vai um cineminha aí?

Missão Impossível segue em 36 salas de cinema no Rio

Ação protagonizada por Tom Cruise  e animação O Pequeno Príncipe estão entre os 36 filmes em cartaz

Por: Jana Sampaio - Atualizado em

Missão Impossível
Tom Cruise protagoniza o novo filme da sequência Missão Impossível (Foto: Divulgação)

Fique de olho também nas fitas Enquanto Somos Jovens, Uma Nova Amiga, Divertida Mente, A Dama Dourada, Sobre Amigos, Amor e Vinho, O Úitimo Cine Drive-In e Gemma Bovery.

Confira a programação completa:

 

  • Aos 84 anos, o veterano diretor francês Jean- Luc Godard, expoente da nouvelle vague na década de 60, faz uso do 3D em seu novo trabalho. Trata-se de um drama envolvendo um homem (Kamel Abdeli) e uma mulher casada (Héloïse Godet) discutindo filosofia. sob o olhar atento de um cão. Estreia prometida para 30/7/2015.
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  • A novela infantil, que foi ao ar pelo SBT entre maio de 2012 e julho de 2013, ganha seu primeiro longa-metragem, em pré-estreia e lançamento marcados para quinta (23/7). Deve fazer sucesso porque fã que é fã deve aprovar. Os personagens de Carrossel — O Filme são os mesmos, assim como os atores, mas a sala de aula foi trocada por um acampamento de férias. Para lá rumam a diretora Olívia (Noemi Gerbelli), a faxineira Graça (Márcia de Oliveira) e dezesseis alunos. O dono, Sr. Campos (Orival Pessini), e o assistente dele, Alan (Gabriel Calamari), o “colírio” das meninas, os recebem. Começa aí a aventura? Não! Pelo roteiro raquítico, cenas de pastelão são enxertadas numa história nada empolgante, cujos conflitos se resolvem de modo óbvio e rasteiro. Entre eles está o romance de David (Guilherme Seta) e Valéria (Maisa da Silva), ameaçado pela divisão do grupo para participar de gincanas. O maior problema, porém, leva o nome de Gonzáles (Paulo Miklos). Acompanhado de seu fiel escudeiro (Oscar Filho), esse sujeito asqueroso quer comprar o sítio e, sem sucesso, passa a sabotar a propriedade. O cinema nacional perde, outra vez, a oportunidade de entregar um produto criativo para crianças e pré-adolescentes. A fórmula deu certo na TV e segue aqui pelo mesmo caminho: o filme se vale de piadinhas manjadas, situações românticas extremamente ingênuas e, além de vilões estereotipados, as armadilhas para pegá-los lembram as peripécias de Macaulay Culkin em Esqueceram de Mim, uma fita com mais de duas décadas (!!). A trilha sonora e os números musicais garantem, ao menos, sopros de harmonia. Último alerta: Cirilo (papel de Jean Paulo Campos) e Maria Joaquina (Larissa Manoela), estrelas do folhetim da TV, têm aqui participação igual à dos outros colegas, fato que pode causar certa decepção nos pequenos. Estreia prometida para 23/7/2015.
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  • O documentário de Joana Nin conta a história de sete mulheres apaixonadas por presidiários. Reféns dos seus amores bandidos, elas falam sobre a distância e as limitações da prisão no relacionamento e na esperança de constituírem famílias. Direção: Joana Nin (Brasil, 2013, 77min). 12 anos. Estreou em 20/8/2015.
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  • Banhos, de 1999, era um eficiente retrato da China, dividida entre gerações. Diretor daquele filme, Zhang Yang tenta algo semelhante em seu novo trabalho, O Ciclo da Vida. A história cobre a trajetória de idosos numa casa de repouso, mas concentra-se, sobretudo, no senhor Ge (Xu Huanshan), que perdeu a segunda esposa, foi despejado por seu enteado em troca de dinheiro e tem rusgas permanentes com o filho. Ele vai, então, à procura do velho amigo Zhou (Wu Tian- Ming). Lá, ambos ficam às voltas com as durezas da idade e, para descontrair, ensaiam uma divertida apresentação para um concurso de TV. Apesar de muitas vezes ser um registro duro e realista da velhice, o longa-metragem escorrega em concessões sentimentais. A melosa trilha sonora instrumental, por exemplo, pontua cada momento de emoção. Também são dispensáveis as forçosas sequências para arrancar lágrimas do espectador à custa de uma morte anunciada. Estreou em 16/7/2015.
