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Neopilates

Queridinha de celebridades como Ísis Valverde, a nova atividade física mistura pilates com acrobacias de circo, treinamento funcional e equipamentos diferenciados

Por: Daniela Pessoa - Atualizado em

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(Foto: Redação Veja rio)

A proposta do neopilates, criado em 2010 pela fisioterapeuta Amanda Braz, de Santa Catarina, é simples: ser mais divertido e eliminar mais calorias do que o pilates tradicional. Hoje, são 500 instrutores em 22 estados brasileiros e uma estimativa de 35 000 praticantes. Entre eles, celebridades recém-adeptas como as atrizes Ísis Valverde e Larissa Maciel, que vêm ajudando a popularizar a nova técnica. "O exercício me ajuda muito nos movimentos em cena, além de melhorar a minha forma, a postura e a respiração. Corpo e alma entram sintonia. Amo!", conta Ísis Valverde, que está feliz da vida com os músculos tonificados, porém sem o inchaço típico dos corpos esculpidos à base de musculação.

Nesta nova modalidade, as características principais do pilates foram preservadas, ou seja, os movimentos são feitos exigindo o controle da respiração, concentração, contração do abdômen e alinhamento da coluna. A diferença é que os exercícios são realizados, em geral, sobre bases instáveis - com rodinhas, por exemplo - que demandam maior trabalho muscular e gasto energético mais elevado. Pode-se perder 500 calorias em uma hora de aula puxada, contra 300 do pilates convencional. Foram acrescidos à nova técnica, ainda, exercícios específicos do treinamento funcional e do circo. "Fazemos acrobacias em tecido e outras atividades lúdicas que mobilizam todo o corpo. Você trabalha os músculos quase sem sentir, porque está se divertindo", explica a instrutora Beatriz Fernandes, que dá aula de neopilates há um ano e meio no estúdio Terapya Ativa, na Barra (Avenida Armando Lombardi, 165, cobertura 1A, tel. 3518-7012).

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(Foto: Redação Veja rio)

Cada aluno ganha um programa personalizado, conforme o nível e preparo físico, em turmas que não passam de cinco pessoas. Os aparelhos são exclusivos, criados por uma equipe de fisioterapeutas e engenheiros brasileiros. São recomendadas pelo menos duas aulas por semana, e os resultados, garantem os instrutores, podem ser sentidos a partir da décima. Além da melhora da postura e do tônus muscular, a atividade incrementa ainda o funcionamento do aparelho cardiorrespiratório, a flexibilidade, o equilíbrio, a força, a resistência e a coordenação motora. Quem tem problemas musculares ou esqueléticos, por exemplo, é muito beneficiado com a modalidade, que não tem contraindicações. O neopilates só requer atenção maior no caso de grávidas, cardiopatas, hipertensos e diabéticos, que devem requisitar liberação médica antes de começar a frequentar as aulas.

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Camilla Di Martino
(Foto: Redação Veja rio)

Arte: Camilla Di Martino

Fonte: VEJA RIO