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Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Pablo Picasso
O Pintor e a Modelo (1963), de Picasso: modernidade espanhola (Foto: Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid © Succession Pablo Picasso / AUTVIS, Brasil, 2015/Divulgação)
  • Centros culturais

    Pablo Picasso
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    Mal se despediu da elogiada mostra do abstracionista russo Wassily Kandinsky, o CCBB já abre suas portas para outro artista de peso, também ele o principal artífice de um estilo que desnorteou radicalmente o mundo da arte. Em Picasso e a Modernidade Espanhola — Obras da Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, com abertura marcada para quarta (24), o foco, presumivelmente, recai sobre o pai do cubismo: Pablo Picasso (1881-1993) assina praticamente metade das quase 100 obras reunidas. Com curadoria do espanhol Eugenio Carmona, professor de história da arte da Universidade de Málaga, a mostra traz exemplares típicos do movimento notabilizado pela forma incomum de retratar o mundo, com diferentes pontos de vista de uma mesma figura chapados em um só plano. É o caso de Mulher Sentada Apoiada sobre os Cotovelos, óleo de 1939, no qual o artista retratou sua amante Marie-Thérèse Walter. Outra das várias mulheres com quem Picasso se envolveu, a artista iugoslava Dora Maar também aparece em uma pintura do mesmo ano. Embora não esteja presente à exposição, a obra-prima Guernica, na qual o pintor recriou, à sua maneira, o bombardeio da cidade espanhola homônima por aviões alemães, é evocada em uma série de estudos e esboços que ajudam a entender seu processo de criação. O acervo é completado por trabalhos de outros espanhóis que, em alguma medida, impulsionaram a história da arte rumo à modernidade, ainda que não a bordo do cubismo — a exemplo de Salvador Dalí, Juan Gris, Joan Miró e Joaquín Torres García. “É um conjunto rico e variado. Creio que trata-se de boa oportunidade para o visitante se entreter com arte e descobrir artistas menos conhecidos”, diz o curador.
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  • Com lugar garantido entre as grandes cantoras brasileiras — e também entre as mais extravagantes —, Baby dedicou a maior parte dos últimos quinze anos à religião evangélica. Trocou o repertório antigo por um gospel contemporâneo e autointitulou-se popstora, mistura de pop star com pastora. Em 2012 veio a salvação: a convite do filho, o guitarrista Pedro Baby, ela voltou a entoar, no palco, a penca de clássicos que acumulou desde os tempos do grupo Novos Baianos, no fim da década de 60. De lá para cá, encontra plateias cheias por onde passa. O registro do espetáculo em CD e DVD, Baby Sucessos — A Menina Ainda Dança, lançado em abril, inspira nova apresentação, marcada para sábado (27), no Vivo Rio. Em paz com Deus e os fãs, a intérprete de voz rouca e potente, além de notável senso de divisão rítmica, passeia por hits do porte de Masculino e Feminino (dela, com o ex Pepeu Gomes e Didi Gomes), Todo Dia Era Dia de Índio (Jorge Benjor), Telúrica (Baby e Jorginho Gomes), Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira (Moraes Moreira e Pepeu) e Menino do Rio (Caetano Veloso). A banda que a acompanha traz, além do filho Pedro Baby (guitarra), Betão Aguiar (baixo), China, Guerrinha  (percussão), Renato Brasa (bateria), Pedro Milman (teclados), Carlo Darci (trombone) e Maico Lopes (trompete).
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  • A coreógrafa Deborah Colker aprenseta espetáculo baseado em Belle de Jour, livro do franco-argentino Joseph Kessel lançado em 1928 e adaptado para o cinema em A Bela da Tarde (1967), de Luis Buñuel. Trata-se de sua segunda investida em coreografia fincada em uma trama com início, meio e fim — em 2011 ela montou Tatyana, balé inspirado na obra-prima Eugênio Oneguin, romance do russo Alexander Pushkin. Aqui, é apresentada a história de uma mulher casada que passa as tardes trabalhando em um bordel. Na trilha sonora reúnem-se Miles Davis, a banda de rock Velvet Underground e música eletrônica criada por Berna Ceppas.
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  • Comédia dramática

    Enquanto Somos Jovens
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    Cornelia (Naomi Watts) e Josh Srebnick (Ben Stiller) são casados há anos. Incomodados com o envelhecimento, estão cansados da maneira conservadora como vivem. Jamie (Adam Driver) e Darby (Amanda Seyfried) se aproximam dos dois e Josh, encantado com o estilo de vida e o ânimo da dupla, sonha voltar a ser jovem. Estreia prometida para 4/6/2015.
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  • A Quesquecé Companhia de Teatro leva ao palco a obra de Julio Cortázar (1914-1984). Com jeito de ficção cientifica e tom de crítica social, a montagem resulta confusa e superficial. Rec. a partir de 3 anos.
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Fonte: VEJA RIO