diversão

Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Anti-Nelson Rodrigues
Juliana Teixeira e Joaquim Lopes: em Anti-Nelson Rodrigues (Foto: Páprica Fotografia/Divulgação)
  • Era a virada dos anos 70 para os 80 quando o diretor australiano George Miller criou um policial com sede de vingança para o filme Mad Max. Interpretado pelo então novato Mel Gibson, Max virou um símbolo da cultura pop e retornou em outros dois longas-metragens, Mad Max — A Caçada Continua (1981) e Mad Max — Além da Cúpula do Trovão (1985). Três décadas depois, o realizador estreia um quarto episódio da cinessérie. Mad Max — Estrada da Fúria não é uma sequência nem uma refilmagem. Miller aproveitou a ambiência pós-apocalíptica e o clima árido das fitas anteriores e substituiu Gibson, de 59 anos, pelo musculoso Tom Hardy, de 37, o vilão Bane de Batman — O Cavaleiro das Trevas Ressurge. No início da história, Max dá uma ideia da transformação do (fim) do mundo e de como grupos rivais disputam a água e o petróleo no deserto. Logo em seguida, o protagonista passa a ser caçado por uma gangue de carecas e é conduzido aos domínios do mascarado Immortan Joe, o todo- poderoso que controla um povo carente. Braço-direito do líder, a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) o trai ao fugir com uma turma de belas parideiras. Para agradar a Joe, o jovem Nux (Nicholas Hoult) encara uma perseguição a Furiosa e leva junto o prisioneiro Max. Além da frenética abertura, Estrada da Fúria traz uma renovação à franquia com cenas alucinantes de ação — Velozes & Furiosos 7, por exemplo, já vai parecer “datado”. Miller não economiza em nada e não poupa ninguém. São duas horas agitadíssimas em um roteiro basicamente trivial, mas cuja violência extrema e insana combina perfeitamente com o caos explicitado na trama futurista. Estreou em 14/5/2015.
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  • Depois de tocar nos metrôs de Chicago, a big band formada por oito filhos do trompetista Phil Cohran já dividiu o palco e estúdios com nomes como Erika Baduh, Prince, Wu Tang Clan e Gorillaz. De volta ao Rio após dois ótimos shows em 2015, os irmãos exibem seu jazz modernoso, que passeia por soul, hip-hop e funk.
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  • Um dos grandes produtores do funk carioca, Dennis reuniu vários convidados para comemorar os dois anos do seu baile. Estarão no palco Buchecha, Monobloco, Nego do Borel e Koringa, entre outros.
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  • Uma caminhada de apenas nove quarteirões, no mesmo bairro de Ipanema, separa as duas individuais do artista carioca em cartaz na cidade. Tal proximidade geográfica reflete ainda certas adjacências estéticas. Em Uma Escultura na Sala, na Galeria Laura Alvim, Coimbra ocupa todo o espaço expositivo com uma única grande obra, composta de 29 cubos de tamanhos variados, produzidos com ferro, pintados com tinta automotiva preta e branca, vazados em duas de suas faces. Empilhadas ou justapostas (seu interior pode, inclusive, ser ocupado pelo visitante), as peças criam áreas e caminhos dentro do imóvel. Evocações à arquitetura, sem falar na idêntica paleta bicolor dos trabalhos, se fazem notar também na exposição de Coimbra em cartaz na Galeria Nara Roesler. Batizada, não por acaso, de Fatos Arquitetônicos, a mostra reúne treze obras de parede, feitas em MDF pintado, com relevos geométricos.
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Fonte: VEJA RIO