CINEMA

Três perguntas para Alexandre Nero

O ator curitibano está na novela Além do Horizonte, no programa Amor & Sexo e volta a representar Baltazar na comédia Crô

Por: Miguel Barbieri Jr. - Atualizado em

Sergio Santoian
(Foto: Redação Veja rio)

Foi fácil voltar ao mesmo papel da novela Fina Estampa, de 2011?

Minha relação com o Baltazar é complicada. Fina Estampa foi minha primeira novela das 9 e o personagem tornou-se extremamente popular. A dupla com o Marcelo Serrado, o Crô, virou uma febre. No dia seguinte ao fim da novela, eu ?matei? o Baltazar. Fiz o óbito dele nas redes sociais e peguei uma birra imensa. Se fosse naquela época, teria dito não ao filme. Achei que ficaria marcado por um papel só. Mas aí veio o sucesso do Stênio, de Salve Jorge, e o medo acabou. Só assim consegui aceitá-lo de volta.

O que acha da homofobia do Baltazar?

A cultura brasileira é homofóbica, racista, machista... Qualquer preconceito vem da ignorância. Não sou do tipo de generalizar, mas imagino que muito homofóbico seja gay enrustido.

Depois do sucesso do Stênio, em Salve Jorge, ficou com vontade de protagonizar uma novela?

É claro que isso me passou pela cabeça. Mas ainda não estou preparado. Se eu fizer um mocinho, acho que o estereótipo do bem pode me complicar. As pessoas ficam com o pé atrás quando os protagonistas são muito bons.

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Fonte: VEJA RIO