Novidades

42 filmes estão em cartaz no Rio

Entre os longas, os destaques vão para a estreia da semana Velozes e Furiosos 7 e Um Momento Pode Mudar Tudo

Por: Redação Veja Rio - Atualizado em

Um Momento Pode Mudar Tudo
Hilary e Emmy: relação improvável e emocionante (Foto: Divulgação)

Confira os horários dos filmes:

+Velozes e Furiosos 7 e outros seis filmes estreiam esta semana

  • A DreamWorks vem conseguindo superar em qualidade as animações da Disney/Pixar. Embora Operação Big Hero (do estúdio do Mickey) tenha tirado o Oscar da concorrente (que competia com Como Treinar o Seu Dragão 2), neste ano a DreamWorks já brindou as plateias com o divertido Os Pinguins de Madagascar e, agora, acerta de novo. Ritmo acelerado, piadas bem sacadas, efeito fofura na medida certa e um protagonista carismático são os trunfos de Cada um na Sua Casa, livre adaptação do livro infantojuvenil homônimo, escrito pelo desenhista Adam Rex e lançado no Brasil pela Editora Gutenberg. Praticamente, apenas dois personagens são o centro da trama, mas isso não é sinônimo de tédio para a criançada. O início se dá no planeta dos Boovs, seres baixinhos de seis pernas e cor lilás que vão invadir a Terra. Oh, o personagem principal, destaca-se por ser o narrador e não se encaixar nos padrões de seus semelhantes. Ele é tagarela, inconveniente, destrambelhado e, por todos os seus defeitos, revela-se um Boov diferente, simpático e mais dócil. Quando os alienígenas chegam aqui, todos os terráqueos são removidos para uma parte inóspita do planeta. Oh instalou-se em Nova York e, atrapalhado, enviou uma mensagem para os Gorgs, inimigos número 1 de sua raça. Na missão de corrigir o erro, o pequeno extraterrestre encontra Tip, uma garota em busca de sua mãe, abduzida pelos Boovs. Começa aí uma amizade à força. Estreou em 9/4/2015.
    Saiba mais
  • Injustamente ignorada nas indicações ao Oscar, Hilary Swank traz uma performance de impacto no drama Um Momento Pode Mudar Tudo, extraído do livro You’re Not You (Você Não É Você), de Michelle Wildgen. Hilary interpreta a pianista Kate, que, assim como aponta o título nacional, perde os movimentos da mão de uma hora para a outra. Um ano e meio depois, ela se encontra praticamente inerte por causa de uma doença terminal, a esclerose lateral amiotrófica. Embora auxiliada pelo atarefado marido (Josh Duhamel), Kate precisa de uma cuidadora. Surge, então, a estabanada Bec (Emmy Rossum), universitária sem juízo nem habilidades que, por ser tão despreparada, acaba caindo nas graças da instrumentista. Não é difícil imaginar o restante da história, principalmente para quem viu a fita francesa Intocáveis – são duas pessoas com nada em comum tendo suas personalidades transformadas no contato diário. Conduzido com segurança por George C. Wolfe (Noites de Tormenta), o roteiro segue a cartilha emocional e fica quase impossível não chegar às lágrimas, sobretudo pela maneira cativante das duas atrizes de abraçar suas difíceis personagens. Estreou em 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Diretor de Margin Call (2011) e Até o Fim (2013), o excelente cineasta J.C. Chandor tem precisão cirúrgica no comando de seu terceiro longa. Com influência da cinematografia da década de 70, faz um registro seco de um empresário do ramo de transporte de óleo industrial. Filho de imigrante, Abel Morales (Oscar Isaac, emulando o Al Pacino de O Poderoso Chefão) quer crescer sem sujar as mãos – ou seja, evitando a corrupção. Ele é casado com Anna (Jessica Chastain), pai de dois filhos e pretende comprar uma grande área no Brooklyn, em Nova York, para expandir os negócios. O problema, aparentemente, são os outros. Seus caminhões estão sendo roubados e os motoristas não se sentem mais seguros. Em narrativa lenta, o roteiro desta fita de ação expõe, aos poucos, a violência até então enrustida em pequenos atos e palavras. Estreou em 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Parece ironia que este drama alemão chegue aos cinemas na semana da Páscoa. Criticando explicitamente o fanatismo religioso, a produção faz uma contundente provocação entre a via-sacra (trajeto de Jesus carregando a cruz) e o destino de Maria (Lea van Acken). A adolescente de 14 anos vive sob o severo regime de sua família católica e, fervorosa beata, quer virar santa. Contudo, ela conhece um garoto da mesma idade e, a partir daí, parece enxergar um novo caminho. Sabe-se de antemão o desfecho. Até lá, contudo, o espectador se depara com um mundo sombrio regido por condutas fundamentalistas. É ficção, mas não deixa de, à sua maneira, refletir os dias de hoje. Estreou em 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Mia Hansen-Love se uniu ao irmão, Sven, para escrever o roteiro do drama . A base foi a experiência pessoal de Sven como DJ, incluindo aí altos e baixos da profissão que acabaram refletindo em sua vida afetiva. Em 1992, aos 18 anos, Paul (Félix de Givry) e seu melhor amigo, Cyril (Roman Kolinka), passam a frequentar raves em Paris. Eles têm interesses opostos. Paul possui inclinação para a música, enquanto Cyril, bom desenhista, quer investir seu talento em HQs. A história é contada em ordem cronológica, porém não espere uma trama arrumadinha e comportada. O filme pulsa conforme as batidas eletrônicas da  house music. A trajetória de Paul chega até 2013, após desilusões, perdas e relacionamentos conturbados com suas três mulheres. No balanço da vida, a perene falta de grana e o vício em cocaína contribuíram para os fracassos. O registro, de autenticidade e vivacidade ímpares, é o retrato de uma geração combalida por equívocos e pelos excessos. Estreou em 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Comédia dramática

