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As principais exposições em cartaz na semana

Individual de Pierre Verger abre na Aliança Francesa. No Museu Histórico Nacional, exposição conta a história dos calçamentos de pedras portuguesas

Por: Rafael Teixeira

Augusto Malta
Foto de Augusto Malta: pedras portuguesas na orla do Leme (Foto: Augusto Malta/Arquivo Geral da Cidade/Divulgação)
  • Galerias

    Afonso Tostes
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    Dedicado nos últimos anos à exibição de seu trabalho escultórico, o artista mineiro retoma os pincéis nesta bela individual. Batizada Das Amarras, a mostra reúne doze trabalhos produzidos neste ano e inspirados na Odisseia, poema épico de Homero — mais especificamente em Telemaquia, conjunto dos primeiros quatro cantos da obra, que narra a volta do herói Odisseu para casa, depois de lutar na Guerra de Troia. Nesse trecho, Telêmaco, o filho do protagonista, suspeitando que o pai esteja vivo, sai à procura de pistas sobre seu paradeiro. Vestígios, de certa forma, não faltam nas criações de Tostes. Nelas, o artista combina óleos sobre tela com objetos encontrados por ele em passeios na Praia de Grumari, na Zona Oeste. São pedras, tocos de madeira, partes de barcos, redes de pesca, galhos, fios de cobre, ossos e penas de animais que, quase sempre suspensos por linhas, se interpõem entre as pinturas predominantemente azuis, evocativas do céu e do mar. Na mais impactante de todas, um pedaço de embarcação de 3 metros de comprimento por 1,30 metro de altura, com uma corda dependurada e um osso de baleia suspenso, parece condensar o espírito da mostra.
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  • Em Noturnos, a fotógrafa Betina Samaia apresenta dez imagens do Rio de Janeiro feitas à noite. Em alguns casos, o aumento do tempo de exposição da fotografia causa um interessante efeito.
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  • Em Uma Diva, uma Louca, uma Macumbeira/Meu Deus, Ela É Demais, a artista brasiliense apresenta cinquenta pinturas inéditas, em tamanhos variados, nas quais cenas esdrúxulas desvendam o nonsense político e social em que vivemos.
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  • A artista apresenta dois trabalhos: uma grande instalação feita com pedras tiradas de leitos de rios e uma série de treze obras chamada Achates, com pedaços de ágata (um tipo de quartzo) incrustados em partituras musicais. R$ 12 000,00 a R$ 25 000,00.
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  • Os limites entre desenho e fotografia são, há alguns anos, objeto de investigação na obra da paulistana Claudia Melli. Na individual Lugares Onde Nunca Estive, essas fronteiras aparecem borradas. Enxuto, o acervo reúne dezessete trabalhos, sete deles inéditos. À primeira vista, as imagens sugerem um efeito de hiper-realismo, por vezes evocando a instantaneidade da fotografia no registro de objetos em movimento. A maior parte foi criada em nanquim sobre vidro, técnica pela qual a artista tem especial predileção. Alguns exemplares, produzidos mais recentemente, também incluem tinta acrílica — usada, por exemplo, no fundo azul de uma obra sem título da série Entre-Tempos, que mostra silhuetas de cavalos de carrossel.
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  • Em O Paradoxo do Olhar, são reunidas treze imagens do fotógrafo. Todas exibem cenas do Rio e trabalham a técnica do foco seletivo, que coloca em evidência determinados detalhes, enquanto outros aparecem como manchas em uma tela.
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  • Uma instalação do artista mexicano ocupa o Salão Monumental do MAM. Durante o período da exposição, essa obra, um cubo de isopor de cerca de 6 metros cúbicos, será continuamente transformada por um grupo de escultores brasileiros que trabalham para as escolas de samba no Carnaval.
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  • Em 1966, já morando no Rio havia quase uma década, o cearense Darcílio Lima (1944-1991) passou uma temporada na Casa das Palmeiras, instituição mantida pela psiquiatra Nise da Silveira e voltada para o tratamento por meio de atividades de expressão criativa e artística. Impressionada com o talento do paciente (que sofreria de distúrbios mentais até o fim da vida), a médica o apresentou ao pintor e professor Ivan Serpa. A partir daí, sua carreira artística ganharia um impulso que o alçaria à condição de expoente da arte surrealista no Brasil. Essa breve e marcante trajetória é celebrada em Um Universo Fantástico, individual com 65 obras que abre as portas no domingo (10), na Caixa Cultural. Os trabalhos presentes são, em sua maior parte, desenhos a bico de pena, com ênfase em temas místicos, sexuais e religiosos. Gravuras, duas pinturas, uma em madeira e outra em um vaso de cerâmica, além de três exemplares da serigrafia Che Guevara, de Antonio Manoel, aquarelada por Darcílio, completam o acervo.
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  • Um dos principais ilustradores de capas da indústria fonográfica brasileira, o artista gráfico tem cerca de quarenta trabalhos exibidos. Estações multimídia apresentam depoimentos do próprio Andreato sobre sua obra.
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  • Expoentes do grafite, atuantes no Rio e em São Paulo, BR, Finok, Flip, Fais, Krrank, Pia e Toz apresentam seus trabalhos em oito telas e três fotografias com intervenções nesta coletiva.
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    Força na Peruca
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    Onze artistas de diversas formações, áreas de atuação e estilos apresentam obras em torno dos temas cabelos e perucas. São eles: Anna Bella Geiger, Alfa Siqueira, Batman Zavareze, Bruno Veiga, Cabelo, Denise Araripe, Denise Moraes, Gabriela Gusmão, Guilherme Secchin, Jefferson Svoboda e Toz.
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  • Centros culturais

