EDIÇÃO DA SEMANA

Mundo animal

Histórias inusitadas, dicas e curiosidades do universo dos animais de estimação no Rio

Por: Daniela Pessoa

Lindão até no nome

Tomás Rangel
(Foto: Redação Veja rio)

A escritora-celebridade Thalita Rebouças ganhou dose extra de inspiração neste mês. Trata-se de Lindão, um simpático filhote da raça coton de tulear, originária de Madagascar, o mais novo integrante da família. "Essa espécie foi parar na África junto com a nobreza europeia. Muito chique, né? Comecei a gritar e chorar de felicidade quando o vi no colo do meu marido", conta a autora, que ganhou o bicho de presente do amado. Apesar da densa pelagem, esse cão não solta muito pelo e late pouco. "Ele também é muito companheiro, mas sem ser grudento. Cachorro carente é muito chato", diz. Em suas redes sociais, Thalita virou monotemática: o único assunto tem sido o xodó, que ganhou ainda um perfil no Instagram (@doglindao) criado e atualizado por uma fã.

O oposto de Tom e Jerry

Felipe Fittipaldi
(Foto: Redação Veja rio)

Quatro felinos e duas twisters (uma espécie de ratinho) de estimação convivem em harmonia no lar da estudante Thalita Tartarini, em Vila Isabel. "Deixo a Judy e a Lenny soltas quando estou em casa, e os gatos nunca tentaram atacá-las", conta ela, que tem ainda em seu minizoo um casal de periquitos, dois gerbos (também conhecidos como esquilos-da-mongólia) e um hamster. "Os ratos são os meus preferidos por ser carinhosos e inteligentes. Atendem pelo nome e adoram um chamego. Parecem até cachorros", afirma Thalita, que costuma dar banho nos seus roedores com xampu de bebê e alimentá-los com frutas e legumes como maçã, uva-passa e cenoura, além da ração. Caracterizado pela cauda comprida, o twister pode chegar a 30 centímetros de comprimento e pesar até 600 gramas.

Patas na estrada

Arquivo pessoal
(Foto: Redação Veja rio)

No ano passado, a artista plástica carioca Aline Campbell percorreu catorze países da Europa apenas pegando carona, sem dinheiro nem cartão de crédito. Há três meses, ela resolveu repetir a aventura no Brasil, com uma diferença básica: agora tem a companhia do weimaraner Saga. "Ele já nasceu viajando. É um dos cachorros mais felizes do mundo, criado solto, como tem de ser", conta Aline, que comprou o pet em Indaiatuba (SP), cidade por onde começou o roteiro. Apesar de viver na pista, o cãozinho está sempre limpo, cheiroso e tem a carteira de vacinação em dia. "Os caminhoneiros são os que mais oferecem um espacinho para a gente, e o Saga adora. Fica quieto e só faz as necessidades nas paradas", conta a dona. As alegrias e os percalços do meio do caminho ganham relatos na página Portas Abertas, no Facebook.

Fonte: VEJA RIO