    Um Fim de Semana em Paris
    Veja Rio
    Sem avaliação
    A cena de Bande à Part (1964), de Jean-Luc Godard, não está presente à toa nesta comédia dramática. Além da homenagem explícita ao expoente da nouvelle vague, o filme esbanja influências do movimento que revitalizou o cinema francês na década de 60. Ambientada nos dias de hoje, a trama apresenta o casal Nick e Meg, interpretados por Jim Broadbent e Lindsay Duncan. Para comemorar o aniversário de trinta anos de casamento, estes ingleses desembarcam na capital francesa a fim de resgatar as paixões do passado. Só que nada sai como planejado. O hotel de antes virou uma espelunca e, professores de classe média, eles decidem se instalar num cinco-estrelas e viver como reis por dois dias. O humor domina o enredo em vários momentos, mas, após um encontro com um antigo amigo de Nick (papel de Jeff Goldblum), o roteiro faz um rápido desvio para o drama. Em diálogos calibrados de Hanif Kureishi (o mesmo de Minha Adorável Lavanderia e Intimidade), o filme combina a melancolia da terceira idade com a travessura da juventude. Direção: Roger Michell (Le Week-End, Inglaterra/França, 2013, 93min). 14 anos. Estreou em 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Aos marmanjos fissurados por fitas de ação, uma dica: lencinhos de papel (sim, acredite) são recomendados nas sessões de Velozes e Furiosos 7. Na parte final do longa-metragem, um tributo a Paul Walker deve sensibilizar até os fãs mais turrões. A “licença poética”, embalada em trilha chorosa, dura pouco. Antes disso, e felizmente, o ator é homenageado de uma maneira menos óbvia: este é o tipo de blockbuster vibrante, divertido e exagerado que apetecia ao astro californiano. Apesar das muitas turbulências no percurso (Walker morreu em novembro de 2013, aos 40 anos, quando as filmagens ainda estavam longe do fim), o esforço de recorrer a dublês e a efeitos digitais para concluir a “saga” compensou. A fórmula, aliás, não muda (nem precisaria mudar). Com uma pegada “quanto menos plausível, melhor” semelhante à do capítulo anterior, ela combina  cenas de perseguição inacreditáveis, paisagens de revistas turísticas (das praias da República Dominicana aos prédios espelhados de Abu Dhabi) e personagens sempre prontos para disparar frases de efeito engraçadinhas. Até o alvo da turma liderada por Dom Toretto (Vin Diesel) e Brian O’Conner (Walker) deixa sabor de reprise: o vingativo Deckard Shaw (papel de Jason Statham) é irmão de um vilão do sexto episódio. A trama? Serve apenas para costurar um e outro espetáculo de explosões e acrobacias, como de hábito. Firme no comando de uma máquina de saborosos absurdos, o diretor James Wan (das fitas de terror Jogos Mortais e Invocação do Mal) acerta ao pisar fundo no acelerador e, sem culpa, não se levar nem um pouco a sério. Estreou em 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Em meados da década de 60, Stephen Hawking (papel de Eddie Redmayne, vencedor do Oscar 2015 de melhor ator) era um brilhante aluno na Universidade de Cambridge quando começou a ter os primeiros sinais de uma doença degenerativa neuromotora. De olho em Jane (Felicity Jones), uma estudante de poesia ibérica, ficou abalado após o médico lhe dar apenas dois anos de vida. O tempo passou e ele superou as dificuldades. Hoje, aos 73 anos, Hawking é um ilustre físico e cosmólogo, autor de livros como Uma Breve História do Tempo, e, completamente paralisado, usa um sintetizador de voz para poder se expressar. A história do drama foi baseada no livro homônimo de Jane Hawking, a primeira esposa do protagonista e peça fundamental no longa-metragem. Como a fonte de inspiração veio de Jane, não espere entender a importância do trabalho de Hawking. A trama foca, sobretudo, o relacionamento deles, os problemas que enfrentaram juntos e, com o marido já bastante debilitado, o interesse de Jane por outro homem, um músico interpretado por Charlie Cox. Mais conhecido pelos documentários O Equilibrista (2008) e Projeto Nim (2011), o diretor James Marsh entrega à plateia uma cinebiografia romantizada que, até mesmo nos conflitos íntimos, se distancia de polêmicas. A boa “embalagem” de época e a superlativa atuação de Redmayne são seus trunfos. Estreou em 29/1/2015.
    Saiba mais
  • Drama