    FotoRio 2015
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    Seis exposições de fotografia, todas parte da atual edição do FotoRio, ocupam simultaneamente o Centro Cultural Correios. Cinco delas são individuais: de Ana Carolina Fernandes, Zeca Linhares, Alécio de Andrade, Maria Buzanovsky e Ana Rodrigues. A coletiva Na Palma da Mão reúne fotos feitas com celular, uma amostra das cerca de 300 imagens enviadas após uma convocatória pública.
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  • Na individual Lona, o artista carioca exibe dezoito pinturas inéditas em grandes dimensões. Segundo o próprio Speridião, o foco do trabalho passa por questões políticas. R$ 23 000,00 a R$ 54 000,00.
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  • Em A Arte em 2 Segmentos, a artista reúne vinte trabalhos inéditos – separados em duas séries –,  criados por ela na última década. A primeira série, batizada como Severina, começou a ser produzida há oito anos, quando Gilda, encontrou um amigo fotógrafo que clicara o corpo de uma mulher, migrante nordestina e pobre, que morrera queimada em uma comunidade carioca. A fotografia serviu de ponto de partida para a criação de seis trabalhos. Na segunda série, Gilda trabalha em imagens de folhas, ramos, galhos e sementes, presentes em antigos slides.
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  • Embora seu nome seja pouco conhecido do grande público, Turin (1878-1949) é tido como um dos mais importantes escultores brasileiros. Oitenta peças de sua autoria estão presentes na individual.
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  • Austríaco de nascimento, o fotógrafo radicou-se no Brasil em 1939, fugindo do nazismo. Seu talento com as câmeras foi empregado com notável afinco no Rio, onde, estima-se, Klagsbrunn (1918-2005) clicou mais de 100 000 fotos. Aproximadamente 200 delas estão na alentada individual em cartaz no Museu de Arte do Rio. À parte uma minúscula parcela de registros de outros lugares, o foco recai sobre cenas cariocas, flagradas em lindas composições em preto e branco. Figuras populares, como um engraxate na Cinelândia (com o já demolido Palácio Monroe ao fundo) e dançarinos de gafieira, dividem espaço com o luxo dos bailes no Theatro Municipal e dos páreos no Jockey Club. Retratos de personalidades, a exemplo de Oscar Niemeyer, Oscarito e Bibi Ferreira, também contribuem para embelezar o acervo.
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  • Centros culturais