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  • Héctor (Lucio Giménez Cacho) tem 15 anos e, no fim da temporada de verão, vai passar uns dias num hotel do litoral, praticamente às moscas. A companhia de sua mãe, Paloma (María Renée Prudencio), parece ser ideal. Em sintonia, eles matam o tempo esticando-se ao sol e jogando cartas. A entrada da garota Jazmín (Danae Reynaud) na trama de Club Sandwich traz certa desarmonia à relação. Embora com uma premissa atraente sobre a intensidade do amor materno na adolescência, a comédia dramática mexicana fica na superfície da abordagem e, com uma narrativa contemplativa, despreza as palavras mais duras em nome de silêncios descartáveis. Estreou em 9/4/2015.
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  • Finalista do Oscar 2015 de melhor animação, O Conto da Princesa Kaguya perdeu o prêmio para Operação Big Hero. Dá para compreender a decisão. Ao contrário do desenho animado vencedor, da Disney, com apelo muito mais popular, a pequena obra-prima japonesa segue a “antiga” técnica dos traços manuais e traz à tona uma fábula, por vezes complexa, do século X. Embora seja um (longo) filme para a admiração dos adultos, os mais crescidinhos podem se entreter com a magia da trama. Nela, um cortador de bambu encontra um minúsculo bebê dentro de um caule e o leva para casa. Como não têm filhos, ele e a esposa decidem criar a menina, cuja velocidade de crescimento se revela espantosa. O pai deseja o melhor para a filha e, ao receber uma fortuna, deixa o campo em direção à cidade, constrói um casarão e espera a visita de pretendentes para sua princesa Kaguya. Rebelde, a jovem despreza as tradições e quer ter opinião e escolhas próprias. Em cores esmaecidas e estilo impressionista, o desenho arrebata pelo esplêndido visual, um precioso trabalho do veterano cineasta Isao Takahata, de 79 anos, um dos fundadores do já lendário estúdio Ghibli. Estreou em 16/7/2015.
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  • Maria Altmann (na fase madura interpretada por Helen Mirren) nasceu na Áustria e, acompanhada do marido, deixou a família em seu país, já dominado por Hitler, em 1938. Radicada em Los Angeles desde então, Maria é dona de uma butique feminina e possui um padrão econômico de classe média. Sua vida sofre uma guinada quando, em 1998, ela decide reaver cinco telas do pintor Gustav Klimt, entre elas o famoso Retrato de Adele Bloch-Bauer (conhecido como A Dama Dourada), que foram roubadas de sua família pelos nazistas — Maria era sobrinha de Adele. A batalha será árdua e complicada. Símbolo da arte austríaca, o quadro integra o acervo da Galeria Nacional, e o governo não tem intenção de repatriar a obra. Para ajudá-la no caso, entra na parada o perseverante advogado Randy Schoenberg (Ryan Reynolds). Com roteiro inspirado livremente no livro-reportagem de Anne-Marie O’Connor, o filme faz um bom equilíbrio de drama de tribunal e suspense e registra, com forte carga emocional, a agonia dos judeus na iminência da II Guerra. Simon Curtis, diretor de Sete Dias com Marilyn, dá ritmo e tensão à história. Embora de gerações e filmografias muito distintas, a dupla de protagonistas consegue ótima química em cena. Estreou em 13/8/2015.
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  • Na nova animação da Pixar, Riley tem 11 anos e acabou de mudar-se com seus pais para São Francisco. Sua mente é controlada pelos personagens Alegria, Medo, Raiva, Nojinho e Tristeza, que tentam deixar a menina sempre em  alto astral. Infeliz na nova cidade, Riley vai ficar temperamental enquanto suas emoções tentam deixá-la mais controlada. Estreia prometida para 18/6/2015.
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  • Duas noivas esperam, em uma sala da igreja, enquanto seus casamentos não começam. Mas elas não estão ansiosas, como o esperado. Enquanto aguardam serem chamadas para o início de suas respectivas cerimônias, refletem sobre suas relações e vidas. Estreia prometida para 2/7/2015.
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  • Comédia dramática

