ROCK IN RIO

Dez perguntas para Ami James

O renomado tatuador e apresentador do programa New York Ink tatua os famosos de graça em uma tenda na Cidade do Rock

Por: Ernesto Neves - Atualizado em

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(Foto: Redação Veja rio)

Essa é sua primeira vez no Rio?

Sim, nunca tinha vindo ao Brasil antes. E com certeza vai ser uma experiência que vai marcar minha vida.

Além de vir ao Rock in Rio, o que você fez?

Tive apenas três dias livres de compromisso. Passeei pelas praias de Copacabana e Ipanema, e também fui surfar na Prainha. Como choveu num dos dias, isso atrapalhou um pouco. Mas foi pouco tempo para que conseguisse aproveitar as belezas do Rio.

Você já conhecia algo sobre o Brasil antes?

Sou de Miami, onde existe uma grande comunidade de brasileiros. Eu costumo ir às churrascarias que tem lá. Picanha com certeza é minha carne preferida!

E como foi a experiência de tatuar em um festival?

Antes de vir, não imaginava o tamanho disso aqui. É impressionante ver 80.000 pessoas curtindo música por tantos dias. E as pessoas chegam aqui numa vibração muito boa. Mas tatuar segue um ritual de concentração então sinto que é como estar num estúdio normal.

Tem algum tatuador brasileiro que você admire?

Sim, curto muito o trabalho do Maurício Teodoro, de São Paulo.

Quanto à música, o que você gosta de ouvir?

Sou uma pessoa muito ligada à música, ela ocupa um espaço muito grande na minha vida. Gosto principalmente de rock, mas também blues, country e jazz.

Que shows você mais gostou no Rock in Rio?

Alice in Chains, Metallica e não vejo a hora de assistir ao Iron Maiden também.

E que música não sai do seu iPod?

Tem uma música que posso ouvir repetidamente durante horas, chama-se Highwayman, do Johnny Cash.

E que tipo de tattoo você tem curtido no momento?

A arte feita no Japão é muito impressionante. Quanto mais leio sobre o assunto mais encantado eu fico.

Quais são seus planos agora?

Acabo de lançar um site dedicado à tatuagem, chama-se tattoodo.com. É como uma enciclopédia, feito para todos que amam e desejam encontrar mais informações sobre o assunto.

Fonte: VEJA RIO