Comida sobre rodas

Prefeitura cria regras para o funcionamento dos food trucks

Determinação regulariza atuação dos veículos, que serão seleiconados por leilão, e estabelece normas como quantidade de cadeiras e mesas que cada um poderá usar

Por: Redação VEJA RIO - Atualizado em

Rio Food Truck Bar - Risotos e sanduíches gourmet
Veículos serão reconhecidos pela prefeitura, mas deverão seguir regras para funcionar na cidade (Foto: Divulgação)

Já queridinho dos cariocas mais descolados, os food trucks, até entao restritos a atuar em feiras e eventos, devem se popularizar em breve pelas ruas, como já acontece em São Paulo. A Prefeitura do Rio acaba de criar regras para a comercialização de alimentos em veículos em áreas públicas. Os caminhõezinhos de comida não eram reconhecidos pela legislação, o que os proibia de atuar nas ruas. Com a determinação, no entanto, a atividade será disciplinada, por meio da criação de um sistema de rodízio das vagas, que serão pré-demarcadas e distribuídas entre os interessados via leilão. 

Os locais de estacionamento ainda não foram listados - eles serão divulgados no edital de seleção dos interessados, que será lançado nos próximos trinta dias - mas, segundo a Secretaria Municipal de Turismo, serão vinte pontos, número calculado sobre os veículos já existentes na cidade. Um dos lugares já confirmados é a Quinta da Boa Vista. O Mirante do Parque Dois Irmãos e o Parque Nacional da Tijuca são outros locais em estudo. Não haverá ponto fixo para os food trucks: eles funcionarão com vagas semanais, o que significa que cada um só poderá estacionar no mesmo local uma vez por semana.

Entre as determinações previstas no decreto estão, por exemplo, a quantidade de mesas e cadeiras permitidas para cada veículo, a limpeza da área após o encerramento das atividades e os cuidados necessários para o transporte, armazenamento e manipulação dos alimentos, além do tamanho de cada food truck: eles deverão ter dimensões máximas de 7 metros de comprimento por 2 metros e meio de largura e 3 metros de altura e terão que dispor de iluminação autônoma.

 

 

 

Fonte: VEJA RIO