    Blind
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, entre outros, Blind é o primeiro longa-metragem do diretor norueguês Eskil Vogt. Trata-se de uma estreia relevante. Sem usar o lugar-comum e tratando duramente o cotidiano de uma deficiente visual, Vogt, também roteirista, capricha numa história recheada de estranhezas, meandros psicológicos e imaginação. Ingrid (Ellen Dorrit Petersen) ficou cega em decorrência de uma doença genética e está se acostumando a viver sem enxergar nada. Ela raramente sai do apartamento e, ex-professora, tenta escrever um livro. É aí que a história dá suas curiosas viradas. O marido de Ingrid, o arquiteto Morten (Henrik Rafaelsen), reencontra Einar (Marius Kolbenstvedt), um amigo de faculdade, no cinema. Ambos atravessam delicados momentos na vida afetiva. Viciado em pornografia na internet, Einar está de olho numa vizinha, a quem espia diariamente. Ela é Elin (Vera Vitali), uma mãe solteira que acabou de trocar a Suécia por Oslo e... está com lapsos de visão. Decifra-me ou te devoro, eis a proposta do realizador. Cabe à plateia acenar com um sim ou um não ao quebra-cabeça. Estreou em 5/3/2015.
    Saiba mais
  • Documentário

    Cássia Eller
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Loki — Arnaldo Baptista (2008) foi o primeiro acerto do diretor Paulo Henrique Fontenelle. O segundo ocorre com um novo documentário, Cássia Eller, tributo afetuoso a uma das mais eletrizantes cantoras brasileiras, que morreu, precocemente, em dezembro de 2001, aos 39 anos. O realizador foi atrás de imagens caseiras, feitas em família ou das turnês, e também dos registros nos programas de TV. À tona, vêm as várias faces de Cássia: a mulher tímida diante das câmeras, a intérprete de voz potente e atitudes provocativas no palco, a mãe biológica e dedicada de Chicão, a esposa não muito fiel de Maria Eugênia, sua companheira até a morte. Há também o passo a passo da carreira — dos primórdios num espetáculo de Oswaldo Montenegro ao derradeiro (e espetacular) Acústico MTV, em que mesclou de Edith Piaf (Non, Je Ne Regrette Rien) a Cazuza (Malandragem) e Riachão (Vá Morar com o Diabo). No mais emocionante dos depoimentos, Nando Reis relembra a parceria em hits como O Segundo Sol. Drogas, sexo e rock and roll permeiam a biografia, mas sem muitas polêmicas, justamente para cair no agrado dos fãs. Fontenelle, no entanto, comete um excesso e um deslize: alonga o filme com cenas dispensáveis e, sem nenhuma canção na íntegra, perde a oportunidade de deixar Cássia apenas cantando. Estreou em 29/1/2015.
    Saiba mais
  • alvez o maior erro das adaptações dos contos infantis com atores seja “trair” as histórias originais, a exemplo de Malévola e Espelho, Espelho Meu. Cinderela segue à risca o desenho animado da Disney e, por isso, não tem como desagradar. No papel-título, a graciosa Lily James (do seriado Downton Abbey) interpreta Ella, que, após a morte do pai, é obrigada a morar com a segunda esposa dele. A madrasta (papel de Cate Blanchett) mostra-se amigável a princípio, mas, aos poucos, comporta-se como uma víbora, transformando a enteada em sua serviçal. As filhas da megera (Holliday Grainger e Sophie McShera) são igualmente venenosas. O destino da moça, contudo, tende a mudar quando o príncipe (Richard Madden) convoca as mulheres do reino para um baile. O filme tem encanto e magia em porções ideais para fazer brilhar os olhos da criançada. Contribui para o esplêndido visual um time de profissionais de primeira linha, encabeçado pelo diretor de arte italiano Dante Ferretti e pela figurinista inglesa Sandy Powell, a dupla por trás de A Invenção de Hugo Cabret. Estreou em 26/3/2015.
    Saiba mais
  • Além de autora do best-seller, a inglesa E.L. James é uma das produtoras de Cinquenta Tons de Cinza. Dizem que a escritora supervisionou cada detalhe nos sets para nada sair fora de seu alcance. E assim foi. A adaptação do primeiro volume da trilogia segue à risca o livro — além dos mesmíssimos diálogos, as situações (tirando uma ou outra cena) são idênticas às da literatura. Resumo: o fã não vai se sentir traído, porém falta personalidade ao longa-metragem. De tão arrumadinho para agradar, o filme perde em autenticidade e calor. Muito comentada pela mídia no último ano, a história trata de um romance pouco convencional para os padrões de Hollywood. Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma estudante virgem recém-formada que mora em Vancouver, conhece numa entrevista, em Seattle, o empresário bilionário Christian Grey (Jamie Dornan). A atração entre os dois é imediata. Conquistador charmoso, Grey passa a assediá-la até chegar o momento da confissão: ele não curte romance e gosta de sexo sadomasoquista. Denomina-se “o dominador” enquanto sua parceira seria “a submissa”. Em seu “quarto vermelho da dor”, há algemas, correntes, chicotes e uma série de apetrechos para aliar prazer e dor (não necessariamente nessa ordem). Anastasia, apaixonada, embarca no vale-(quase)-tudo. A versão para o cinema reduziu drasticamente as cenas de sexo, embora duas delas sejam poderosas e tórridas. Pela duração (duas horas), o romance entre os protagonistas perde em intensidade e raramente decola. A química entre Grey e Anastasia demora a engrenar e, não à toa, os dois se entregam mais aos papéis nos derradeiros minutos. A surpresa, contudo, tem nome: Dakota Johnson não perde o rebolado nem mesmo quando totalmente despida. Dornan, ao contrário, construiu um Grey automático e frio. Ex-modelo, inclusive de cuecas, o ator irlandês tem beleza, refinamento e sensualidade, mas perde no quesito “pegada”, algo fundamental para o personagem. Estreou em 12/2/2015. + Teste seus conhecimentos em um quiz sobre Cinquenta Tons de Cinza + As diferenças entre o livro e o filme + Conheça o apartamento de Christian Grey em vídeo inédito + Fotos dos bastidores mostram os atores bem à vontade + Sete coisas e situações estranhas influenciadas pelo filme
    Saiba mais
  • A ambiência dos faroestes está presente no segundo longa-metragem como diretor do astro Tommy Lee Jones. Em território inóspito de Nebraska, a fazendeira Mary Bee Cuddy (Hilary Swank), de 31 anos, busca, desesperadamente, um marido. Ela é uma mulher de traços rudes e carinhosa. Os pretendentes, porém, consideram-na chata e mandona. Seu destino, contudo, não será o altar. Quando três mulheres casadas enlouquecem no lugarejo, Mary encarrega-se de levá-las até uma igreja no Estado de Iowa em uma tortuosa viagem de carroça. O trajeto pode durar semanas e o malandro George Briggs (Tommy Lee Jones), a quem a valente protagonista salvou da forca, vai ajudá-la na missão. Extraída do livro homônimo de Glendon Swarthout, a adaptação dá um panorama original do Velho Oeste e tem uma diversidade de figuras femininas. Delicado na condução, Lee Jones também acerta no tom, entre o drama melancólico e o humor rebelde encarnado por seu personagem. Estreou em 19/3/2015.
    Saiba mais
  • Um dos maiores equívocos nas indicações ao Oscar 2015 foi a Alemanha ter selecionado Duas Irmãs, Uma Paixão para concorrer à estatueta de melhor filme estrangeiro. Resultado: ficou fora da disputa. A trama começa em 1787 narrando a separação de Charlotte (Henriette Confurius) e Caroline von Lengefeld (Hannah Herzsprung), irmãs órfãs de pai. Enquanto Charlotte é enviada pela mãe a Weimar para aprender boas maneiras com a madrinha, Caroline arranja um casamento de conveniência para sustentar a família. Charlotte se encanta com o poeta Friedrich Schiller (1759-1805), papel de Florian Stetter, mas ele joga charme para Caroline. Elas, então, fazem um trato: dividir o mesmo amante e jamais se separar. Se pensou num triângulo amoroso escandaloso para o século XVIII, tire o cavalo da chuva. A história, além de careta, arrasta-se por anos, tem lances folhetinescos e produção de época com jeitão de telessérie. Estreou em 19/3/2015.
    Saiba mais
  • O maior documentarista brasileiro, que morreu no dia 2 de fevereiro, concedeu uma rara entrevista ao cineasta Carlos Nader. Numa única tarde, Coutinho inverteu o papel diante da câmera. Estreou em 21/2/2014.
    Saiba mais
  • Antoine (Gustave Kervern) está separado da mulher e perdeu o emprego. A única saída para unir o útil ao agradável é trabalhar como zelador de um prédio. Sem experiência na profissão, mas simpático e esforçado, ele conquista a vaga. Aos poucos, aproxima-se de Mathilde (Catherine Deneuve), esposa do síndico, que atravessa um período de ansiedade e depressão. Antoine também não anda em seus melhores dias e faz uma combinação de álcool e drogas nada recomendável. Se boa parte de Em um Pátio de Paris sinaliza para a comédia, seu desenrolar toma o rumo do drama e surpreende a plateia com uma guinada muito baixo-astral. O diretor e roteirista Pierre Salvadori se deu melhor em Uma Doce Mentira (2010) e, aqui, tenta resgatar o clima mais leve da premissa acenando com uma conclusão piegas. Estreou em 26/3/2015.
    Saiba mais
  • Vencedor do Oscar 2015 de melhor filme estrangeiro, o drama polonês, em belíssima fotografia em preto e branco, traz uma marcante austeridade na realização do diretor Pawel Pawlikowski. O longa tem um formato de tela quase quadrado (recurso usado por Wes Anderson em O Grande Hotel Budapeste) e enquadramentos formidáveis, que fogem do convencional. A beleza estética emoldura uma história triste. Na Polônia comunista de 1962, Anna (Agata Trzebuchowska), uma noviça órfã prestes a fazer seus votos, é retirada do convento para ir ao encontro da tia. Wanda (Agata Kulesza), sem meias palavras, revela que Anna, na verdade, é Ida Lebenstein, filha de judeus mortos durante a II Guerra. A situação delicada ganha tratamento de distância emocional, afinal se trata de uma fita cercada pelo rigor e pela contenção sentimental do cinema polonês. Wanda, porém, decide pegar a sobrinha e tentar localizar as últimas pessoas que tiveram contato com seus pais. Será uma dura jornada de descobertas. Estreou em 25/12/2014.
    Saiba mais
  • Ficção científica

