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Cinco programas imperdíveis para o fim de semana

Confira a seleção especial de VEJA RIO para deixar seu fim de semana ainda mais animado

Por: Redação VEJA RIO

Krum
Krum: drama do israelense Hanoch Levin, encenado pela primeira vez no país pela Cia Brasileira de Teatro, de Curitiba (Foto: Nana Moraes/Divulgação)
  • Drama

    Krum
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    De volta à terra natal após uma temporada no exterior, Krum (Danilo Grangheia) reencontra os tipos medíocres de sua cidade. Sua mãe (Grace Passô) parece atada às funções de progenitora, a quem só resta esperar por um neto. O amigo Tugati (Ranieri Gonzalez) é um hipocondríaco cuja indecisão sobre o melhor horário do dia para fazer exercícios se converte em dúvida existencial. Dupa (Inez Viana) almeja um marido, aparentemente o primeiro que se colocar à disposição. Truda (Renata Sorrah), sua namorada de outrora, ainda nutre esperanças claramente vãs de um casamento, a despeito do assédio do submisso Takhti (Rodrigo Ferrarini). Se a viagem de Krum serviu para algo, foi não para elevá-lo acima da vulgaridade geral, mas apenas para permiti-lo se reconhecer ordinário, tal e qual seus pares. Escrito pelo israelense Hanoch Levin (1943-1999), o drama evoca duas das influências assumidas do autor: Tchekov, com seus personagens estanques, e Beckett, pelo desencanto conciliável com o riso. De fato, por trás do niilismo, vislumbra-se um humor negro, por vezes angustiante, muito bem explorado nesta irretocável montagem da Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba. Dirigida com enorme senso de conjunto por Marcio Abreu, a encenação reforça o clima de desesperança em cada detalhe: na cenografia descarnada de Fernando Marés, com seus elementos progressivamente desordenados, na luz apropriadamente desoladora de Nadja Naira, na marcante trilha sonora de Felipe Storino, nos figurinos discretos e, por vezes, propositadamente patéticos de Ticiana Passos, e na extraordinária direção de movimento de Marcia Rubin. Formado ainda por Cris Larin, Edson Rocha e Rodrigo Bolzan, o elenco se mostra perfeitamente coeso e entrosado, mas cumpre ressaltar o timing de humor de Inez Viana, a notável capacidade de modulação de Renata Sorrah e o domínio de cena de Danilo Grangheia.
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  • Na turnê de lançamento do CD e DVD Me Leve sem Destino, o a banda surgida nos anos 80 desfila sucessos como Vento Ventania, Impossível e Janaína.
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  • Como o título entrega, esta coletiva reúne artistas estrangeiros presentes nas coleções do MAM. Não são exatamente os trabalhos mais expressivos de cada criador, mas trata-se de uma chance rara para o público carioca: ver, no mesmo lugar, criações de Pollock, Warhol, Cruz-Díez, Miró, Richter mais um punhado de grandes nomes da história da arte. Entre as obras, chama atenção um enorme óleo do americano Keith Haring, um dos expoentes da pop art, com seu traço inconfundível. Peça especialmente cara ao museu, por ter escapado do trágico incêndio que consumiu 90% do acervo da instituição em 1978, a escultura Quatro Mulheres sobre Base, do suíço Alberto Giacometti, também está na mostra.
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  • A DreamWorks vem conseguindo superar em qualidade as animações da Disney/Pixar. Embora Operação Big Hero (do estúdio do Mickey) tenha tirado o Oscar da concorrente (que competia com Como Treinar o Seu Dragão 2), neste ano a DreamWorks já brindou as plateias com o divertido Os Pinguins de Madagascar e, agora, acerta de novo. Ritmo acelerado, piadas bem sacadas, efeito fofura na medida certa e um protagonista carismático são os trunfos de Cada um na Sua Casa, livre adaptação do livro infantojuvenil homônimo, escrito pelo desenhista Adam Rex e lançado no Brasil pela Editora Gutenberg. Praticamente, apenas dois personagens são o centro da trama, mas isso não é sinônimo de tédio para a criançada. O início se dá no planeta dos Boovs, seres baixinhos de seis pernas e cor lilás que vão invadir a Terra. Oh, o personagem principal, destaca-se por ser o narrador e não se encaixar nos padrões de seus semelhantes. Ele é tagarela, inconveniente, destrambelhado e, por todos os seus defeitos, revela-se um Boov diferente, simpático e mais dócil. Quando os alienígenas chegam aqui, todos os terráqueos são removidos para uma parte inóspita do planeta. Oh instalou-se em Nova York e, atrapalhado, enviou uma mensagem para os Gorgs, inimigos número 1 de sua raça. Na missão de corrigir o erro, o pequeno extraterrestre encontra Tip, uma garota em busca de sua mãe, abduzida pelos Boovs. Começa aí uma amizade à força. Estreou em 9/4/2015.
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Fonte: VEJA RIO