Comidinhas

Enfim, na vitrine

Fabiana D?Angelo abre a primeira loja para vender seus elogiados brigadeiros

Por: Fábio Codeço - Atualizado em

COMIDA ✪✪✪ | AMBIENTE ✪✪ | ATENDIMENTO ✪✪

Fernando lemos
(Foto: Redação Veja rio)

Requisitada por socialites e famosos, como as atrizes Carolina Ferraz, Flávia Alessandra e Luana Piovani, a doceira Fabiana D?Angelo há dez anos produz os mais badalados brigadeiros da cidade. Ao fazê-los circular em festas da alta-roda, ela foi uma das responsáveis por quebrar tabus e elevar o simplório docinho ao status de iguaria fina. Rompeu fronteiras. No mês passado, seus quitutes foram servidos numa solenidade da Canning House, instituição em Londres que visa a estreitar os laços entre a Grã-Bretanha e os países latino-americanos. Agora, a boa-nova. Antes disponíveis apenas por encomenda de, no mínimo, cinquenta unidades, essas pequenas delícias passaram a ser vendidas no varejo.

Inaugurada no começo do mês em um quiosque no 2º piso do shopping Fashion Mall, em São Conrado, a Fabiana D?Angelo Brigadeiros é a primeira loja da confeiteira, que fabrica em média 120 000 docinhos por mês. A casa oferece 23 versões do produto, com variações de ingredientes e coberturas, a R$ 3,00 cada peça. Granulados coloridos, chumbinhos de chocolate dourados, macadâmia, pistache e noz-pecã são alguns exemplos. Outras dicas saborosas: chocolate belga amargo, damasco com coco, ovomaltine e limão.

Para levá-los para casa, há embalagens para nove (R$ 40,00) ou dezesseis unidades (R$ 60,00). Também é possível adquiri-los em bisnagas de 40 gramas (R$ 8,00) e em pequenas caçarolas esmaltadas de cores vibrantes (R$ 25,00 cada uma). Recheadas de brigadeiro ao leite, elas vêm com uma colherzinha e compõem um gracioso presente.

Fabiana D?Angelo Brigadeiros. Estrada da Gávea, 899, 2° piso (Shopping Fashion Mall), São Conrado, ☎ 3322-4570, 2422-5595 e 3596-5090. 10h/22h. Cc: M e V. (somente para pedidos acima de R$ 40,00). Cd: todos. Estac. (R$ 8,00 por duas horas). www.brigadeirosfabianadangelo.com.br. Aberto em 2011.

Fonte: VEJA RIO