já é carnaval

Projeto resgata sambas-enredo históricos do Carnaval carioca

Teatro SESI do Centro recebe o evento Febre do Samba, com musicais e debates sobre o tema

Por: Redação VEJA RIO

Selminha e Dionísio
Selminha Sorriso e Manoel Dionísio (Foto: Divulgação)

A partir desta terça (6), o Teatro SESI, no Centro, já entra no clima da folia, com o projeto Febre de Samba. O evento, que acontece até o dia 7 de fevereiro, homenageia grandes escolas de samba em um musical que, a cada noite, recebe representantes de diferentes agremiações para relembrar as canções que marcaram época na maior festa de rua da cidade. Pela primeira vez, será realizada ainda uma série de debates sobre a Indústria do Carnaval.

O tradicional espetáculo musical acontece de 7 de janeiro a 12 de fevereiro, sempre às quartas, quintas e sextas, às 19h30. Ele se divide em duas partes para contar a história do samba-enredo e homenagear grandes agremiações de samba do Rio - a primeira abrange composições do final dos anos 20 até 1982, enquanto a segunda apresenta sambas criados a partir da construção do Sambódromo, em 1984, até os dias de hoje. No elenco fixo estão alguns ícones do Reinado de Momo, como a porta-bandeira Selminha Sorriso e os mestres-salas Claudinho MS e Manoel Dionísio.

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Entre 6 de janeiro e 10 de fevereiro, às terças, sempre às 19h, o projeto mergulha na Indústria do Carnaval, abordando temas como a economia na festa, o processo de criação do samba-enredo, o papel social das escolas de samba, as tradições e os blocos de rua. A cada dia, um especialista comanda os debates. São eles: Gabriel Bichara, Coordenador de Implementação de Projetos do Sistema FIRJAN; Maria Augusta e Luiz Carlos Magalhães, carnavalescos consagrados; Fabiana Scherer, Gerente de Cultura e Arte do SESI; e Cristina Couri, Analista de Projetos Especiais do Sistema FIRJAN.

O Teatro SESI fica na Avenida Graça Aranha, 1, Centro. O ingresso é gratuito para os debates. Para o espetáculo musical, a entrada custa R$ 10. Mais informações em www.firjan.org.br/sesicultural.

Fonte: VEJA RIO