    Enquanto Somos Jovens
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    Cornelia (Naomi Watts) e Josh Srebnick (Ben Stiller) são casados há anos. Incomodados com o envelhecimento, estão cansados da maneira conservadora como vivem. Jamie (Adam Driver) e Darby (Amanda Seyfried) se aproximam dos dois e Josh, encantado com o estilo de vida e o ânimo da dupla, sonha voltar a ser jovem. Estreia prometida para 4/6/2015.
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  • O seriado Entourage durou oito temporadas, de 2004 a 2011. Tardiamente, chega aos cinemas uma versão em longa metragem com os mesmos personagens. Não é preciso, porém, ter visto a série para embarcar na trama de Entourage — Fama e Amizade, uma sátira rasgada aos bastidores do cinema. Há um rápido prólogo para explicar quem são os protagonistas. Vince (Adrian Grenier), bonito canastrão, tem grandes sucessos de bilheteria. À sua volta orbitam os amigos Turtle (Jerry Ferrara) e Eric (Kevin Connolly), além do irmão (Kevin Dillon), um ator igualmente medíocre. O astro vive rodeado de mulheres e tem a meta de crescer na carreira. Sua próxima empreitada será estrelar e dirigir uma versão modernosa de O Médico e o Monstro. Antes empresário dele, Ari Gold (Jeremy Piven) virou mandachuva do estúdio que está bancando a produção e, para seu desespero, precisa descolar mais grana para a finalização. Isso o leva a um ricaço (Billy Bob Thornton) cujo filho (papel de Haley Joel Osment) terá o poder de decisão. Sexista, o roteiro faz troça com gays e deixa aforar o lado hedonista de Vince. Se enxergou aí um humor politicamente incorreto, você tem ao menos um motivo para pegar uma sessão. Estreou em 20/8/2015.
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  • Alguém disse que a gorducha Rebel Wilson era engraçada e outro falou que a atriz Elizabeth Banks poderia dirigir um longa-metragem. Assim nasceu A Escolha Perfeita 2, continuação da já banal comédia musical, lançada em dezembro de 2012. O roteiro reprisa quase a mesma história. Embora humilhado numa exibição no aniversário do presidente Barack Obama (no único momento divertido da trama), o grupo de universitárias As Belas deseja representar os Estados Unidos em uma competição internacional de cantoria a capela em Copenhague, na Dinamarca. O conjunto, liderado por Beca (Anna Kendrick), Amy (Rebel Wilson) e Chloe (Brittany Snow), terá, contudo, de enfrentar a concorrência. Até chegar à apresentação final (com um pinguinho de emoção), o filme se divide em números musicais esticados, piadas sem graça e romances aguados. Nem mesmo a presença da talentosa Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita), nova integrante da turma, consegue dar algum ânimo à sequência mais dispensável do ano. Estreou em 13/8/2015.
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  • O tempo passa, novos temas surgem, mas o cinema ainda insiste em querer inovar em algo que O Exorcista já mostrou há 42 anos. Na pretensão de assustar as plateias, Exorcistas do Vaticano é uma cópia esquálida do filme de terror estrelado por Linda Blair. Agora, Olivia Taylor Dudley assume o posto de Angela, a jovem possuída pelo demônio. Tudo começa com um corte em seu dedo e, em seguida, um acidente de carro. Ao sair do coma, Angela muda de comportamento, para espanto do namorado (John Patrick Amedori) e do pai (Dougray Scott). Um padre observador (Michael Peña) sugere, lá pelas tantas, um exorcismo. O diretor Mark Neveldine estreou bem no cinema com o violento (e politicamente incorreto) Adrenalina (2006) e derrapou na curva em Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2011). Na base do mais do mesmo, comanda seu novo trabalho como um burocrata. Estreou em 20/8/2015.
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  • Madame Bovary, clássico de 1857, escrito por Gustave Flaubert, ganhou uma releitura em Gemma Bovery — A Vida Imita a Arte, comédia dramática da diretora Anne Fontaine (de Coco Antes de Chanel). O terreno aqui não é o da adaptação (nem livre nem contemporânea). Roteirista e realizadora, Anne leva Emma Bovary, a protagonista do livro, para a Normandia e a ela dá um nome quase igual. Inglesa, Gemma Bovery (papel de Gemma Arterton) muda-se com o marido (Jason Flemyng) para o vilarejo francês e lá, com o passar do tempo, nota ser uma estranha no ninho, embora consiga enxergar qualidades na vida campestre. O tédio bate à porta e, assediada por um jovem herdeiro (Niels Schneider), Gemma, tal qual a personagem de Flaubert, não resiste à tentação. O conturbado cotidiano dela passa a ser observado pelo vizinho: Martin Joubert (Fabrice Luchini), um padeiro que trocou Paris pela tranquilidade rural, consegue, assim, animar seu dia a dia. O casamento entre literatura e cinema, tão lugar-comum desde os primórdios, ganha aqui uma variante criativa. Além da narrativa fluente, elegante e pontilhada de humor e tensão, o longa-metragem presta uma homenagem a Flaubert sem que o espectador precise ter lido nem mesmo a orelha de Madame Bovary. Estreou em 6/8/2015.