    Made in Brasil
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    Inaugurada em 2013, a Casa Daros abriga, desde o início, obras de artistas brasileiros em seus salões. Faltava, porém, uma coletiva de peso inteiramente voltada para eles — questão resolvida com Made in Brasil. O acervo exposto reúne mais de sessenta trabalhos de oito autores. Logo na entrada, o hipnótico vídeo Entre os Olhos, o Deserto (1997), de Miguel Rio Branco, dá as boas-vindas ao visitante com belas fotografias que se sucedem na parede. Em uma mesma sala estão agrupados 23 objetos de Waltercio Caldas, todos relacionados à ideia de livro, permitindo uma rara apreciação em conjunto dessa vertente de sua obra. Convidativa e algo misteriosa, a instalação Missão/Missões (Como Construir Catedrais), de Cildo Meireles, tem o piso repleto de moedas e o teto cheio de ossos ligados por uma torre de hóstias. Milton Machado, Ernesto Neto, Vik Muniz, Antonio Dias e José Damasceno são os outros nomes reunidos.
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  • De acordo com as palavras de Mário de Andrade (1893-1945), apenas dois pintores de sua época “contavam mesmo” no panorama da cultura brasileira: Lasar Segall (1891-1957), lituano radicado no país no início da década de 20, e o paulista Candido Portinari (1903-1962). Entre esses expoentes do modernismo nas artes plásticas brasileiras estabeleceu-se certa rivalidade, evocada na mostra. Em Mário de Andrade e Seus Dois Pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, são as ideias e opiniões do escritor que orientam a seleção e a disposição das cinquenta obras apresentadas, todas produzidas entre 1913 e 1943. Organizada sob a curadoria de Anna Paola Baptista, a exposição reúne trabalhos representativos de ambos, a exemplo de Os Eternos Caminhantes (1919) e Pogrom (1937), de Segall, e Mestiço (1934) e A Barca (1941), de Portinari. Pintados pelo primeiro em 1927 e pelo segundo oito anos depois, dois retratos de Mário de Andrade também fazem parte da seleção.
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  • Concebida pelo empresário e colecionador Raymundo de Castro Maya, a obra que dá nome à exposição foi lançada em 1965 — e ganhou reedição nos 450 anos da cidade. Trata-se de um livro sobre a história do Rio, com texto de Gilberto Ferrez e trabalhos de Jean-Baptiste Debret, Victor Meirelles e Marc Ferrez, entre outros. Uma série dessas criações está na coletiva.
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  • Physalia physalis é um ser marinho – na verdade, um colônia de seres que se assemelha a um único ser –, chamada popularmente de Caravela-Portuguesa. Em referência ao seu nome científico, fisália é como o artista Paulo Paes chama suas esculturas subaquáticas. Algumas são "colonizadas", ou seja, tornaram-se morada de organismos marinhos que nelas se fixaram, enquanto outras são "virgens". Algumas dessas obras, além de criações e documentos relacionados a essa investigação artística, são exibidas Djanir.
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  • Centros culturais

    Pierre Verger
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    Em O Rio de Pierre Fatumbi Verger, o fotógrafo e etnólogo franco-brasileiro tem quinze de seus registros da cidade apresentados. As imagens foram produzidas ao longo das décadas de 40 e 50.
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  • Entre as diversas ações que têm pipocado em comemoração dos 450 anos do Rio, esta imperdível mostra ocupa um lugar destacado. Possível somente graças a um consistente trabalho do Instituto Moreira Salles na restauração e conservação de fotos antigas, Rio: Primeiras Poses — Visões da Cidade a Partir da Chegada da Fotografia (1840-1930) reúne mais de 400 registros da cidade, pertencentes ao acervo da instituição. Sob a curadoria de Sergio Burgi, a alentada seleção traz pioneiros como Marc Ferrez (1843-1923), Georges Leuzinger (1813-1892) e Augusto Malta (1864-1957), entre muitos outros. Trata-se de fotografias para admirar sem pressa — à parte a beleza das imagens, há a graça de tentar localizar edifícios, monumentos e logradouros de hoje em cenas da virada do século XIX para o seguinte. Duas mesas interativas, sensíveis ao toque, potencializam a experiência: nelas, os visitantes podem ampliar dezenas de fotos, passear por seus detalhes e ainda descobrir, por meio de um mapa da cidade, o ponto exato onde foram clicadas. No fundo da galeria, uma projeção de 2,74 metros de altura por 9 metros de largura exibe outras imagens, todas de Ferrez, também expandidas de modo a revelar seus pormenores. Dois monitores apresentam fotosem estereoscopia, que, vistas com óculos especiais, criam um efeito tridimensional.
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  • A coletiva Rio — Uma Paixão Francesa reúne 75 fotografias e vídeos pertencentes a acervos de instituições da França: Centro Georges Pompidou, Maison Européenne de la Photographie, Société Française de la Photographie e Musée Nièpce. Entre os brasileiros presentes estão Augusto Malta e Rogério Reis, este com seu emblemático registro de jovens surfistas de trem.
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  • Centros culturais

