Roteiro

As melhores atrações infantis do Rio

O espetáculo O Homem que Amava Caixas ganha sessões no sábado (12) e no domingo (13), no Espaço Sesc - Mezanino

Por: Carolina Barbosa

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O Homem que Amava Caixas: peça aborda o delicado relacionamento de um homem introvertido com seu filho (Foto: Lúcio César/ Divulgação)
  • Com texto e direção de Carla Reis, o espetáculo é baseado no conto dos irmãos Grimm, no qual a princesa Aurora é enfeitiçada após espetar o dedo em uma roca, dormindo um sono profundo. A montagem é protagonizada pela atriz Fabíola Romano e tem canções de Bruno Camurati. Rec. a partir de 4 anos. 
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  • Marcella Dale e Marcela Coelho promovem um jogo de musicalidade e dramatização sobre conhecidos trava-línguas, aquelas frases difíceis de dizer rapidamente. A encenação é simples, com um tapete vermelho sobre o qual a dupla se apresenta. Em figurinos que lembram trajes de bonecas de pano, elas ganham a plateia com enorme entrosamento e pleno domínio do texto (45min). Rec. a partir de 4 anos.
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  • Antonio Tigre, autor do livro homônimo levado ao palco, é professor de ioga. No musical em cartaz no Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, os adaptadores tiveram o cuidado de usar posturas bem características, mas sem exageros: a serviço da história, uma fábula de toque oriental. Estreantes no teatro infantil, os diretores Arlindo Lopes e Juliana Terra entregam um espetáculo de colorido rico, reforçado por belos figurinos de Beth Passi de Moraes, Joana Passi e Rebeca Dallmaier. Máscaras confeccionadas pela artista peruana María Arribasplata se destacam entre os elementos cênicos usados. Luciana Bollina, intérprete talentosa já vista em Hair e Sweet Charity, encarna a narradora Parvati. Em cena, ela demonstra versatilidade ao cantar, dançar e tocar instrumentos indianos. Ao longo da trama sobre o príncipe Shridhara, em sua aventura rumo ao topo dos Himalaias, o protagonista aparece no palco como um boneco (criado por Alexandre Guimarães) manipulado por Tigre. A trilha sonora de Gui Cavalcanti, executada ao vivo, mistura temas da cultura hindu à sonoridade nordestina. Apresentada com leveza e bom humor — Ganesha, a divindade em forma de elefante, passeia de patinete pelo palco —, a história do menino iogue empolga a plateia, que embarca sem esforço na viagem por paisagens pouco comuns por aqui. Rec. a partir de 4 anos.
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  • A fauna brasileira é o tema das canções, em ritmos variados, apresentadas pelo grupo BeBossa Kids. O show do sexteto tem direção musical de Zeca Rodrigues. Rec. a partir de 3 anos.
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  • Numa adaptação feita com base no livro The Man Who Loved Boxes (1999), do autor australiano Stephen Michael King, este espetáculo retrata o delicado relacionamento de um homem introvertido com seu filho. Sem nenhum diálogo, o enredo se vale de brincadeiras lúdicas e do silêncio para demonstrar o amor que um sente pelo outro. Rec. a partir de 5 anos.
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  • Mais de 100 filmes de metragens variadas, oriundos de 25 países, ocupam salas da rede Cinemark. Em sua 13ª edição, o Fici reprisa sucessos e exibe títulos inéditos por aqui, a exemplo da animação indicada ao Oscar deste ano Canção do Oceano (2014), de Tomm Moore. Estão previstas, dentre outras ao longo da semana, sessões no cinema do Downtown na segunda (7), às 14h30, em Botafogo, às 15h30, e no Carioca Shopping, às 18h30. Salas Cinemark Botafogo, Carioca e Downtown. R$ 9,00. Até domingo (13). Confira a programação completa em www.fici.com.br.
