ROCK IN RIO

Eu fui: roda gigante

Na missão de testar os brinquedos da Cidade do Rock, experimentamos um clássico dos parques de diversão, a roda gigante

Por: Rachel Sterman - Atualizado em

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(Foto: Redação Veja rio)

Roda gigante nunca foi meu forte. Aos 28 anos, eu só tinha ido uma vez a uma, durante uma viagem. E não tinha achado nada demais. No primeiro dia de Rock in Rio, no entanto, resolvi repetir a empreitada e aproveitar o day off. Digamos que se você busca emoção, a roda gigante não é a melhor opção. No mais, é bem divertido ocupar uma cabine ? especialmente no fim da tarde, horário em que estive por lá ? e observar a grandiosidade do Rock in Rio de cima...e com calma. Do alto, além de ir percebendo a movimentação das pessoas chegando e se instalando ao redor dos palcos, a vista para a Lagoa de Jacarepaguá e de um skyline montanhoso lindo valem o passeio e rendem altas fotos.

É importante lembrar: a fila pode passar (e muito) de uma hora e o trajeto todo da roda gigante soma mais de 15 minutos. Ou seja, certifique-se de que nenhum show vai começar durante a empreitada e vá ao banheiro (experiência própria)! Eu fui com uma amiga e foi engraçadíssimo, mas se eu tivesse que dar um conselho, diria que a roda gigante pode ser um programa muito bacana para casais ? ainda mais se você conseguir ir na cabine sozinho com seu par.

Por que vale a pena: a vista do ponto mais alto do trajeto o visual é incrível e pode render ótimas fotos.

A que horas ir: no fim da tarde, para pegar o pôr-do-sol, ou à noite, para ver a Cidade do Rock iluminada e cheia de gente.

Fonte: VEJA RIO