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  • Primeiro longa da diretora Bárbara Tavares, o documentário aborda a vida e a obra de um dos precursores da ioga no Brasil. Com depoimentos de personalidades como Chico Xavier, Marcelo Yuka e Jackson Antunes, o filme traz imagens inéditas e a última entrevista do militar José Hermógenes de Andrade Filho (1921-2015), que dedicou mais de cinquenta anos à técnica indiana.
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  • Mais um personagem da Marvel chega aos cinemas, agora tendo Paul Rudd (Eu Te Amo, Cara) na pele do ladrão Scott Lang. Ele sabe de suas habilidades para encolher de tamanho e precisa aceitar que é um herói e ajudar a salvar o mundo de novas ameaças. A primeira aventura do Homem-Formiga ganha a direção de Peyton Reed, o mesmo da comédia Sim, Senhor. Estreia prometida para 16/7/2015.
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  • Diretor inglês politizado, Ken Loach deu uma relaxada em seus últimos trabalhos, as comédias À Procura de Eric (2009) e A Parte dos Anjos (2012). Jimmy’s Hall faz o cineasta retomar a veia política, contestatória e rebelde de sua filmografia. No enredo do drama, inspirado em personagem real, James Gralton (Barry Ward) retorna à sua cidade natal, no interior da Irlanda, após viver dez anos nos Estados Unidos. Lá, encontra um grupo de jovens sedentos de novidades, carentes de diversão e cultura. Embora marcado por seu passado libertário, Jimmy (seu apelido) decide reabrir um salão (o hall do título) para abrigar aulas de dança, literatura e artes. Um padre católico, porém, não vê a iniciativa com bons olhos e força os conservadores a boicotar o local. A persistência do protagonista em manter-se fel à causa traz à tona outras discussões, como a luta de classes e a liberdade de expressão. Estreou em 6/8/2015.
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  • Em 1983, o bilionário Freddy Heineken (papel de Anthony Hopkins), dono da cervejaria holandesa, foi sequestrado em Amsterdã. Cor van Hout (Jim Sturgess), cabeça do grupo de criminosos de primeira viagem, tinha como parceiro o cunhado, Willem (Sam Worthington), além de um amigo (Ryan Kwanten) e mais dois sujeitos inexperientes. No cativeiro, acompanhado de seu motorista, Heineken esperou dias para ser libertado enquanto a gangue enfiava os pés pelas mãos. A história de Jogada de Mestre, inspirada em episódio real, ganha ares de thriller nas mãos do diretor sueco Daniel Alfredson. Além de um drama familiar (o pai de Willem havia sido demitido da Heineken), o roteiro é pontilhado de tensão e valorizado na empenhada atuação de Sturgess (Across the Universe) e Worthington (Avatar). Estreou em 30/7/2015.
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  • Uma das mais queridas estrelas da TV, Glória Pires já mandou muito também no cinema em trabalhos dramáticos, como Flores Raras, e comédias, a exemplo de Se Eu Fosse Você. Sua volta ao humor se dá em Linda de Morrer, cuja premissa é atraente. Na pele da dermatologista Paula, a atriz inventa um remédio capaz de acabar com a celulite. A médica não tem tempo para nada. Trata-se de uma egocêntrica que mal conversa com a filha, Alice (Antonia Moraes), e só pensa na carreira e no sucesso de vendas do medicamento. No dia do lançamento do Milagra, porém, Paula morre em decorrência dos efeitos colaterais. No além, encontra com uma mãe de santo (Susana Vieira) e, por meio dela, chega até Daniel (Emilio Dantas). Embora seja psicólogo, o rapaz possui o dom da mediunidade e pode ajudar Paula a ter contato com a herdeira. Seguem-se, então, as brincadeiras de gosto duvidoso com o espiritismo, a entrada de um vilão estereotipado (o sócio de Paula, papel de Angelo Paes Leme) e, claro, os momentos de redenção e reconciliações. A fórmula vem pronta para que a plateia caia na risada — isso no caso de alguém (ainda) achar graça em um homem fazer trejeitos femininos por estar “tomado” por uma mulher. A produção pobrinha, incluindo aí os modelitos de Glória e os efeitos visuais, conta pontos para derrubar do cavalo a grande intérprete. Estreou em 20/8/2015.
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  • Comédia dramática

