eles estão de volta

Estelado por Channing Tatum, Magic Mike XXL estreia no Rio

Novo filme da trama que conquistou fãs em 2012 deixa a sensualidade de lado e apela para o vulgar. Fique de olho no circuito

Por: Redação VEJA RIO

magic mikee
(Foto: Divulgação)

Vulgar sem ser sensual, Magic Mike XXL merece menos atenção dos fãs que conquistou em 2012. Estrelado por Channing Tatum, a fita é uma decepção, de acordo com o crítico Miguel Barbieri Jr. Os destaques vão para Jogada de Mestre, com Anthony Hopkins no papel de Freddy Heineken, e o juvenil D.U.F.F.. Outra atração bem-avaliada é o novo trabalho do diretor francês Jean-Luc Godard, Adeus à Linguagem

A seleção conta ainda com as pré-estreias Um Dia Difícil, Que Mal Eu Fiz a Deus? e Sobre Amigos, Amor e Vinho. Ao todo, 13 filmes entram em cartaz no circuito carioca.

Confira a programação completa:

  • Aos 84 anos, o veterano diretor francês Jean- Luc Godard, expoente da nouvelle vague na década de 60, faz uso do 3D em seu novo trabalho. Trata-se de um drama envolvendo um homem (Kamel Abdeli) e uma mulher casada (Héloïse Godet) discutindo filosofia. sob o olhar atento de um cão. Estreia prometida para 30/7/2015.
    Saiba mais
  • Primeiro longa de Roberto Santucci, diretor das comédias Loucas Pra Casar (2014) e De Pernas Pro Ar 2 (2012), o suspense Alucinados entra em cartaz sete anos após ser finalizado. No filme, Júlia (Mônica Martelli) sofre um sequestro-relâmpago e precisa lidar com os assaltantes até ser resgatada pelo marido (Tarcísio Filho).
    Saiba mais
  • O ponto de partida da comédia dramática francesa Beijei uma Garota instiga. Na Paris que aprovou o casamento gay, o empresário Jérémie (Pio Marmaï) vai, finalmente, oficializar sua união com o médico Antoine (Lannick Gautry), seu companheiro há uma década. Mas, poucos dias antes da cerimônia, Jérémie, de 34 anos, transa, pela primeira vez na vida, com uma mulher — no caso, a sueca Adna (Adrianna Gradziel). O protagonista entra em parafuso e pede conselhos ao sócio falastrão e mulherengo (papel de Franck Gastambide). Maxime Govare e Noémie Saglio escreveram e dirigiram uma história de desventuras amorosas contemporâneas na intenção de acenar à diversidade sexual e ao público GLS. Embora tenha picos de humor espirituoso (sobretudo na composição da família de Jérémie), a trama perde totalmente o rumo e o propósito na meia hora final. Entram em cena situações improváveis e um patético desfecho, que tenta conciliar homos e héteros numa celebração falsificada da felicidade. Estreou em 30/7/2015.
    Saiba mais
  • Na fita de ação sul-coreana, o detetive criminal Gun-Su (Lee Sun-Kyun) se envolve em um acidente de carro na volta do enterro de sua mãe. Para encobrir o ato, decide esconder o corpo do homem que assassinou. Durante a trama, o caso é investigado pelo colega de trabalho de Gun-Su.
    Saiba mais
  • Comédia

    D.U.F.F.
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Ao contrário de Cidades de Papel, um registro sonolento da adolescência, D.U.F.F. acerta melhor seu público-alvo, lembrando as leves comédias juvenis da década de 80. O título foi mantido no original em inglês e é uma sigla para determinar a(o) estudante feia(o) e gorda(o), que serve de “isca” para conquistar jovens bonitos e enturmados. Bianca (Mae Whitman) não tem atributos físicos e, ao descobrir ser uma d.u.f.f., dispensa as falsas amigas e vai pedir conselhos a Wesley (Robbie Amell), o vizinho bonitão e queridinho das meninas. A simpática história traz as típicas crises dos teens e, claro, tem uma vilã-periguete, de cabelo armado e unhas afiadas, para rivalizar com a protagonista. Entre estereótipos e desfecho previsível, restam eficientes mensagens para quem não chegou à idade adulta. Estreou em 30/7/2015.
    Saiba mais
  • Em seu longa-metragem de estreia, o Gilson Vargas mostra inegável para captar a atmosfera de um road movie. Seus enquadramentos são detalhistas e, por muitas vezes, tem-se a sensação de que o cineasta quer “aparecer” mais do que a história. Isso fica claro porque sua trama não tem muito fôlego. Trata-se aqui do drama de Pedro (Marcos Contreras), gaúcho de Porto Alegre, à procura do pai. Na rota até o Uruguai, o rapaz hospeda-se em pousadas e hotéis baratos, além de fazer amizades entre alguns contratempos. Estreou em 30/7/2015.
    Saiba mais
  • Em 1983, o bilionário Freddy Heineken (papel de Anthony Hopkins), dono da cervejaria holandesa, foi sequestrado em Amsterdã. Cor van Hout (Jim Sturgess), cabeça do grupo de criminosos de primeira viagem, tinha como parceiro o cunhado, Willem (Sam Worthington), além de um amigo (Ryan Kwanten) e mais dois sujeitos inexperientes. No cativeiro, acompanhado de seu motorista, Heineken esperou dias para ser libertado enquanto a gangue enfiava os pés pelas mãos. A história de Jogada de Mestre, inspirada em episódio real, ganha ares de thriller nas mãos do diretor sueco Daniel Alfredson. Além de um drama familiar (o pai de Willem havia sido demitido da Heineken), o roteiro é pontilhado de tensão e valorizado na empenhada atuação de Sturgess (Across the Universe) e Worthington (Avatar). Estreou em 30/7/2015.
    Saiba mais
  • Comédia dramática