    Insurgente
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Sagas com três ou quatro filmes, a exemplo de O Senhor dos Anéis e Crepúsculo, em geral, têm o meio mais fraco do que as pontas. Não à toa, Insurgente, sequência de Divergente e precedente do desfecho Convergente (que terá duas partes, em 2016 e 2017), também padece da síndrome do miolo mole. Na trama, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James) e Peter (Miles Teller) escaparam da facção Audácia e encontram abrigo junto dos pacifistas da Amizade. Igualmente fugitivo, Caleb (Ansel Elgort), irmão de Tris e integrante da Erudição, reencontrou-a após a morte da mãe (Ashley Judd). Ao serem descobertos, fogem de lá e, num trem, conhecem alguns rejeitados da sem-facção cuja líder é Evelyn (Naomi Watts). Em mais de uma hora, há poucas surpresas, a correria de praxe e efeitos visuais comedidos em meio a uma narrativa sem ritmo nem empolgação. A partir do momento em que Tris se entrega à vilã Jeanine (Kate Winslet), a ficção científica ganha agilidade e suspense, além de se encaminhar para um desenlace-surpresa. Estreou em 19/3/2015.
    Saiba mais
  • Ainda é possível fazer um filme sobre espiões depois de tantas aventuras com James Bond mais as paródias do gênero? Sim, e o resultado de Kingsman — Serviço Secreto mostra que há vida inteligente no planeta 007. No entanto, para embarcar na façanha do diretor e roteirista Matthew Vaughn será preciso encarar a trama como uma fantasia violenta, sem limite de imaginação e politicamente incorreta — e isso só conta pontos a seu favor. A história gira em torno de uma liga secreta inglesa chamada Kingsman, na qual homens e mulheres são treinados para matar ou morrer em nome da pátria. Quando um dos integrantes é assassinado, o grupo se reúne para encontrar um substituto. Harry Hart (Colin Firth) indica o jovem Eggsy (Taron Egerton), o desajustado filho de um colega morto numa missão na década de 90. Ao mesmo tempo, um vilão de língua presa (interpretado com galhofa por Samuel L. Jackson) pretende dar um “jeitinho” na humanidade usando o celular num plano maquiavélico. Vaughn, produtor dos primeiros longas-metragens de Guy Ritchie (Snatch) e realizador de Kick-Ass e X-Men: Primeira Classe, não brinca em serviço. Além das referências ao cinema do “mentor” Ritchie, traz a efervescência da filmografia de Quentin Tarantino e o humor sem noção do seriado Agente 86. A combinação dá certo, sobretudo pela maneira livre, leve e solta com que os protagonistas, Firth e Egerton, dividem a ação e se empenham em divertir a plateia. Estreou em 5/3/2015.
    Saiba mais
  • Drama