    Magic Mike XXL
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    Na sequência do drama de 2012, Mike (Channing Tatum) abandonou a vida de stripper, casou e faz trabalhos de marcenaria. Contudo, é tentado pelos ex-colegas a embarcar numa aventura e fazer uma apresentação sensual para uma competição na Flórida. Estreia prometida para 30/7/2015.
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  • O sucesso da série no canal Multishow gerou um bem-sucedido longa-metragem em 2013 e também uma peça em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Era esperada, portanto, uma continuação da trajetória conjugal de Fábio e Miá, sempre interpretados pelos atores Fábio Porchat e Miá Mello. A trama de Meu Passado Me Condena 2 se passa três anos após o casamento deles. Uma crise abateu-se sobre o relacionamento e, de Portugal, vem a oportunidade de reaquecer a paixão. A avó de Fábio morreu e o avô (Antônio Pedro) pede a presença do neto no enterro. Em uma bela quinta no interior, desenrolam-se as confusões amorosas. Fábio reencontra uma namoradinha de infância (Mafalda Rodiles), que está noiva de Álvaro (Ricardo Pereira), antigo desafeto do protagonista. Entre briguinhas e reconciliações, o roteiro expõe seu humor em piadas ora espertas, ora manjadas, e se dá melhor no quesito romântico — a idílica paisagem portuguesa contribui para isso. Porchat e Miá, parceiros de três anos na vida profissional, resistem aos altos e baixos da história com uma química invejável. Estreou em 2/7/2015.
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  • Animação

