diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Jeremih
Jeremih: rapper americano é atração no Jockey (Foto: Divulgação)
  • Na Copa do Mundo do ano passado, o Jockey Club abrigou o Parque da Bola, um espaço de lazer gigantesco que, ao contrário da seleção em campo, fez a alegria de milhares na plateia. Parte daquele agito, com programação renovada, volta a acontecer no mesmo espaço da Tribuna C do hipódromo a partir de quinta (4). Food trucks, área para piqueniques e oficinas de arte são algumas das atrações concebidas para garantir a diversão em família no fim de semana, quando o espaço abrirá mais cedo. A coisa esquenta conforme a noite avança, com nomes de prestígio escalados para animar a festa. Já no primeiro dia, revezam-se na pista a dupla internacionalmente conhecida Tropkillaz, dos brasileiros Zé Gonzales e Laudz, Tropical Trap, Leondre Campos e MOO DJset. Na sexta (5), a estrela mais aguardada é o rapper americano Jeremih. Frequentador da parte de cima nas listas de canções mais vendidas da revista Billboard, o cantor revisita os hits Down on Me, Planes e Birthday Sex. Diana Bouth, BlackHaus Crew, Pathy DeJesus e Bernardo Campos cuidam dos pickups. A festa Esbórnia ganha a noite de sábado (6), e no domingo (7) o clima é de coisas nossas, aos cuidados do Sambinha, agito comandado por Rodrigo Lampreia. Tem mais: a agenda prevista para os doze dias de festejo inclui festa junina e estrelas como a cantora sueca Mapei
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  • Consolidade no programa de artes cênicas do país, o festival abre nova edição na quarta (3), novamente no CCBB. Ao longo de doze dias, serão encenados trezes espetáculos de oito companhias, quatro delas brasileiras. Clique para ver a programação completa.
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  • Um dos grandes cineastas americanos surgidos na segunda metade do século passado, Francis Ford Coppola é homenageado a partir de quarta (3) na retrospectiva  O Cronista da América. Até o fim de junho, CCBB e Odeon — Centro Cultural Severiano Ribeiro (este apenas a partir do dia 18) exibem 25 filmes do diretor. Para a abertura foram programados dois de seus longas menos conhecidos: a comédia Jack (113min, livre), de 1996, com Robin Williams no papel de um garoto que cresce além da conta, e Tetro (127min, 14 anos), de 2009, drama sobre o encontro de dois irmãos, em sessões às 14h e 16h30, respectivamente. O dia seguinte deve despertar mais interesse: às 18h, será exibido O Poderoso Chefão (175min, 14 anos), de 1972, o primeiro título da trilogia que rendeu a Coppola três de suas cinco estatuetas do Oscar.
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  • Botero em Pé

    Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1313, Copacabana

    Tel: (21) 3235 6314

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    Ao abrir as portas do Botero, em 2012, o chef Bruno Magalhães contribuiu para revitalizar um espaço tradicional da cidade: o Mercadinho São José, em Laranjeiras. A casa cresceu e ganhou no início do mês a primeira filial. O “sobrenome” em Pé já entrega que a proposta no ponto em Copacabana é diferente. Inicialmente instalado apenas até dezembro no imóvel onde antes funcionou a casa de sucos do Kiosque do Português, o bar investiu em pequenos balcões e mesas de bistrô. No salão de decoração simples, cartazes com uma figura rechonchuda, à moda do pintor colombiano Fernando Botero, tomam as paredes. Nos impressos também se leem frases de cunho boêmio-revolucionário, como “o bar é a maternidade das ideias perigosas” ou “o que se grita nas ruas se grita antes no bar”. Diferenças com a matriz à parte, a comida continua muito boa.

    São quatro as opções de sanduíche. Principal petisco da casa, o stracotto, uma costela cozida na cerveja, ganha a companhia de compota de cebola e queijo de minas padrão ao rechear a baguete (R$ 16,00). O botero burger (R$ 19,00) trouxe 160 gramas de um blend de acém, peito e bacon no ponto correto, além de aïoli e da adição de bacon à mesma compota do sanduba anterior. Três sugestões de cerveja em long neck para acompanhamento: Heineken (R$ 8,00), a aromática witbier carioca Jeffrey (R$ 15,00) e a potente IPA da americana Brooklyn (R$ 20,00).  

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  • Galerias

    Afonso Tostes
    Veja Rio
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    Dedicado nos últimos anos à exibição de seu trabalho escultórico, o artista mineiro retoma os pincéis nesta bela individual. Batizada Das Amarras, a mostra reúne doze trabalhos produzidos neste ano e inspirados na Odisseia, poema épico de Homero — mais especificamente em Telemaquia, conjunto dos primeiros quatro cantos da obra, que narra a volta do herói Odisseu para casa, depois de lutar na Guerra de Troia. Nesse trecho, Telêmaco, o filho do protagonista, suspeitando que o pai esteja vivo, sai à procura de pistas sobre seu paradeiro. Vestígios, de certa forma, não faltam nas criações de Tostes. Nelas, o artista combina óleos sobre tela com objetos encontrados por ele em passeios na Praia de Grumari, na Zona Oeste. São pedras, tocos de madeira, partes de barcos, redes de pesca, galhos, fios de cobre, ossos e penas de animais que, quase sempre suspensos por linhas, se interpõem entre as pinturas predominantemente azuis, evocativas do céu e do mar. Na mais impactante de todas, um pedaço de embarcação de 3 metros de comprimento por 1,30 metro de altura, com uma corda dependurada e um osso de baleia suspenso, parece condensar o espírito da mostra.
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Fonte: VEJA RIO