    Livre
    Veja Rio
    Sem avaliação
  • Vinda da Flórida, a jovem Agatha Weiss (Mia Wasikowska) desembarca em Los Angeles e faz um tour pela “cidade dos artistas” com o motorista de limusine e aspirante a ator e roteirista Jerome Fontana (Robert Pattinson). Ela quer reencontrar a mansão da família de Benjie (Evan Bird), um ator mirim de sucesso que é filho de um terapeuta dos famosos (John Cusack). Por indicação da atriz Carrie Fisher (papel feito pela própria), Agatha vira secretária da estrela decadente Havana Segrand (Julianne Moore). São esses, basicamente, os personagens de Mapas para as Estrelas, uma cáustica visão do diretor canadense David Cronenberg da vida de astros do cinema e das pessoas que orbitam ao redor deles. Com diálogos desconcertantes e humor para lá de negro, o realizador faz um painel de uma gente arrogante, oportunista e pronta para puxar o tapete. Vale o aviso: o tom usado por Cronenberg para registrar o lado B (ou seria Z?) de Hollywood é o da extremidade — a pessoa mais, digamos, boazinha incendiou a mansão da família e ficou literalmente queimada por isso. Estreou em 19/3/2015.
    Saiba mais
  • Parceria entre o fotógrafo Edward Burtynsky e a cineasta Jennifer Baichwal, Marcas da Água é um fenômeno tecnológico. Com drones, helicópteros e aviões, a dupla captou imagens aéreas impressionantes em países como Índia e Estados Unidos para dar um panorama de como as pessoas tratam e/ou se beneficiam da água. Os registros passam da beleza do Rio Stikine, no Canadá, à sujeira dos curtumes à margem de um rio em Bangladesh. São instantâneos muitas vezes silenciosos em que as palavras se tornam dispensáveis — e o documentário pouco explicita suas intenções. Vale, contudo, deixar-se levar pelas câmeras leves e contemplativas dos realizadores e surpreender-se com construções como a barragem de Xiaolangdi, com 150 metros de altura, no Rio Amarelo, na China. Estreou em 26/3/2015.
    Saiba mais
  • Baseado no conto Corpo Fechado, do livro Sagarana, de Guimarães Rosa, Meus Dois Amores traz à tona a trajetória de Manuel (Caio Blat). Rapaz fracote do sertão, ele está noivo de Das Dô (Maria Flor), mas dorme com sua mula de estimação. Considerado um perdedor nato, o protagonista terá um desafio pela frente. Ele vendeu um cavalo doente para o matador Targino (Alexandre Borges) e vai enfrentar o rival com a cara e a coragem. No competente elenco ainda estão nomes como Lima Duarte, Vera Holtz e Ana Lúcia Torre. Uma boa direção de arte também sustenta a comédia, cujo registro caipira soa, ao mesmo tempo, renovador e passadista. Estreou em 19/3/2015.
    Saiba mais
  • Com a carreira de cantora em alta, Jennifer Lopez anda aparecendo cada vez menos no cinema. Seu retorno às telas se dá num suspense genérico que, na cara dura, ainda emula o cult Atração Fatal (1987). A atriz interpreta a professora universitária Claire Peterson. Ela decidiu dar um tempo no casamento após uma traição do marido e vive com o filho adolescente. Solitária, sente uma comichão ao conhecer Noah (Ryan Guzman), o sobrinho de seu vizinho. O jovem rapaz tem vários atributos: bonito, musculoso, prestativo e culto. As qualidades dele fascinam Claire e, numa noite chuvosa, ela vai para a cama com o bonitão. No dia seguinte, Noah quer fazer dela sua amante, mas, arrependida, ela recua. Dá para imaginar o que vem a seguir, certo? Estreou em 26/3/2015.
    Saiba mais
  • Documentário

