SEM DESCASCAR

Esmaltes em gel prometem durar 20 dias nas unhas

Sucesso nos Estados Unidos e na Europa, novidade chegou há pouco por aqui e começou agora a ganhar clientes fiéis nos salões cariocas

Por: Lais Botelho

Esmaltes em Gel
A modelo Diana Brasil: saída encontrada para manter as unhas intactas durante viagens (Foto: Felipe Fittipaldi)

Lá fora eles já podem ser encontrados facilmente nas prateleiras de farmácias e mercados. Sucesso nos Estados Unidos e na Europa, os esmaltes em gel chegaram há pouco por aqui e começaram agora a ganhar clientes fiéis nos salões cariocas. A grande vantagem da novidade é a durabilidade: a promessa é que eles fiquem intactos nas unhas por até vinte dias, quase quatro vezes mais que o produto convencional. O preço do serviço, em compensação, acompanha tal proporção, chegando a 70 reais nos endereços da Zona Sul. “Mesmo sendo mais caro, vale a pena para quem precisa viajar, por exemplo, e não quer perder tempo com isso durante o passeio. As noivas, que saem em lua de mel depois do casamento, estão procurando muito”, diz Conceição Silva, do salão Belíssima, no Leblon.

Infográfico esmaltes em gel
Passo a passo aplicação esmaltes em gel (Foto: Felipe Fittipaldi)

À primeira vista, não é possível notar nenhuma diferença com relação ao produto convencional. O processo, inclusive, começa da mesma forma. Cortadas e lixadas, as unhas, com a cutícula retirada, recebem o esmalte. Diferente­mente das versões comuns, o tal verniz é polimerizável e, para secar, precisa ser exposto à luz ultravioleta ou ao LED, numa pequena cabine, o que faz com que ele se fixe melhor e dure todo esse tempo intacto nas mãos. “Não convivo mais com aquele problema de unha descascada. Só na hora de tirar que é um pouco ruim”, diz a modelo Diana Brasil, de 26 anos, que começou a recorrer ao produto quando vai viajar. De fato, como o esmalte é bem mais resistente, sua retirada demanda paciência (e tempo) das clientes, pois são necessários cerca de 15 minutos só para limpar. “E, como é utilizado um solvente mais forte, as unhas podem ficar mais ressecadas e descamar”, alerta Flávia Novis, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Fonte: VEJA RIO