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  • Não são poucas as ousadias. Bancos e almofadas acomodam o público no palco. Os espectadores ficam todos bem perto do protagonista, um sujeito careca, de bigode, cavanhaque e tatuagens (temporárias), uma delas do Ultraman, super-herói japonês de sucesso na segunda metade do século passado. Somados, esses e outros detalhes resultam em encantamento. No monólogo em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, Juvenal (Eduardo Almeida) espera a amiga Pita — e acredita que todos que ali estão também a aguardam. Enquanto ela não chega, ele se perde em reminiscências e recorda antigas aventuras vividas ao lado da menina, sempre envolvendo um velocípede incrementado presente na montagem da Pandorga Companhia de Teatro. O texto de Cleiton Echeveste também diverte os adultos. As referências pop vão do já citado Ultraman a Os Fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo (2012), de William Joyce, ganhador do Oscar de melhor curta de animação. As coreografias desengonçadas de Eduardo Almeida e a tática inteligente de usar o teatro como cenário são outros acertos da peça dirigida por Cadu Cinelli. Fica a impressão de que Pita vai chegar a qualquer momento. Rec. a partir de 6 anos. Teatro Ziembinski (130 lugares). Rua Heitor Beltrão, s/n, Tijuca, 3234-2003. Sábado e domingo, 16h. R$ 40,00. Até dia 27 de novembro, exceto dia 19.
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  • O texto de Martina Schreiner aborda temas como a valorização das relações pessoais e a convivência em sociedade. A história mostra a jornada de Nina e seu amigo monstro em busca do coração perdido da menina. Alex Limberger, Gustavo Dienstmann e Valquiria Cardoso estão no elenco. Rec. a partir de 4 anos.
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  • De volta ao palco, a clássica história narra as aventuras do personagem do título (interpretado por Rafael de Oliveira). O menino que não quer crescer vive na Terra do Nunca em eterno conflito com o pirata Capitão Gancho (Alison Weler). Direção de Roberto Resende (50min). Rec. a partir de 2 anos. Estreou em 21/2/2016. Teatro Vanucci (450 lugares). Rua Marquês de São Vicente, 52, Loja 346, ☎ 2274-7246. → Sábado e domingo, 17h10. R$ 60,00. Bilheteria: a partir das 14h (ter. a dom.). Até o dia 28.
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  • Livremente inspirado no clássico conto do dinamarquês Hans Christian Andersen, a montagem de Dharck Tavares gira em torno de uma sereia (Rayssa Bentes) que vive num reino subaquático à espera de completar 15 anos. Quando isso ocorrer, ela poderá nadar até a superfície para escutar as histórias que seus parentes e amigos contam quando retornam de suas visitas. Rec. a partir de 2 anos. Estreou em 22/8/2015.
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  • Em 2004, homenageado na inauguração de uma creche no Paraná, Ziraldo assistiu a uma apresentação amadora organizada por Fernando Philbert, funcionário da prefeitura local. Em belo texto, o cartunista elogiou o trabalho e manifestou o desejo de ver o espetáculo no Rio. Hoje diretor-assistente de Aderbal Freire-Filho, Philbert dirige a inspirada montagem em cartaz no Teatro Fashion Mall, uma versão daquela encenação. Com texto de Luiz Estellita Lins, a trama é valorizada por cenário criativo de Natália Lana, figurino caprichado de Alessandra Padilha e iluminação viva de Vilmar Olos. Em cena, seis crianças brincam com seus dispositivos eletrônicos até que um trovão corta o sinal da internet. A saída é contar uma história para passar o tempo. A partir daí, o medroso Zeca (João Velho), encorajado por Clarinha (Júlia Oristânio), embarca numa aventura em busca de Sombra Machada (Raoni Costa), responsável por roubar as cores das coisas. No caminho, esbarram com personagens de Ziraldo, a exemplo de Flicts e da Supermãe. O elenco, formado ainda por Mayara Travassos, Eliane Carmo e Juliana Moulin, canta divertidas músicas compostas pelas irmãs Mart’nália e Maíra Freitas. Rec. a partir de 4 anos.
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  • A narrativa parte do quarto de Nassim (Caio Britto), onde todas as noites sua mãe, a muçulmana Sherazade (Suzana Abranches), conta histórias para ele e seu pai, o médico judeu Samuel (Gustavo Ottoni). Com um tanto de imaginação, eles “viajam” para locais como a Pérsia e o Egito. Rec. a partir de 5 anos. Reestreou em 5/9/2015.
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  • Projeto dos professores e músicos Janaína Rita e Leonardo Lois, o show mostra aos pequenos faixas do DVD A Turma do Tikuntá (2014). Acompanhados da banda formada por Bernardo Pellon (baixo), Fabrizio Iorio (teclados), Pedro Nogueira (guitarra) e Diego Andrade (bateria), os dois cantam músicas do repertório, a exemplo de Lili Muzzarela, Garoto Espuma e O Som da Gente, além de inéditas como Mariana Vegetariana e Pra Sempre Nós. Durante a apresentação, a dupla conta como cria seus personagens e suas canções educativas. Rec. a partir de 4 anos.
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Fonte: VEJA RIO