CARIOCAS DO ANO

Luiz Calainho

Onipresente nos bastidores de grandes eventos artísticos da cidade, o irrequieto empresário deixou sua marca no setor de entretenimento carioca

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Onipresente nos bastidores de grandes eventos artísticos da cidade, o irrequieto empresário Luiz Calainho deixou sua marca no setor de entretenimento carioca: atuou em onze negócios, entre eles os musicais Hair e Um Violinista no Telhado, vistos por quase (Foto: Redação Veja rio)

O empresário Luiz Calainho esteve em todas durante o ano de 2011. Os musicais Hair e Um Violinista no Telhado, vistos por quase 200?000 pessoas, tiveram um dedo dele. O renascimento dos bailes de Carnaval no Píer Mauá, idem. A Feira Internacional de Arte Contemporânea, que movimentou mais de 120 milhões de reais, também. Há ainda as emissoras de rádio Sul América Paradiso e Mix Rio FM, o portal de internet Vírgula e o selo de música Musickeria. Ao todo, Calainho está envolvido em onze negócios do setor de entretenimento e suas mais diversas ramificações. Ele não para nunca. Para o ano que vem, prepara sua estreia na Marquês de Sapucaí em uma parceria de uma de suas empresas, a Aventura Produções, com a escola de samba São Clemente, cujo enredo será sobre os espetáculos da Broadway. ?Vai ser o maior musical do mundo?, empolga-se.

Com sócios do calibre de Alexandre Accioly e Ricardo Amaral em seus empreendimentos, Calainho, de 45 anos, começou cedo no ramo da diversão. Seu primeiro negócio remonta à adolescência, quando criou uma equipe de som para animar festas, ao lado do amigo Márcio Menescal. O pai famoso do parceiro, Roberto Menescal, bancou o investimento inicial da empresa. Curiosamente, Calainho coproduziu o disco mais recente do autor de O Barquinho pelo Musickeria. Com uma agenda abarrotada de compromissos, o produtor faz questão de cultivar uma vida saudável com toques zen. Alterna a malhação com corridas pela orla, pratica meditação duas vezes por dia e se submete a sessões de shiatsu. ?O segredo é sempre buscar o equilíbrio. E tomar banho de água fria?, brinca o empresário, referindo-se a outro de seus hábitos.

Fonte: VEJA RIO