nação secreta

Novo Missão Impossível estreia no circuito carioca

Quinto episódio da ação estrelada por Tom Cruise entra em cartaz. Confira os outros outros 11 filmes

Por: Jana Sampaio - Atualizado em

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(Foto: Divulgação)

Principal estreia da semana, Missão Impossível - Nação Secreta, protagonizada pelo astro hollywoodiano Tom Cruise, entra no circuito carioca. Outro filme que vale o ingresso é o drama policial Na Próxima, Acerto no Coração, estrelado por Guillaume Canet. Fique atento também à comédia Sobre Amigos, Amor & Vinho e A Dama DouradaPara aqueles que cresceram lendo o clássico do francês Antoine de Saint-Exupéry, a pré-estreia O Pequeno Príncipe é outra que promete agradar adultos e crianças. 

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Confira a programação completa:

  • Diretor de Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos (1999), Marcelo Masagão faz uma colagem com mais de 2 000 atores na livre adaptação de O Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud. Estreou em 30/7/2015.
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  • Em 2013, a diretora Laura Poitras recebeu um e-mail assinado com o pseudônimo “citizen four”. O contato foi o primeiro de uma série em que Edward Snowden, ex-analista de sistemas da Agência Nacional dos Estados Unidos (NSA), revelaria detalhes sobre o escândalo que comprovou atos de espionagem por parte do governo norte-americano. Vencedor do Oscar de melhor documentário, o longa retrata os primeiros encontros entre Laura, Snowden e o jornalista Glenn Greenwald, do jornal britânico The Guardian, responsável pela divulgação dos primeiros materiais. O filme encerra a trilogia sobre os EUA pós-11 de setembro de 2001, que conta ainda com os títulos My Country, My Country e The Oath.
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  • Maria Altmann (na fase madura interpretada por Helen Mirren) nasceu na Áustria e, acompanhada do marido, deixou a família em seu país, já dominado por Hitler, em 1938. Radicada em Los Angeles desde então, Maria é dona de uma butique feminina e possui um padrão econômico de classe média. Sua vida sofre uma guinada quando, em 1998, ela decide reaver cinco telas do pintor Gustav Klimt, entre elas o famoso Retrato de Adele Bloch-Bauer (conhecido como A Dama Dourada), que foram roubadas de sua família pelos nazistas — Maria era sobrinha de Adele. A batalha será árdua e complicada. Símbolo da arte austríaca, o quadro integra o acervo da Galeria Nacional, e o governo não tem intenção de repatriar a obra. Para ajudá-la no caso, entra na parada o perseverante advogado Randy Schoenberg (Ryan Reynolds). Com roteiro inspirado livremente no livro-reportagem de Anne-Marie O’Connor, o filme faz um bom equilíbrio de drama de tribunal e suspense e registra, com forte carga emocional, a agonia dos judeus na iminência da II Guerra. Simon Curtis, diretor de Sete Dias com Marilyn, dá ritmo e tensão à história. Embora de gerações e filmografias muito distintas, a dupla de protagonistas consegue ótima química em cena. Estreou em 13/8/2015.
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  • Alguém disse que a gorducha Rebel Wilson era engraçada e outro falou que a atriz Elizabeth Banks poderia dirigir um longa-metragem. Assim nasceu A Escolha Perfeita 2, continuação da já banal comédia musical, lançada em dezembro de 2012. O roteiro reprisa quase a mesma história. Embora humilhado numa exibição no aniversário do presidente Barack Obama (no único momento divertido da trama), o grupo de universitárias As Belas deseja representar os Estados Unidos em uma competição internacional de cantoria a capela em Copenhague, na Dinamarca. O conjunto, liderado por Beca (Anna Kendrick), Amy (Rebel Wilson) e Chloe (Brittany Snow), terá, contudo, de enfrentar a concorrência. Até chegar à apresentação final (com um pinguinho de emoção), o filme se divide em números musicais esticados, piadas sem graça e romances aguados. Nem mesmo a presença da talentosa Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita), nova integrante da turma, consegue dar algum ânimo à sequência mais dispensável do ano. Estreou em 13/8/2015.
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  • No início do século XVIII, um cartógrafo inglês (papel de Jason Flemyng) embarca numa aventura para mapear as terras da da Transilvânia. Estreou em 13/8/2015.