    Robert Rauschenberg
    Veja Rio
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    Em 1960, isolado em uma colônia de pescadores na Flórida, o artista texano dedicou-se a concluir uma série de trabalhos que recriavam graficamente os 34 cantos de Inferno, primeira parte de A Divina Comédia, clássico de Dante Alighieri. Nesse conjunto, Rauschenberg (1925-2008) usou uma técnica que investigava havia dois anos: a transferência de imagens de revistas, que recebiam solventes e eram posteriormente decalcadas. Utilizando ainda aquarela e lápis de cor, ele criou gravuras que, em 1965, seriam produzidas em uma edição fac-similar autorizada pelo próprio. Vêm daí as obras apresentadas, cada uma ao lado do respectivo canto. Trata-se de imagens que fogem do lugar-comum associado ao inferno — tão belas quanto alegóricas, são desafiadoras para qualquer um que deseje buscar nelas uma relação óbvia com o texto de Dante.
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  • O nome da coletiva entrega uma carta de intenções: em foco está a construção da ideia de modernidade no Brasil por meio do olhar de mulheres artistas, notadamente Tarsila do Amaral (1886-1973), ou de obras que abordam o universo feminino. O alentado acervo não discrimina técnicas nem se prende à arte moderna: há óleos de Djanira pintados nos anos 50, uma escultura de Lygia Clark da emblemática série Bicho, produzida em 1960, vídeos de Lygia Pape feitos em 1975 e impressões digitais de Rosangela Rennó, de 2009. De Tarsila são exibidos 25 pinturas e dez desenhos, a maioria com as formas arredondadas pelas quais sua obra é comumente reconhecida, como em Composição (Figura Só), óleo de 1930.
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  • Ícones da cidade, as pedras portuguesas são o tema da mostra Tatuagens Urbanas e o Imaginário Carioca, que ocupa o Museu Histórico Nacional. Fotografias, vídeos, documentos e objetos vindos de museus brasileiros e estrangeiros contam a história desse tipo de calçamento, herdeiro histórico dos mosaicos romanos, convertido em instituição de Portugal e, posteriormente, difundido em países lusófonos. Exemplares marcantes desses pisos na cidade, como o calçadão da orla de Copacabana, aparecem em fotos de várias épocas. Especialmente curioso, um dos módulos da exposição reúne móveis, joias, obras de arte e itens de moda inspirados pelas calçadas do Rio.
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  • A coletiva aborda as relações entre arte, imagem e psicanálise, através de cerca de setenta obras pertencentes às coleções do MAM. Compõem o acervo sessenta artistas brasileiros e estrangeiros, como Artur Barrio, Anna Maria Maiolino, Djanira, Gustavo Speridião, José Damasceno, Mira Schendel, Vieira da Silva, Waltercio Caldas e Wesley Duke Lee.
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  • Palco de uma improvável sequência de ótimas exposições de fotografia nos últimos anos, o Instituto Moreira Salles acerta mais uma vez — e bem no centro do alvo — com esta belíssima individual. Em uma confluência rara, aqui estão reunidos um nome de indiscutível reputação em sua área, uma montagem impecável, uma seleção de obras tão numerosa quanto relevante e uma consistência artística que convive harmoniosamente com um irresistível apelo pop. Aos 76 anos e ainda fazendo seus cliques, o americano trouxe o status de arte para a fotografia colorida, até certa época considerada vulgar e própria apenas de publicitários e amadores. Em 1976, uma icônica exposição de suas fotos no MoMA de Nova York desnorteou os colegas e especialistas, acostumados ao habitual preto e branco. Parte significativa dessas imagens, dotadas de enorme senso de composição, está entre as 170 de A Cor Americana. Há, porém, outras séries, a exemplo da importante Los Alamos, produzida em viagens pelo sul dos Estados Unidos entre 1965 e 1974. As cores vibrantes do acervo não escondem um fio de melancolia, notável em personagens que parecem saídos de uma tela de Edward Hopper. Na mesma linha, o que dá a impressão de ser uma ode à modernização americana em fotos de carros, letreiros e outdoors deixa antever certa decadência.
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  • Centros culturais

    World Press Photo
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    Em sua 58ª edição, a coletiva é fruto de uma renomada premiação internacional dedicada ao melhor da produção fotojornalística de cada ano. Foram reunidos 145 trabalhos de 41 profissionais oriundos de dezessete países. O acervo, mais uma vez um deleite para apreciadores de fotografia, vai de imagens essencialmente noticiosas, dotadas de enorme senso de urgência, a registros nos quais o apuro estético é resultado de uma concepção mais demorada. Na primeira ala estão, por exemplo, retratos de recentes conflitos em Kiev, capital da Ucrânia, feitos pelo francês Jérôme Sessini. Nem um pouco violenta, mas também notável pelo flagrante que capturou, é a foto do chinês Bao Tailiang em que o craque argentino Lionel Messi aparece olhando fixamente para a taça da Copa do Mundo, na cerimônia de premiação, logo após perdê-la para a campeã Alemanha. Da segunda leva, chamam atenção as inacreditáveis fotos do americano Anand Varma, publicadas na revista National Geographic, com formigas que parecem saídas de um filme de terror servindo de hospedeiros para invasores parasitas. Em escala oposta, imagens feitas a 150 metros de altitude pelo polonês Kacper Kowalski convidam à admiração da forma antes mesmo que se entenda seu conteúdo — caso do enquadramento de um lago cercado por vegetação de colorido exuberante.
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Fonte: VEJA RIO