diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Família Lyons
Família Lyons: drama do americano Nicky Silver narra o acerto de contas de uma família quando o patriarca está à beira da morte (Foto: Paula Kossatz/Divulgação)
  • Em estágio terminal de câncer, Ben (Rogério Fróes) padece sobre uma cama de hospital, enquanto sua mulher, Rita (Suzana Faini), ali a seu lado, folheia uma revista de decoração, planejando a mudança no visual da sala de estar do casal tão logo o marido morra. Trata-se de um dos muitos sintomas da incomunicabilidade que afeta as relações entre os personagens de Família Lyons, desconcertante tragicomédia de Nicky Silver. Como em boa parte de sua obra, aqui o autor americano volta a jogar luz sobre núcleos familiares disfuncionais. Além da esposa alheia, o patriarca grosseirão deverá lidar com a visita dos filhos complicados: Lisa (Zulma Mercadante), alcoólatra, recém-separada, e Curtis (Emilio Orciollo Netto), escritor de talento duvidoso e, para desgosto de Ben, homossexual. À parte a difícil convivência com os pais, os dois também têm seus problemas particulares, que não convém revelar de antemão. Ciente da qualidade do texto, o diretor Marcos Caruso não inventa moda, postura notável até na austeridade funcional do cenário de Alexandre Murucci, iluminado de acordo por Felipe Lourenço. Ao contrário, prefere apostar no bom ritmo da montagem e na envolvente dinâmica do elenco, completado por Pedro Osório e Rose Lima, que desempenham com competência papéis menores. No entrosado quarteto principal, é impossível não destacar a interpretação superlativa de Suzana, precisa em cada intervenção.
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  • Projeto que há doze anos aproxima, em encontros memoráveis, a música popular e a sonoridade sinfônica, a série ganha edição em homenagem aos 450 anos do Rio. A costura do roteiro eclético, um passeio pela história da cidade através da música, leva ao Theatro Municipal, no sábado (13), um time de primeira linha. Foram convocados o pianista Wagner Tiso, o cantor e violonista Jards Macalé, o cantor Moyseis Marques, os percussionistas Robertinho Silva e Marcos Suzano, o maestro Carlos Prazeres, à frente da Orquestra Petrobras Sinfônica, e um sexteto de tarimbados instrumentistas. Tiso, orquestra e o conjunto abrem os trabalhos lembrando Tom Jobim no pot-pourri que enfileira Samba do Avião, Garota de Ipanema e Samba de Uma Nota Só. Adiante, o programa visita o clássico samba-enredo Os Cinco Bailes da História do Rio (Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara e Mano Décio da Viola) e Expresso 2222 (Gilberto Gil), ambos na voz de Moyseis Marques. Também com banda e orquestra, Macalé defende as suas Rei de Janeiro (com Glauber Rocha) e Rio sem Tom, antes de interpretar, apenas com voz e violão, Desafinado (Tom Jobim e Newton Mendonça). Depois do momento intimista, todos rumam para o clímax, ao som de Mora na Filosofia (Monsueto e Arnaldo Passos), E Daí? (Miguel Gustavo), Acertei no Milhar (Wilson Baptista e Geraldo Pereira) e Mambo da Cantareira (Barbosa da Silva e Eloide Warton).
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  • Depois de reunir mais de 3000 pessoas na Estação Leopoldina, a festa realiza uma edição vespertina no Naília Beach Club para celebrar as maravilhas do Rio. Os DJs Tucho, Cacau, RV, Cadinho, São Gonça e  Ccel agitam a pista até as 4h da manhã.
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  • O evento recebe profissionais da literatura infanto-juvenil para uma diversificada programação de lançamentos, bate-papos e performances de ilustradores. Destaque para a presença de Ziraldo, no sábado (20), lançando o livro Nino, o Menino de Saturno, e no domingo (21), conversando sobre Viagens Muito Maluquinhas — ambas as atividades às 15h.
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  • O nome da coletiva entrega uma carta de intenções: em foco está a construção da ideia de modernidade no Brasil por meio do olhar de mulheres artistas, notadamente Tarsila do Amaral (1886-1973), ou de obras que abordam o universo feminino. O alentado acervo não discrimina técnicas nem se prende à arte moderna: há óleos de Djanira pintados nos anos 50, uma escultura de Lygia Clark da emblemática série Bicho, produzida em 1960, vídeos de Lygia Pape feitos em 1975 e impressões digitais de Rosangela Rennó, de 2009. De Tarsila são exibidos 25 pinturas e dez desenhos, a maioria com as formas arredondadas pelas quais sua obra é comumente reconhecida, como em Composição (Figura Só), óleo de 1930.
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Fonte: VEJA RIO