    Magic Mike XXL
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Na sequência do drama de 2012, Mike (Channing Tatum) abandonou a vida de stripper, casou e faz trabalhos de marcenaria. Contudo, é tentado pelos ex-colegas a embarcar numa aventura e fazer uma apresentação sensual para uma competição na Flórida. Estreia prometida para 30/7/2015.
    Saiba mais
  • A comédia francesa capta a reação de um casal de católicos conservadores ao saber que suas quatro filhas decidem casar com homens de religiões diferentes. Estreia prometida para 6/8/2015.
    Saiba mais
  • Após sofrer um ataque cardíaco, o cinquentão Antoine Chevalier (Lambert Wilson) decide repensar seu modo de vida. A comédia, então, enfoca seu novo cotidiano. Estreia prometida para 6/8/2015.
    Saiba mais
  • Não é preciso ter visto os dois episódios anteriores, de 2010 e 2013, para comprovar que o terror é um caça-níquel. A trama apresenta o drama da jovem Quinn Brenner (Stefanie Scott). Após a morte da mãe, a moça tenta manter contato espiritual com ela. Um acidente, porém, a coloca de cama em casa e, lá, passa a ouvir barulhos estranhos e ver aparições sinistras. O pai dela (papel de Dermot Mulroney) vai, então, atrás de uma sensitiva que se comunica com os mortos. Dos clichês mais banais do gênero ao humor voluntário provocado por uma dupla de caça-fantasmas, o filme ainda tem a pretensão de sugerir uma sequência ao desfecho. Poupe-nos!
    Saiba mais
  • Cosme Alves Netto (1937-1966) é um anônimo para a maioria dos espectadores. No documentário Tudo por Amor ao Cinema, esse amazonense radicado no Rio de Janeiro desde a década de 50 vira a figura mais importante diante de grandes personalidades como os cineastas Eduardo Coutinho, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos. Por meio de 34 entrevistas e imagens de setenta filmes (a exemplo de Deus e o Diabo na Terra do Sol e Encouraçado Potemkin), o filme consegue transmitir a importância histórica de Cosme. Ele foi curador da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro a partir de 1964 e, durante o regime militar, escondeu películas proibidas, como os trechos da primeira fase de Cabra Marcado para Morrer, de Eduardo Coutinho. O rico material de arquivo faz um bom suporte para os depoimentos de uma realização que durou quatro anos. Estreou em 30/7/2015.
    Saiba mais
  • Em 1979, a Revolução Islâmica iraniana tirou o xá Reza Pahlevi do poder e prendeu artistas como o poeta Sahel (Caner Cindoruk). Sua mulher, Mina (Monica Bellucci), também foi encarcerada. Ele sofreu torturas na cadeia e ganhou a liberdade três décadas depois. Na procura pela esposa, o velho Sahel (agora interpretado por Behrouz Vossoughi) descobre que ela se mudou para a Turquia acompanhada de outro homem, Akbar (Yilmaz Erdogan), motorista da família e apaixonado por Mina desde a juventude. Diretor de Tartarugas Podem Voar (2004), Bahman Ghobadi fugiu do Irã em 2008 e foi buscar na história real do poeta curdo de pseudônimo Sadegh Kamangar o roteiro de O Último Poema do Rinoceronte. Entre momentos oníricos, o realizador expõe as feridas de seu país de origem relacionadas a um triângulo amoroso de alta combustão. Estreou em 25/6/2015.
    Saiba mais

Fonte: VEJA RIO