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  • Com J.J. Abrams e Brad Bird no comando, respectivamente, do terceiro e quarto episódios, a cinessérie poderia correr um grande risco com a troca de diretor. Mas Missão: Impossível — Nação Secreta passa muito bem pelo padrão de qualidade e, sem arranhões, consegue respeitar o eletrizante pique dos filmes anteriores. É uma surpresa, sobretudo, porque o novo cineasta (e roteirista), Christopher McQuarrie, dirigiu Tom Cruise no insosso e pouco notado Jack Reacher (2012). Ele se redime aqui com uma trama de fôlego intenso, vibrantes cenas de ação e um tempero de humor provocado pelo ator inglês Simon Pegg. Nada estaria tão azeitado, contudo, se Tom Cruise não estivesse na linha de frente — além de protagonista, ele é produtor. Quanto mais absurdo, melhor. A frase, que também vale para a franquia Velozes & Furiosos, aplica-se nesta fita em diversos momentos, e, por isso, convém pôr o realismo de lado para embarcar na fantasia. A história começa com a já famosa sequência em que Ethan Hunt (Cruise) se agarra à porta de um avião em decolagem. Após a missão, ele e sua equipe caem em desgraça diante de um chefão da CIA (papel de Alec Baldwin). Fica decidido, então, que o IMF, órgão supersecreto para o qual eles atuam, chegou ao fim. Entretanto, Hunt decide manter-se, secretamente, na função para encontrar o líder do Sindicato, organização terrorista responsável por atentados no mundo. Há locações em Londres, Marrocos e Viena, uma boa espiã dissimulada (Rebecca Ferguson) e um senso de ritmo para não deixar a peteca cair. Quer programa pipoca melhor? Estreou em 13/8/2015.
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  • Inspirado em um episódio verídico, o drama Na Próxima, Acerto no Coração traz à tona um personagem singular. Alain Lamare, no filme chamado Franck Neuhart, apavorou os habitantes da região de Oise, na França, no fim da década de 70. Policial acima de qualquer suspeita, esse sujeito taciturno (e muito bem interpretado por Guillaume Canet) tinha um lado perverso. Durante as folgas, Franck dava carona a moças e as matava à quei maroupa. Era ele também um dos investigadores dos próprios crimes. Solitário e sem namorada, o serial killer conseguiu conquistar a atenção da faxineira de sua casa (papel de Ana Girardot). Assim como o protagonista, o longa-metragem adota uma narrativa sóbria, cinzenta e discreta. Despreza os julgamentos morais para investir no registro frio de uma alma atormentada. Estreou em 13/8/2015.
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  • Pontos de São Paulo bem escolhidos, fotografa em preto e branco deslumbrante e a diferenciada filmagem em formato scope não fazem um bom filme. Embora o olhar do diretor sobre a capital paulista seja incisivo e a premissa instigue, o drama rasteja em sequências muito lentas, deixando o suspense frouxo. Na trama, o arquiteto João Carlos (Irandhir Santos) toca uma obra em um terreno que pertenceu ao seu avô. Para complicar o trabalho, ossos humanos são descobertos por lá. Mesmo alertado pelo mestre de obras (papel de Júlio Andrade), o protagonista, prestes a ser pai, fica em dúvida sobre qual decisão tomar. Estreou em 13/8/2015.
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  • Aviso aos navegantes: embora contenha trechos do best-seller de Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe vai além do romance. E talvez seu deslize esteja, justamente, na pretensão de ter uma história maior. Produção francesa dirigida pelo americano Mark Osborne (do primeiro Kung Fu Panda), a animação, com uma beleza tão arrebatadora quanto poética, é um primor esteticamente. Enquanto os tempos modernos ganharam técnica em 3D, a trajetória do personagem do livro foi feita em stop motion (quadro a quadro). A trama começa divertida focando uma menina treinada pela mãe para ingressar numa prestigiada escola. Como ela não passa no teste, as duas se mudam para um condomínio e, durante as férias de verão, a garota será obrigada a estudar muito e seguir regras severas. Seu metódico cotidiano, contudo, sofre uma reviravolta quando ela conhece o vizinho da casa ao lado. O idoso mora sozinho e tenta convencer a criança a ser sua amiga. Ela resiste, mas, aos poucos, se interessa pela história contada pelo velho. Nela, seu novo companheiro relembra a vida de aviador e como conheceu, no deserto, o pequeno príncipe, habitante único de um planeta um pouco maior do que ele. No vaivém dos dois contos, o enredo principal (a inusitada amizade dos protagonistas) perde o fôlego. Para o público infantil, o desenho tem ingenuidade e pureza para satisfazer os menorzinhos, embora a duração seja longa e o ritmo, às vezes, lento. Adultos também podem curtir, caso ainda tenham uma criança chorona dentro de si. Estreou em 20/8/2015.
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  • Após sofrer um ataque cardíaco, o cinquentão Antoine Chevalier (Lambert Wilson) decide repensar seu modo de vida. A comédia, então, enfoca seu novo cotidiano. Estreia prometida para 6/8/2015.
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Fonte: VEJA RIO