    Minions
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    Assim como os pinguins de Madagascar ganharam um desenho animado próprio neste ano, os personagens amarelinhos de Meu Malvado Favorito chegam às telas com a intenção de arrebentar nas bilheterias em um 2015 repleto de sucessos gigantescos, a exemplo de Velozes & Furiosos 7, Vingadores — Era de Ultron e Jurassic World. Minions, embora tenha um roteiro pouco criativo, vai agradar. Contam pontos o carisma e a graça dos baixinhos, além de piadas espirituosas pipocando na trama principal. Um narrador relembra quem são os minions, seres pequenos que apareceram na Terra antes do homem. Como vivem em grupo, sentem a necessidade de ter um líder. Buscam, então, um vilão para chamar de seu — e vale tudo, de Drácula a Napoleão Bonaparte. A procura é em vão. Por causa da depressão de seus amiguinhos, três deles decidem sair de onde moram para buscar ajuda. Stuart, Kevin e Bob chegam, então, à Nova York de 1968. Eles descobrem uma convenção de vilões em Orlando e se mandam para a Flórida a fm de conhecer a malvada número 1 do planeta, Scarlett Overkill (dublada por Adriana Esteves). Uma deliciosa trilha sonora, com Beatles, The Doors e Rolling Stones, embala a saga do trio, ambientada em Londres. A partir daí, Minions sobrevive das gags com os fofos protagonistas, que, mesmo falando uma língua incompreensível, divertem crianças e adultos. Estreou em 25/6/2015.
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  • Com J.J. Abrams e Brad Bird no comando, respectivamente, do terceiro e quarto episódios, a cinessérie poderia correr um grande risco com a troca de diretor. Mas Missão: Impossível — Nação Secreta passa muito bem pelo padrão de qualidade e, sem arranhões, consegue respeitar o eletrizante pique dos filmes anteriores. É uma surpresa, sobretudo, porque o novo cineasta (e roteirista), Christopher McQuarrie, dirigiu Tom Cruise no insosso e pouco notado Jack Reacher (2012). Ele se redime aqui com uma trama de fôlego intenso, vibrantes cenas de ação e um tempero de humor provocado pelo ator inglês Simon Pegg. Nada estaria tão azeitado, contudo, se Tom Cruise não estivesse na linha de frente — além de protagonista, ele é produtor. Quanto mais absurdo, melhor. A frase, que também vale para a franquia Velozes & Furiosos, aplica-se nesta fita em diversos momentos, e, por isso, convém pôr o realismo de lado para embarcar na fantasia. A história começa com a já famosa sequência em que Ethan Hunt (Cruise) se agarra à porta de um avião em decolagem. Após a missão, ele e sua equipe caem em desgraça diante de um chefão da CIA (papel de Alec Baldwin). Fica decidido, então, que o IMF, órgão supersecreto para o qual eles atuam, chegou ao fim. Entretanto, Hunt decide manter-se, secretamente, na função para encontrar o líder do Sindicato, organização terrorista responsável por atentados no mundo. Há locações em Londres, Marrocos e Viena, uma boa espiã dissimulada (Rebecca Ferguson) e um senso de ritmo para não deixar a peteca cair. Quer programa pipoca melhor? Estreou em 13/8/2015.
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  • François Ozon tem uma das filmografas mais instigantes do novo cinema francês em trabalhos como Sob a Areia, O Tempo que Resta, Ricky e Dentro da Casa. Soma-se à sua carreira Uma Nova Amiga, mais um ótimo longa-metragem disposto a fazer refletir sobre um tema atual, o cross-dressing. O drama começa com a morte de Laura (Isild Le Besco), amiga de Claire (Anaïs Demoustier) desde a infância. Ainda emocionalmente arrasada, ela se aproxima de David (Romain Duris), o viúvo que, sozinho, precisa cuidar de um bebê. O reencontro é regado a uma grande surpresa: dentro de casa, ele gosta de se vestir de mulher. A princípio, Claire acha tudo muito estranho, mas, aos poucos, entende a vontade do novo amigo e, casada com Gilles (Raphaël Personnaz), passa a questionar seu estreito modo de vida. Inspirado num conto da inglesa Ruth Rendell, que morreu em maio, aos 85 anos, o filme põe na roda um assunto tabu por meio de situações que flertam com a seriedade e o humor. O amplo painel dos desejos (secretos ou não) e das relações sexuais ganha ainda mais credibilidade pela excepcional atuação de seu protagonista, que foge da caricatura e manda muito bem no salto alto. Estreou em 16/7/2015.
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  • Armando Valdes Freire interpreta Chala, um garoto de onze anos que mora com a mãe viciada em drogas. Para sustentar a casa, ele treina cães de briga, o que compromete seu rendimento escolar. Quando fica doente, Chala se aproxima da professora. O drama de Ernesto Daranas reflete, através de seus personagens, o complexo  dia a dia de Cuba. Direção: Ernesto Daranas (Conducta, Cuba, 2015, 108min).
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  • Pontos de São Paulo bem escolhidos, fotografa em preto e branco deslumbrante e a diferenciada filmagem em formato scope não fazem um bom filme. Embora o olhar do diretor sobre a capital paulista seja incisivo e a premissa instigue, o drama rasteja em sequências muito lentas, deixando o suspense frouxo. Na trama, o arquiteto João Carlos (Irandhir Santos) toca uma obra em um terreno que pertenceu ao seu avô. Para complicar o trabalho, ossos humanos são descobertos por lá. Mesmo alertado pelo mestre de obras (papel de Júlio Andrade), o protagonista, prestes a ser pai, fica em dúvida sobre qual decisão tomar. Estreou em 13/8/2015.
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  • Drama