    O Sal da Terra
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Indicado ao Oscar 2015 de melhor documentário, O Sal da Terra segue a linha cronológica para apresentar o fabuloso trabalho do mineiro Sebastião Salgado, radicado em Paris. É o diretor Wim Wenders quem narra a trajetória do economista que se exilou na capital francesa em 1973 e, lá, deu início a uma nova profissão. Das emblemáticas fotos de Serra Pelada, passando pelos refugiados africanos, Salgado relembra os momentos enfrentados em suas aventuras pelo mundo. Voltado à recuperação da Mata Atlântica, também se dedica ao Instituto Terra, organização sem fins lucrativos criada por ele e por sua esposa em 1998. Bem resolvido para mostrar a carreira do biografado, o filme, no entanto, passa de raspão por questões afetivas e pessoais. Estreou em 26/3/2015.
    Saiba mais
  • Inspirada no livro de Philip Roth, a comédia dramática segue a trajetória de Simon Axler (Al Pacino). Após surtar num espetáculo na Broadway, o ator vai parar numa clínica de reabilitação. Ao sair de lá, reencontra Pegeen (Greta Gerwig), a filha de um casal de amigos que, embora lésbica, sente-se atraída por ele. Estreia prometida para 2/4/2015.
    Saiba mais
  • Quem viu O Filho da Noiva (2001) e Longe Dela (2006) enfrentou dramas pesados sobre personagens com a doença de Alzheimer. Perto das histórias desses longas-metragens, Para Sempre Alice vai parecer fichinha. A atuação de Julianne Moore, recompensada com o Oscar de melhor atriz, é qualidade à parte. Ela interpreta a professora de linguística Alice Howland, casada e mãe de três filhos. Aos 50 anos, sua vida muda radicalmente após ser diagnosticada com uma rara doença cerebral degenerativa. O roteiro, elaborado em elipses, capta momentos ao longo do tempo da protagonista — do primeiro sintoma na  caminhada diária aos cuidados recebidos da caçula (Kristen Stewart), quando Alice já apresenta graves lapsos de memória. Brando na apresentação do caso, o filme também não se aprofunda no relacionamento da personagem com a família. É como se o longa-metragem fosse feito exclusivamente para Julianne e também Kristen brilharem. Estreou em 12/3/2015.
    Saiba mais
  • Assim como o Gato de Botas de Shrek e os Minions, de Meu Malvado Favorito, os pinguins da animação Madagascar ganharam o próprio desenho. As aves marinhas surgiram como coadjuvantes no primeiro longa-metragem, de 2005, foram conquistando espaço maior nas duas continuações e têm até uma série de TV. A volta ao cinema se dá em grande estilo, com um roteiro repleto de tiradas muito divertidas e ação incessante, na medida para agradar a crianças e adultos. A trama volta rapidamente no tempo para mostrar como os adolescentes Capitão, Kowalski e Rico acolheram o bebê órfão Recruta desde que ele saiu do ovo. Na sequência, já adulto, o quarteto embarca para Veneza a fim de eliminar o maligno Octavius Brine. Por trás da aparência humana, esse geneticista é o polvo Dave, e suas péssimas intenções têm ligação com o passado dos protagonistas. Para ajudar os pinguins a derrotar o vilão, obcecado em acabar com o mundo, entram em cena quatro integrantes da organização secreta Vento Forte, especializada na proteção aos animais. Destaque entre os personagens, Capitão responde pelos melhores momentos de humor devido à sua suposta inteligência. Estreou em 15/1/2015.
    Saiba mais
  • Amanda (Letícia Colin) é diretora de criação de uma agência de publicidade em São Paulo. Promissor artista plástico, o carioca Bruno (Caio Blat) ainda não se encontrou na vida. O destino deles se cruza quando são obrigados a dormir uma noite em Belo Horizonte após um contratempo no aeroporto da capital paulista. Rola um clima, uma transa e, após um reencontro provocado por ele, a relação se torna mais firme. O romance, contudo, vai caminhar aos trancos e barrancos. Ponte Aérea se aproveita dos estereótipos de São Paulo e Rio de Janeiro — ela é a publicitária ocupadérrima, ele se comporta como um malandro desencanado e imaturo (e, convenhamos, embora um bom ator, fica difícil para o paulistano Caio Blat convencer como um carioca da gema). Diretora e roteirista, Julia Rezende (de Meu Passado Me Condena) acerta, contudo, na embalagem. Capta a beleza (e só a beleza) das metrópoles em um romance de cartão-postal, entulhado de agressivo merchandising. 12 anos. Estreou em 26/3/2015.
    Saiba mais
  • Em 1965, um ano após receber o Prêmio Nobel da Paz, Martin Luther King (interpretado por David Oyelowo), ferrenho defensor dos direitos civis, juntou-se a uma campanha para que os negros tivessem direito a voto. No sul racista dos Estados Unidos, a situação era crítica e a pequena cidade de Selma, no Alabama, foi escolhida como QG de uma marcha histórica. A trama do drama Selma — Uma Luta pela Igualdade, candidato ao Oscar de melhor filme e canção (para Glory), é, por si só, atraente e, não à toa, as imagens reais que despontam no desfecho emocionam mais do que a romantização do fato. A diretora Ava DuVernay consegue bons momentos dramáticos, sobretudo pelo empenho de atores como Oyelowo, Tom Wilkinson e Tim Roth, este na pele do governador George Wallace. Há também cenas de forte impacto. Entre elas, a explosão que mata quatro garotinhas negras numa igreja (tema do documentário 4 Little Girls, de Spike Lee) e os violentos ataques à população negra por policiais brancos. São registros que espelham uma realidade ocorrida há apenas cinco décadas e, daí, a importância de ser retomados a qualquer instante. Estreou em 5/2/2015.
    Saiba mais
  • Comédia romântica

    Simplesmente Acontece
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Extraído do livro homônimo da irlandesa Cecelia Ahern, Simplesmente Acontece faz jus ao bom título em português. A trama enfoca o relacionamento entre os ingleses Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Clafin), amigos desde a infância que, embora sintam atração um pelo outro, não conseguem se declarar. Na festa de formatura, Rosie faz a besteira de transar com um colega (Christian Cooke) e Alex vira alvo da devoradora Bethany (Suki Waterhouse). Dias depois, o sonho de ambos de mudar para Boston será desfeito e... simplesmente acontece: a moça fica grávida e o rapaz parte para estudar nos Estados Unidos. O tempo vai passar, novos amores entrarão na vida dos protagonistas e a sensação de ter perdido aquela única oportunidade deixará um nó na garganta. Tão simpático quanto previsível, o romance abusa de situações-clichê, mas é daqueles filmes em que se torna impossível não torcer pelo casal — e o carisma de Lily e Clafin contribui para isso. Estreou em 5/3/2015.
    Saiba mais
  • Embora seja um estrondoso sucesso nas bilheterias dos Estados Unidos, Sniper Americano vem dividindo opiniões. Alguns saíram em defesa e outros atacaram a visão heroica que o diretor Clint Eastwood dá a um atirador de elite, responsável por matar 160 pessoas (confirmadas) em nome da defesa de militares americanos e civis iraquianos. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Eastwood, um veterano à frente e atrás das câmeras, de 84 anos, faz um registro seco para enfocar as feridas de uma guerra no cotidiano de Chris Kyle (papel de Bradley Cooper). Deixa para os créditos finais o sentimentalismo genuíno acompanhando as imagens reais do biografado. A primeira cena tem um grande impacto. No teto de uma casa em Fallujah, no Iraque, Kyle precisa tomar uma decisão em segundos: acerta ou não um tiro num garoto que muito provavelmente carrega um explosivo nas mãos a fim de atingir um tanque americano? O desfecho da sequência será retomado mais adiante. Partindo da infância do protagonista, a história concentra-se em sua fase adulta, passando pelo casamento com Taya (Sienna Miller), os treinamentos militares e, sobretudo, as operações no Iraque, após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Eastwood afasta-se da “patriotada” e dos julgamentos morais para ir fundo nos dilemas íntimos de um homem a serviço de uma nação. Ignorado no Globo de Ouro, o longa-metragem surpreeendeu na corrida do Oscar e, neste domingo (22/2/2015), concorre a melhor filme, ator (Cooper), roteiro adaptado, montagem, mixagem de som e edição de som. Estreou em 19/2/2015.
    Saiba mais
  • Comédia

