pastel chinês

Vigilância Sanitária divulga resultado de ações em pastelarias

Durante um mês, foram vistoriados 63 estabelecimentos e inutilizados 455 quilos de alimentos

Por: Redação VEJA RIO

Procon pastelaria
Operação do Procon fiscalizou pastelarias da Zona Norte (Foto: Divulgação)

Após um mês de vistorias, a Vigilância Sanitária divulgou o resultado das ações em pastelarias da cidade, que ocorreram após denúncias de uso de produtos impróprios para consumo. Durante o período, os técnicos do órgão vistoriaram 63 estabelecimentos e inutilizados 455 quilos de alimentos. Do total inspecionado, 15 estabelecimentos foram interditados totalmente, 36 receberam termos de intimação para que fizessem obras e melhorias estruturais e 51 receberam multas. As principais infrações foram falta de higiene, presença de animais nos estabelecimentos e alimentos impróprios para o consumo. Os produtos inutilizados foram carne moída, frango, requeijão, linguiça calabresa, presunto, queijos e molhos que seriam utilizados no preparo de recheios de pastel.

A condição imprópria dos alimentos foi confirmada pelo laboratório de Controle de Produtos da Vigilância Sanitária, após análise microbiológica e microscópica de amostras coletadas nas inspeções. Das 106 análises de salgados e recheios, 18,86% foram insatisfatórias e apontaram presença de microorganismos nocivos, como bactérias que podem causar intoxicação alimentar e provocar diarréia, náuseas, vômitos e dores abdominais.

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A ação especial em pastelarias começou no dia 16 de abril e terminou no último final de semana. A fiscalização dos estabelecimentos, no entanto, continua em toda a cidade. E, para isso, a Vigilância Sanitária conta com denúncias de consumidores, que podem indicar locais suspeitos de comercializarem alimentos adulterados e que apresentem condições inadequadas de higiene através da Central 1746. A Vigilância Sanitária informa que a inadequação dos estabelecimentos gera punições previstas em lei, que vão desde a aplicação de multas à interdição total de estabelecimentos.

 

Fonte: VEJA RIO