    Phoenix
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    O diretor e roteirista Christian Petzold já havia sido superestimado por seu trabalho anterior, Barbara, indicação da Alemanha ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013. A volta ao cinema se dá com Phoenix, longa-metragem cuja credibilidade da trama se esvai em meia hora. Logo após o término da II Guerra, a cantora judia Nelly Lenz (Nina Hoss) volta a Berlim. Ela saiu de um campo de concentração com o rosto desfigurado e, assim como a fênix, o pássaro mitológico renascido das cinzas, pretende refazer a vida. Embora tenha indícios de que o marido a entregou aos nazistas, Nelly sai à sua procura depois de passar por uma plástica e ganhar outra face. No reencontro com Johnny (Ronald Zehrfeld), ele não a reconhece. Além do argumento absurdo, o filme falha na continuidade de cenas e apresenta uma heroína de comportamento irritante. Assim, fica difícil compartilhar da dor da personagem. Estreou em 9/7/2015.
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  • Comédia

    Pixels
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    A inspiração de Pixels veio de um curta-metragem homônimo, dirigido por Patrick Jean, em 2010. No filminho de dois minutos, personagens de jogos eletrônicos saem de uma televisão para destruir Nova York. O mesmo argumento existe na nova comédia de Adam Sandler, só que com muitos acréscimos para a trama ter fôlego e estofo a fim de completar a duração de um longa. A história começa em 1982 enfocando a amizade de Brenner e Cooper, adolescentes fanáticos por fliperama. Nos dias de hoje, Cooper (Kevin James) virou presidente dos Estados Unidos enquanto Brenner (Sandler) faz instalação de televisores e afins. Os amigos ainda se dão bem, mas, por causa das profissões, se separaram. Algo, porém, voltará a reuni-los. A Terra está sendo invadida por personagens dos games da década de 80, como Pac-Man e Centopeia, e Brenner, um nerd desde criança, pode ser capaz de liderar uma batalha. Pixels vem da produtora de Sandler, e um dos roteiristas, Tim Herlihy, assinou vários trabalhos do ator, a exemplo de O Paizão e Gente Grande 2. Ou seja: o terreno pisado é conhecido. Como de hábito, o personagem de Sandler tem a fala mansa, o olhar carente, a malícia com as mulheres e, menino em corpo de adulto, consegue conquistar a fdelidade da molecada. Mas Pixels revela algo bem melhor na brincadeira espirituosa e esperta com ícones dos anos 80, representados por uma cantora pop ou um seriado de TV. Além de repleta de referências (algumas delas seletivas), a fita se segura em efeitos visuais propositalmente ingênuos, na intenção de entrar no espírito da coisa. Por mais que a mistura “comédia de Adam Sandler” e “filme de invasão extraterrestre” não dê liga, Pixels garante uma porção de risadas em clima de deliciosa nostalgia. Estreou em 23/7/2015.
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  • Dez anos separam o Quarteto Fantástico “original” deste lançamento homônimo. De lá para cá, muita coisa mudou nas adaptações dos heróis dos quadrinhos, sobretudo com a entrada do gigante Marvel no reino cinematográfico — vide, por exemplo, o estrondoso sucesso dos dois filmes de Vingadores. Eis a pergunta que não quer calar: embora o gênero seja, na maioria das vezes, uma promessa de êxito nas bilheterias, por que recontar a mesma história menos de uma década depois? Em princípio, a escolha do diretor foi acertada. Josh Trank comandou, em 2012, o curioso Poder sem Limites, uma produção menor, porém muito criativa. Ao migrar para o universo dos blockbusters, o cineasta, cercado de produtores, se embolou numa narrativa sonolenta e recheada de efeitos visuais genéricos. A primeira meia hora chega a empolgar ao enfocar a infância e a juventude estudantil de Reed Richards (o bom Miles Teller, de Whiplash). Pequeno gênio, o garoto inventou o teletransporte por meio da eletricidade. É, por isso, convidado pelo Dr. Franklin Storm (Reg E. Cathey) a trabalhar em seu instituto e pôr o projeto em prática. Para resumir a ladainha, Reed mais seu inseparável amigo Ben Grimm (Jamie Bell), Johnny Storm (Michael B. Jordan) e o invejoso Victor von Doom (Toby Kebbell) entram na máquina e vão parar em outra dimensão. Uma fonte de energia por lá os torna seres especiais. Os braços e pernas de Reed ficam elásticos, Ben virou um brutamontes de pedras (chamado Coisa) e Johnny tem o poder do fogo em seu corpo. Sue Storm (Kate Mara), que estava na Terra mas também foi atingida, ganhou o dom da invisibilidade. Para chegar ao momento “transformação”, o roteiro enrola a plateia durante uma hora. O restante resume-se ao chocho enfrentamento dos personagens com o vilão (convém não revelar sua identidade). Na comparação com o primeiro Quarteto Fantástico, o atual só ganha no quesito elenco e atuações. Querendo ser mais “cinzento” e dramático (na cola dos “colegas” de X-Men), o longa-metragem perdeu a cor, a graça e o sentido. Estreou em 6/8/2015.
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  • A comédia francesa capta a reação de um casal de católicos conservadores ao saber que suas quatro filhas decidem casar com homens de religiões diferentes. Estreia prometida para 6/8/2015.
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  • Aviso aos navegantes: embora contenha trechos do best-seller de Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe vai além do romance. E talvez seu deslize esteja, justamente, na pretensão de ter uma história maior. Produção francesa dirigida pelo americano Mark Osborne (do primeiro Kung Fu Panda), a animação, com uma beleza tão arrebatadora quanto poética, é um primor esteticamente. Enquanto os tempos modernos ganharam técnica em 3D, a trajetória do personagem do livro foi feita em stop motion (quadro a quadro). A trama começa divertida focando uma menina treinada pela mãe para ingressar numa prestigiada escola. Como ela não passa no teste, as duas se mudam para um condomínio e, durante as férias de verão, a garota será obrigada a estudar muito e seguir regras severas. Seu metódico cotidiano, contudo, sofre uma reviravolta quando ela conhece o vizinho da casa ao lado. O idoso mora sozinho e tenta convencer a criança a ser sua amiga. Ela resiste, mas, aos poucos, se interessa pela história contada pelo velho. Nela, seu novo companheiro relembra a vida de aviador e como conheceu, no deserto, o pequeno príncipe, habitante único de um planeta um pouco maior do que ele. No vaivém dos dois contos, o enredo principal (a inusitada amizade dos protagonistas) perde o fôlego. Para o público infantil, o desenho tem ingenuidade e pureza para satisfazer os menorzinhos, embora a duração seja longa e o ritmo, às vezes, lento. Adultos também podem curtir, caso ainda tenham uma criança chorona dentro de si. Estreou em 20/8/2015.
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  • Comédia dramática

