cinema contemporâneo

Manifesto Dogma 95 ganha mostra no CCBB

Filmes do movimento dinamarquês da década de 1990, que defendia cinema menos industrial, serão exibidos a partir desta quinta (7)

Por: Redação Veja Rio - Atualizado em

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Corações Livres (2002) (Foto: Divulgação)

Há 20 anos um movimento de cineastas dinamarqueses apresentava o Manifesto Dogma 95, na capital Copenhage. Em defesa de um cinema mais despojado e menos industrial, diretores como Lars Von Trier, Susanne Bier e Thomas Vinterberg mudaram o panorama do cinema contemporâneo. Considerado um dos movimentos mais controversos da 7ª arte, o Dogma 95 ganha mostra no Centro Cultural Banco do Brasil a partir desta quinta (7). Ao todo serão exibidos 16 longas (metade em película), entre o clássico "Mifune", o subvalorizado "Fuckland" e alguns menos famosos, como "JulienDonkey-Boy". Além do debate sobre o manifesto, um catálogo com informações, fotos, textos críticos inéditos e traduções de textos célebres serão disponibilizados para o público. O acervo traz as obras mais significativas de dez diretores de diferentes países, que seguiram a cartilha do movimento.

O Centro Cultural do Rio de Janeiro fica na Rua Primeiro de Março, 66, Centro. O funcionamento do CCBB é de quarta a segunda, das 9h às 21h, e o ingresso sai a R$ 4,00.

Confira abaixo a programação completa (Cinema 1):

Quinta, 7/5

16h – Kiara's Reason - A Love Story (2001), de Ole Christian

18h – Mifune (1999), de  SørenKragh-Jacobsen

20h – A Caça (2012), de Thomas Vinterberg

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A Caça (2002) (Foto: Divulgação)

Sexta, 8/5

15h – O Rei está Vivo (2000), de Kristian Levring

17h30 – Julien Donkey Boy (1999), de Harmony Korine

19h30 – Dançando no Escuro (2000), de Lars Von Trier

Sábado, 9/5

15h30 - Mifune (1999), de  SørenKragh-Jacobsen

17h30 - Brothers (2004), de Susanne Bier

20h – Corações Livres

Domingo, 10/5

15h - O Rei está Vivo (2000), de Kristian Levring

17h30 – Kiara's Reason - A Love Story (2001), de Ole Christian

19h30 – Dançando no Escuro (2000), de Lars Von Trier

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Dançando no Escuro (2000) (Foto: Divulgação)

Segunda, 11/5

15h – Corações Livres (2002), de Susanne Bier

17h30 - A Caça (2012), de Thomas Vinterberg

20h - Brothers (2004), de Susanne Bier

Carlos Reichenbach tem obra revisitada em mostra

Quarta, 13/5

16h – Italiano para Principiantes (2000), de LoneScherfig

18h – Lovers (1999), de Jean-Marc Barr

20h – Festa de Família (1998), de Thomas Vinterberg

Quinta, 14/5

15h30 – Julien Donkey Boy (1999), de Harmony Korine

17h30 – Os Idiotas (1998), de Lars Von Trier

20h – Debate

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Brothers (2004) (Foto: Divulgação)

Sexta, 15/5

15h30 – Dogma do Amor (2003), de Thomas Vinterberg

17h30 – Hotel (2001), de Mike Figgis

20h – Lovers (1999), de Jean-Marc Barr

Sábado, 16/5

15h – Italiano para Principiantes (2000), de LoneScherfig

17h – Fuckland (2000), de José LuisMárques

19h – Ondas do Destino (1996), de Lars Von Trier

Domingo, 17/5

15h30 - Dogma do Amor (2003), de Thomas Vinterberg

17h30 - Festa de Família (1998), de de Thomas Vinterberg

20h – Os Idiotas (1998), de Lars Von Trier

Obra mais recente de Eduardo Coutinho é tema de cine-aula

Segunda, 18/5

15h – Fuckland (2000), de José LuisMárques

17h – Hotel (2001), de Mike Figgis

19h – Ondas do Destino (1996), de Lars Von Trier

 

Fonte: VEJA RIO