diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Ben Harper: o americano fará uma parceria com Seu Jorge na megafesta
Ben Harper: o americano se apresenta no Vivo Rio (Foto: Reprodução)
  • Em São Paulo a programação é maior, mas a nata da turma reunida por lá faz uma escala carioca no domingo (21), no Vivo Rio. Nessa versão concentrada do Samsung Blues Festival, a abertura fica aos cuidados de Flávio Guimarães. O gaitista carioca sobe ao palco à frente de um quarteto formado por Otávio Rocha (guitarra, seu parceiro ao longo de trinta anos na banda Blues Etílicos), Gil Eduardo (bateria) e Pedro Leão (baixo). No programa, temas próprios, a exemplo de Mateus Vai ao Circo, dividem espaço com clássicos como It’s Too Late Brother, de Little Walter. Em seguida, a vez é de Charlie Musselwhite e banda. Também gaitista, o músico nascido no Mississippi, berço do blues, foi um dos grandes nomes do gênero surgidos nos anos 60. Seu repertório é surpresa: ele costuma defini-lo pouco antes de entrar em cena. Estrela da noite, Ben Harper encerra os trabalhos com projeto-solo acústico, no qual toca vários instrumentos, do violão ao ukulele. O público pode esperar por um reencontro entre Harper e Musselwhite. Os dois gravaram juntos o ótimo CD Get Up!, em 2013, e, no mesmo ano, protagonizaram um show empolgante no Rock in Rio. De volta, devem passear por canções como Burn One Down e Steal My Kisses.
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  • Fundada em 1776, a companhia russa tornou-se uma daquelas unanimidades em sua área, sendo inclusive considerada patrimônio cultural da humanidade pela ONU e pela Unesco. Dezesseis anos após sua última passagem pelo Rio, o grupo retorna à cidade para apresentar, no Theatro Municipal, dois clássicos do balé: Spartacus, com música de Aram Khachaturian, e Giselle, composto por Adolphe Adam. Com apresentações de quarta (17) a sexta (19), a primeira peça narra a conhecida saga do gladiador que lidera uma revolta. O segundo espetáculo, com uma sessão no sábado (20) e duas no domingo (21), encena a história do amor de uma camponesa por um nobre disfarçado de aldeão. A Orquestra Sinfônica de Barra Mansa participa dos dois espetáculos.
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  • Assim como Mad Max — Estrada da Fúria, Jurassic World — O Mundo dos Dinossauros é uma espécie de recriação da cinessérie. Embora tenha elementos em cena do primeiro filme (uma camiseta e um crachá, por exemplo), não se trata de uma continuação do longa-metragem dirigido por Steven Spielberg em 1993. Com produção executiva e o aval do grande mestre, o novo trabalho dá o que o espectador espera: entretenimento com sabor de matinê, recheado de efeitos visuais de ponta em uma história de aventura, tensão e terror — tudo muito bem calculado e dosado para deixar a molecada grudada na poltrona. Jurassic World é um parque temático localizado numa ilha da América Central. Para lá, partem o adolescente Zach (Nick Robinson) e seu irmão caçula (Ty Simpkins). Eles devem ficar aos cuidados da tia Claire (Bryce Dallas How ard), poderosa coordenadora do megaempreendimento de um indiano (Irrfan Khan). A principal atração do local, um híbrido maior e muito mais feroz do que o T-Rex, ainda está em cativeiro. Segue-se, então, a trama de praxe: o bichão consegue escapar, os garotos se perdem e Claire pede ajuda a um valente tratador de animais (papel de Chris Pratt) para encontrá-los. Como se nota, o roteiro se vale de uma cartilha pouco original com personagens esquemáticos. Contudo, Jurassic World apresenta à nova geração um universo de fantasia com fascinantes dinossauros digitais. Conclusão: programa-pipoca sem medo de divertir. Estreou em 11/6/2015.
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  • Centros culturais

    World Press Photo
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Em sua 58ª edição, a coletiva é fruto de uma renomada premiação internacional dedicada ao melhor da produção fotojornalística de cada ano. Foram reunidos 145 trabalhos de 41 profissionais oriundos de dezessete países. O acervo, mais uma vez um deleite para apreciadores de fotografia, vai de imagens essencialmente noticiosas, dotadas de enorme senso de urgência, a registros nos quais o apuro estético é resultado de uma concepção mais demorada. Na primeira ala estão, por exemplo, retratos de recentes conflitos em Kiev, capital da Ucrânia, feitos pelo francês Jérôme Sessini. Nem um pouco violenta, mas também notável pelo flagrante que capturou, é a foto do chinês Bao Tailiang em que o craque argentino Lionel Messi aparece olhando fixamente para a taça da Copa do Mundo, na cerimônia de premiação, logo após perdê-la para a campeã Alemanha. Da segunda leva, chamam atenção as inacreditáveis fotos do americano Anand Varma, publicadas na revista National Geographic, com formigas que parecem saídas de um filme de terror servindo de hospedeiros para invasores parasitas. Em escala oposta, imagens feitas a 150 metros de altitude pelo polonês Kacper Kowalski convidam à admiração da forma antes mesmo que se entenda seu conteúdo — caso do enquadramento de um lago cercado por vegetação de colorido exuberante.
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  • Em meados dos anos 70, o inglês Tom Stoppard escreveu 15-Minute Hamlet, comédia ancorada em uma ideia inusitada, já explicada no título: condensar em apenas um quarto de hora o clássico de William Shakespeare. Baseado nesse texto, um grupo de cinco amigos formados pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), reunidos em uma companhia batizada de Os Trágicos, criou um esquete para ser encenado na quarta edição do Festival Universitário do Rio de Janeiro, em 2014. Elogios e prêmios amealhados pela curta montagem incentivaram o quinteto, constituído por Gabriel Canella, Pedro Sarmento, Yuri Ribeiro, Diogo Fujimura e Mathias Wunder, a ampliar o esquete, dando origem a esta divertida comédia. Professora dos rapazes na CAL, Adriana Maia assina direção e dramaturgia. A rigor, no que diz respeito ao texto, a diferença é o acréscimo de um preâmbulo ao que fora encenado no festival. Nele, mostra-se como um grupo de larápios foi preso por pequenos delitos — conhecedores de Shakespeare poderão notar evocações à sua obra em algumas situações. Para salvar a pele, os criminosos precisam agradar à rainha com uma encenação de Hamlet, e aí entra o esquete. O clima de absoluta galhofa não é propício a cultores de clássicos à moda antiga, mas conquista quem busca divertimento. A agilidade da direção e a química entre os atores contam a favor.
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Fonte: VEJA RIO