    Samba - Filme
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    Olivier Nakache e Eric Toledano foram responsáveis por Intocáveis (2011), um dos maiores sucessos do cinema francês dos últimos anos. Revelação do filme anterior, o ator Omar Sy volta no recente trabalho dos diretores na pele do protagonista Samba, um senegalês que mora ilegalmente em Paris há dez anos. Ele faz bicos em restaurantes e é preso por agentes do departamento de imigração. Na outra ponta da história está Alice (Charlotte Gainsbourg), executiva em licença médica cujo novo trabalho é colaborar com uma ONG que tenta regularizar a situação dos clandestinos no país. O destino se encarrega de fazer o encontro de Samba e Alice. Enquanto ele tem energia contagiante (muito semelhante à de seu personagem em Intocáveis), a moça se encaixa num quadro depressivo. Não à toa, os realizadores usam a mesma fórmula de antes: uma combinação de drama e humor com uma pegada mais alto-astral. A graça da trama, contudo, vem da presença do francês Tahar Rahim. Quase sempre visto em papéis sisudos, o ator de origem argelina interpreta um brasileiro e rouba a cena ao ensaiar um strip-tease ao som de Palco, de Gilberto Gil. Estreou em 9/7/2015.
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  • Comédia romântica

    Sexo, Amor e Terapia
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    Sophie Marceau anda se especializando no gênero comédia romântica para balzaquianas. Depois de contracenar com François Cluzet no recente e simpático Um Reencontro, a atriz volta à cena num filme muitas vezes abominável. Na primeira cena, a estrela francesa surge transando num depósito com um cliente. Ninfomaníaca, ela é demitida, mas logo encontra outra função. Vai ajudar um terapeuta (Patrick Bruel), viciado em sexo, a dar conselhos a casais em crise. Como ele está em tratamento, recusa qual quer investida da nova parceira. Uma premissa totalmente descabida serve de pretexto para uma trama romântica previsível, diálogos e situações constrangedores. Diretora do gracioso Instituto de Beleza Vênus (1999), Tonie Marshall pisa na bola em um roteiro supostamente feminista. Estreou em 20/8/2015.
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  • Após sofrer um ataque cardíaco, o cinquentão Antoine Chevalier (Lambert Wilson) decide repensar seu modo de vida. A comédia, então, enfoca seu novo cotidiano. Estreia prometida para 6/8/2015.
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  • Comédia dramática

    O Último Cine Drive-in
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    Teve boa (e merecida) recepção no Festival de Gramado o drama O Último Cine Drive - In. Ele saiu da competição com os prêmios de melhor ator (Breno Nina), atriz coadjuvante (Fernanda Rocha), direção de arte, além do troféu da crítica. Trata-se de um trabalho singelo, sem afetações e bem conduzido, entre o humor e a emoção, pelo diretor Iberê Carvalho, estreante em longas-metragens. O Cine Drive-In, um cinema ao ar livre para assistir à fita de dentro do carro, agoniza em Brasília. Após décadas de sucesso, hoje sobrevive de escassos clientes. O expressivo Breno Nina interpreta o jovem Marlombrando, que leva sua mãe (Rita Assemany) para fazer uns exames num hospital público da capital federal. Durante a internação dela, o rapaz decide reencontrar seu pai, o dono do cinema. O relacionamento deles nunca foi bom, e a estada do filho vai reacender antigas rusgas. Há outros poucos personagens, como o bilheteiro (Chico Santanna), a projecionista (Fernanda Rocha) e um enfermeiro (André Deca). Embora de desfecho previsível, o longa-metragem, ao contrário da maioria dos trabalhos independentes nacionais, sabe dialogar com o público. Seu roteiro, além dos comoventes conflitos familiares, faz uma bela homenagem ao cinema — não à toa, surge um pôster do emblemático Cinema Paradiso em uma das cenas. Estreou em 20/8/2015.
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  • Atores como Antonio Banderas, Josh Brolin, Penélope Cruz e Scarlett Johansson são alguns dos entrevistados do documentário sobre o grande diretor americano. Estreia prometida para 2/7/2015.
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Fonte: VEJA RIO