área de lazer

Trecho da Rio Branco será destinado a pedestres e ciclistas

Área de 750m entre as avenidas Nilo Peçanha e Presidente Wilson será fechada ao trânsito e compartilhada com o VLT

Por: Redação Veja Rio

VLT Rio Branco Boulevart
Futura boulevard da Rio Branco (Foto: Divulgação)

Após a reinauguração da Praça Mauá, o prefeito Eduardo Paes decidiu pela criação de mais uma área de lazer no centro da cidade. A área de 750m da avenida Rio Branco, entre as avenidas Nilo Peçanha e Presidente Wilson, será transformada em um boulevard a ser frequentado por pedestres, ciclistras e os futuros trens do VLT. O plano que está sendo feito pela Secretaria municipal de Transportes prevê a mudança de itinerários de ônibus, municipais e intermunicipais, que não serão mais circulares e serão distribuidos em cinco terminais, sempre integrados aos sistemas de VLT, metrô, trem ou barca. A primeira parte deve entrar em operação até o meio do ano que vem. 

+ Para finalizar VLT e Túnel até a Olimpíada, Centro tem obras 24 horas

Porém, a Rio Branco deve ser fechada para obras na altura da Nilo Peçanha até o fim deste ano. O planejamento prevê ainda três faixas de rolamento na via, no sentido Cinelândia, entre a Praça Mauá e a Nilo Peçanha. Ainda não está definido se os ônibus ficarão com duas delas e os carros com a restante. A Avenida República do Paraguai e as ruas Gomes Freire e Senador Dantas deverão ter a mão de direção invertida. 

Mudança nos ônibus

As linhas que passam pela Zona Sul, seguirão para os terminais Padre Henrique Otte (próximo à Avenida Rodrigues Alves) e Procópio Ferreira (Central do Brasil), enquanto as que vêm da Zona Norte vão para o terminal da Misericórdia (na Avenida Churchill). Os do consórcio Santa Cruz (Zona Oeste) irão para o Procópio Ferreira, enquanto os do Transcarioca (Baixada e Jacarepaguá e parte da Zona Norte) se dividirão entre os terminais Padre Henrique Otte e da Misericórdia. Já as linhas intermunicipais serão divididas entre os terminais Menezes Cortes e Américo Fontenelle (Central).

Fonte: VEJA RIO