diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Killer Joe
Killer Joe: do cultuado autor americano Tracy Letts (Foto: Hudson Motta/Divulgação)
  • Endividado com traficantes e ameaçado de morte, o jovem Chris Smith (Gabriel Pinheiro) corre para o trailer vagabundo onde vive sua família, toda de fracassados como ele: o pai bronco, Ansel (Fernão Lacerda), a madrasta periguete, Sharla (Aline Abovsky), e a irmã mais nova meio idiotizada, Dottie (Ana Hartmann). Para resolver seu problema, o rapaz sugere contratar um matador de aluguel, Joe Cooper (Carcarah), conhecido como Killer Joe, para dar cabo da própria mãe e, assim, receber o dinheiro do seguro. Os desdobramentos desse macabro plano, que enredará toda a parentela, não serão exatamente os previstos, como se verá neste drama do autor americano Tracy Letts. Conhecido pelo universo algo marginal de sua dramaturgia e de suas encenações, o diretor Mário Bortolotto mostra-se bem à vontade na condução desta trama repleta de violência e de figuras meio outsiders. Ressalte-se: há cenas de uma brutalidade atroz, abraçada com gosto pela direção e executada de maneira absolutamente realista, como raras vezes se vê no teatro. O cenário de Mariko e Seiji Ogawa e os figurinos de Letícia Madeira colaboram decisivamente para o clima de podridão geral, encampado nas interpretações do coeso elenco — com destaque para Carcarah, irradiando todo o cinismo do assassino, e Ana, precisa entre a fragilidade e a sedução.
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  • A noitada alternativa ganha edição especial e recebe como convidados dois badalados DJs. O primeiro deles é o mexicano Daniel Maloso. Na sequência, quem se apresenta é o francês Ivan Smagghe, parte do duo It’s a Fine Line. Além da dupla, os residentes Diogo Reis e Badenov assumem as carrapetas.
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  • Não são poucas as ousadias. Bancos e almofadas acomodam o público no palco. Os espectadores ficam todos bem perto do protagonista, um sujeito careca, de bigode, cavanhaque e tatuagens (temporárias), uma delas do Ultraman, super-herói japonês de sucesso na segunda metade do século passado. Somados, esses e outros detalhes resultam em encantamento. No monólogo em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, Juvenal (Eduardo Almeida) espera a amiga Pita — e acredita que todos que ali estão também a aguardam. Enquanto ela não chega, ele se perde em reminiscências e recorda antigas aventuras vividas ao lado da menina, sempre envolvendo um velocípede incrementado presente na montagem da Pandorga Companhia de Teatro. O texto de Cleiton Echeveste também diverte os adultos. As referências pop vão do já citado Ultraman a Os Fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo (2012), de William Joyce, ganhador do Oscar de melhor curta de animação. As coreografias desengonçadas de Eduardo Almeida e a tática inteligente de usar o teatro como cenário são outros acertos da peça dirigida por Cadu Cinelli. Fica a impressão de que Pita vai chegar a qualquer momento. Rec. a partir de 6 anos. Teatro Ziembinski (130 lugares). Rua Heitor Beltrão, s/n, Tijuca, 3234-2003. Sábado e domingo, 16h. R$ 40,00. Até dia 27 de novembro, exceto dia 19.
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  • Centros culturais

    Marc Chagall
    Veja Rio
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    Separados por quase dois séculos de história, o fabulista Jean de La Fontaine (1621-1695) e o pintor Marc Chagall (1887-1985) tiveram seus superlativos talentos reunidos em uma alentada série de 100 gravuras em metal, realizadas entre 1927 e 1930, nas quais o artista plástico ilustrava as histórias do autor. Esse representativo conjunto, editado pelo marchand Ambroise Vollard, é apresentado no Centro Cultural Correios, em mostra com curadoria do crítico de arte Enock Sacramento. Alternam-se nas paredes imagens em preto e branco, marcadas por uma profusão de traços que lhes emprestam certa densidade. Algumas obras são mais realistas, como a que retrata a fábula A Perdiz e os Galos. Em outras, o traço de Chagall assume sua reconhecida faceta onírica, evidenciada, por exemplo, nas figuras aparentemente voadoras presentes na gravura de O Cavalo que Quer se Vingar do Cervo. Na ambientação, árvores cenográficas são enfeitadas por dez dos trabalhos, dentre os quais cinco foram escolhidos para terem as histórias correspondentes musicadas pelo compositor Luciano Oze, em canções de pegada meio roqueira ouvidas pelo visitante por meio de alto-falantes.
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  • Bares variados

    Bar do Gengibre

    Rua Visconde de Itaboraí, 10, Centro

    Tel: (21) 2263 1484

    Veja Rio
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    No ponto privilegiado onde funcionou a Adega Timão, a empreitada de Antônio Rodrigues, comandante da rede Belmonte, é vizinha do CCBB, da Casa França-Brasil e do Centro Cultural Correios. Há poucos lugares no espaço interno, diante do balcão, e mesas espalhadas pela calçada de paralelepípedos. Na happy hour do Centro e no passeio cultural dos fins de semana, há quem passe por lá atrás da batida de gengibre que inspira o nome do negócio, guardada na geladeira ao lado das versões de amendoim, milho­verde, limão e maracujá (R$ 6,00 a dose). A cerveja gelada pode ser Original (R$ 12,90), Serramalte (R$ 13,90) ou Brahma (R$ 9,00), em garrafa de 600 mililitros. Para beliscar, uma seção de antepastos, atraente, exibe opções como cebolas marinadas (R$ 8,00) e queijo de cabra no azeite (R$ 24,00). Quem não quiser inventar muito pode ficar feliz com as empadas, com recheios de camarão (R$ 6,00), napolitano (R$ 4,00), carne-seca (R$ 5,00) e até picanha (R$ 4,50).

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Fonte: VEJA RIO