, mas representativa, dessa enorme produção, cultivada ao longo de uma vida inteira, está reunida na individual em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes. Mesmo as pequenas dimensões de boa parte dos óleos não escondem a beleza da pincelada do artista, na qual a riqueza de detalhes convive harmoniosamente com um aspecto geral por vezes meio enevoado. Algumas obras do acervo guardam relação com o Brasil, país onde Martino se radicou em 1868. Encarregado oficialmente por dom Pedro II, ele registrou os eventos da Guerra do Paraguai, travada de 1864 a 1870. Entre os episódios do conflito, imortalizados em toda a sua dramaticidade por seus pincéis, está a Batalha Naval do Riachuelo, ocorrida em 1865, em impactante tela presente na mostra. Além dos óleos, há belos desenhos que revelam certa urgência em sua execução.
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  • Cervejas especiais

    As Melhores Cervejas do Mundo

    Rua Ronald de Carvalho, 154, Copacabana

    Tel: (21) 3497 3808

    Veja Rio
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    Advogado, Bruno Lopes provou centenas de rótulos em suas viagens pelo mundo. O hobby levou-o a buscar formação como sommelier de cerveja e abrir essa empreitada, em meados de 2015. As prateleiras exibem mais de 200 rótulos, entre os quais uma IPA de produção própria (R$ 16,00, 300 mililitros). Acomodado em torno de duas mesas coletivas, com poucas cadeiras, no pequenino salão, o visitante encontra, entre outras sugestões, garrafas de Hocus Pocus APA Cadabra (R$ 26,00, 500 mililitros) e Tupiniquim Extra Fancy (R$ 22,00, 310 mililitros), além da Hip Hops, primeira gelada da produtora carioca Green Lab (R$ 28,00, 300 mililitros). Entre um gole e outro, são opções para beliscar as porções de salame artesanal (R$ 15,00, 300 gramas) e azeitonas recheadas (R$ 8,00), além da coxa de peru marinada na cerveja e assada (R$ 25,00). Fique de olho: degustações acontecem sempre às segundas, às 20h. 

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Fonte: VEJA RIO