diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Disney
(Foto: Divulgação)

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  • Mais de duas dezenas de animações que encantaram diversas gerações compõem o animado roteiro que Mickey, Minnie, Donald e Pateta percorrem a partir de quarta (12), no Teatro Bradesco. Criado por profissionais com experiência na Broadway, o espetáculo Disney Live! O Caminho Mágico de Mickey & Minnie conta com muita música e uma série de números de ilusionismo. Entre os filmes da Disney lembrados estão clássicos como Branca de Neve e os Sete Anões (1937) e Cinderela (1950), passando por Aladdin (1992) e Toy Story (1995), até filmes mais recentes, como Enrolados (2010). Um dos momentos mais esperados é quando Mickey, com chapéu de feiticeiro, volta a fazer as vassouras dançar, como na cena antológica de Fantasia, obra-prima de 1940. Rec. a partir de 2 anos.
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  • Comédia

    Não Nem Nada
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    É um tanto difícil explicar a comédia do grupo paulistano Empório de Teatro Sortido — e essa complicação não é nenhum demérito, pelo contrário. Sua aparente estranheza, longe de ser hermética, convida a plateia a embarcar em um jogo dinâmico, de rica teatralidade, combinando humor com certa dose de reflexão. Estreia do músico Vinicius Calde­roni como autor e diretor, a montagem traz Geraldo Rodrigues, Mayara Constantino, Renata Gaspar e Victor Mendes multiplicando-se nos papéis de vários personagens para compor um mosaico de situações picotadas, uma espécie de plano-sequência teatral. Episódios ligados a campanhas publicitárias, culto a celebridades, telemarketing, redes sociais e relações amorosas parecem evocar a crescente efemeridade da vida contemporânea. A própria maneira fragmentada com que o texto foi construído reflete, em alguma medida, o seu conteúdo, reforçado na condução ágil da encenação. O cenário semelhante a um jogo de tabuleiro, por onde o quarteto transita obedecendo a marcações criativas e manipulando peças do piso, e os figurinos uniformes sugerem o dinamismo dessa realidade fugidia, de individualidades esvaziadas. A entrega do elenco à proposta e o equilibrado nível das atuações são especialmente importantes para o êxito do espetáculo.
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  • Diretor inglês politizado, Ken Loach deu uma relaxada em seus últimos trabalhos, as comédias À Procura de Eric (2009) e A Parte dos Anjos (2012). Jimmy’s Hall faz o cineasta retomar a veia política, contestatória e rebelde de sua filmografia. No enredo do drama, inspirado em personagem real, James Gralton (Barry Ward) retorna à sua cidade natal, no interior da Irlanda, após viver dez anos nos Estados Unidos. Lá, encontra um grupo de jovens sedentos de novidades, carentes de diversão e cultura. Embora marcado por seu passado libertário, Jimmy (seu apelido) decide reabrir um salão (o hall do título) para abrigar aulas de dança, literatura e artes. Um padre católico, porém, não vê a iniciativa com bons olhos e força os conservadores a boicotar o local. A persistência do protagonista em manter-se fel à causa traz à tona outras discussões, como a luta de classes e a liberdade de expressão. Estreou em 6/8/2015.
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  • Centros culturais

    Cássio Loredano
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    Habituado a flanar pela cidade — sempre a pé, de táxi ou de ônibus, já que não tem carteira de motorista —, o artista empresta seu ilustre traço a cenas cariocas na mostra Rio, Papel e Lápis. Em 35 belos desenhos, todos em preto e branco, produzidos com grafite, nanquim, esferográfica e aquarela, o conceituado ilustrador retrata o chafariz do Mestre Valentim, o imóvel em Santa Teresa chamado de Casa dos Azulejos, o edifício do Museu de Arte Moderna, a fachada da Confeitaria Colombo, a sede do Botafogo e a do Fluminense, entre tantas outras paisagens. É uma oportunidade rara de ver o superlativo talento de Loredano, colaborador de importantes veículos da imprensa mundial, mais conhecido por suas caricaturas, a serviço de outro tipo de trabalho. Curiosamente, ele foge dos clichês de natureza atribuídos à cidade e investe em obras do engenho humano. Para além da sofisticação do traço, singular em sua harmonia entre detalhismo e despojamento, chama atenção a completa ausência de pessoas nas ilustrações, valorizando ainda mais a beleza das construções.
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  • Cervejas especiais

    Noi

    Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon

    Tel: (21) 2259 4561

    Veja Rio
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    Presente em diversos bares da cidade, a cervejaria niteroiense tem ponto fixo no Leblon. O bar ostenta treze torneiras de chope, de onde vertem as suas criações. Para quem ainda não conhece, a régua de degustação é um bom começo, com sete opções geladas (Bionda, Bionda Oro, Nera, Bianca, Avena, Rossa e Amara) em copos de 90 mililitros (R$ 29,90). Campeão de vendas, o Bionda, pilsen da marca, teve o preço reduzido recentemente, para R$ 7,20 (330 mililitros). Exclusividade local, a Cioccolato Barile (R$ 54,90, 330 mililitros) é uma russian imperial stout de potentes 12,8% de álcool, envelhecida em barris de carvalho francês. Para beliscar, prove o porca miséria!, gostoso salgado com bacon, linguiça, provolone e farinha de malte (R$ 19,90, quatro unidades). 

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Fonte: VEJA RIO