    Superpai
    Veja Rio
    Sem avaliação
    Não se deixe enganar. Embora o título Superpai sugira um filme para a família, o tom ácido e politicamente incorreto domina a comédia, segundo longa-metragem de Pedro Amorim (de Mato sem Cachorro). A narrativa ágil, boas piadas desbocadas e um protagonista de comportamento amoral indicam uma outra rota para o humor, muitas vezes careta, do cinema nacional popular. Não se deixe enganar, parte 2: o roteiro original (nunca filmado) é americano e foi adaptado (e suavizado) para o “paladar” brasileiro. Danton Mello, cada vez melhor como comediante, interpreta Diogo, um tipo irresponsável, casado com Mariana (Mônica Iozzi) e pai de Luca (Lukas Brombini). Desempregado, o cara mata o tempo jogando pôquer e dá pouquíssima atenção ao filho. Quando a mulher precisa se ausentar uma noite para cuidar da mãe, Diogo fica responsável pelo moleque, justamente no dia em que haverá uma comemoração de vinte anos da formatura do colégio. Ele dá um jeito de despachar Luca para uma creche noturna e se manda para a festa, onde reencontra os colegas Nando (Thogun Teixeira) e César (Antonio Tabet), além da espevitada namoradeira Júlia (Dani Calabresa). Antigo amor de Diogo no passado, Patrícia Ellen (Juliana Didone) está disposta a reviver a paixão lá mesmo. Mas Diogo vai conseguir tirar o atraso de duas décadas? Alguns improvisos têm melhor resultado do que outros, assim como o timing dos atores. Rodado na capital paulista, o longa-metragem possui um clima de pesadelo urbano pela madrugada, com o quarteto de amigos tentando reencontrar o pequeno Luca (há uma boa sacada sobre seu desaparecimento, mas convém não revelar). Estreou em 26/2/2015.
    Saiba mais
  • No novo desenho animado da Disney, o Monstro da Terra do Nunca não é bem-vindo no Refúgio das Fadas. Embora a maioria ache a criatura assustadora, Fawn enxerga seu bom coração. Por isso, pede que as amigas a ajudem a resgatar o bicho de seu mundo. Estreou em 26/2/2015.
    Saiba mais
  • Comédia dramática

    Um Jovem Poeta
    Sem avaliação
    Rémi (papel de Rémi Taffanel) é um adolescente cujo sonho é se tornar poeta. Na comédia dramática, o protagonista, de caneta e caderno na mão, titubeia para escrever os primeiros versos. Estreou em 12/3/2015.
    Saiba mais
  • No drama, Andrew Neiman (Miles Teller) tem 19 anos e estuda num prestigiado conservatório musical de Nova York. Seu objetivo é virar um profissional da bateria, mesmo que, para isso, tenha de renunciar à família, aos amigos e aos amores. Não por acaso, seu talento nas baquetas ganha o reconhecimento do professor Terrence Fletcher (J.K. Simmons). Andrew, então, passa a integrar a banda de jazz do mestre, composta apenas de estudantes do primeiro time. A partir daí, sua vida transforma-se num cotidiano cheio de som e fúria. Tem-se, aqui, a fome com a vontade de comer. Se o professor se mostra um carrasco irascível, o aluno parece ter prazer com a extrema rigidez. Assim como o jovem protagonista, o diretor Damien Chazelle, prestes a completar 30 anos, tem uma fabulosa capacidade de entrega ao trabalho. Enxuto na duração e tenso em seu desenrolar, seu segundo longa-metragem pulsa no ritmo da história. Bem-aceito no Oscar 2015, ficou com os prêmios de ator coadjuvante (Simmons), montagem e mixagem de som. Estreou em 8/1/2015.
    Saiba mais

Fonte: VEJA RIO