Histórias cariocas

Estudo mapeia o estilo de consumo dos gays cariocas

Confira essa e outras curiosidades sobre a cidade

Por: Lula Branco Martins - Atualizado em

Infográfico
(Foto: Istockphoto)

Estudo recém-concluído, realizado por dois anos, fruto de parceria entre a Universidade Estácio e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), mapeou o estilo de consumo dos gays cariocas. Estava em foco o homossexual do sexo masculino, especialmente os moradores da Zona Sul, com idade entre 26 e 35 anos. Resultados preliminares indicam que, em sua maioria, trata-se de profissionais liberais, geralmente atuando no setor de serviços, com nível superior, não raro chegando à pós-graduação. De razoável poder aquisitivo, almoçam em restaurantes com serviço por quilo, viajam de avião e consomem, em larga escala, produtos relacionados à saúde bucal, além de vitaminas e preservativos (veja ao lado mais detalhes). A pesquisa é assinada pe­la professora de marketing Irene Raguenet Troccoli, do mestrado em administração e desenvolvimento empresarial da Estácio, e por Marcos Nahmias, jornalista e professor, mestre em administração de empresas.

 

QUE NÁILON QUE NADA

Capa Violão de aço
Capa do CD de Victor Biglione. (Foto: Celão Marques)

Ficou interessante este encontro das cordas de um violão elétrico com os cabos do bondinho do Pão de Açúcar. A composição fotográfica, criada pelo de­signer Celão Marques, está na contracapa do novo CD do instrumentista Victor Biglione, todo ele dedicado ao violão de aço, a ser lançado no bar Godofredo, em Botafogo, na segunda-fei­ra 27. Argentino que há décadas mora no Rio, Biglione já tocou ao lado do músico inglês Andy Summers (ex-The Police) e também com Wagner Tiso, Yaman­du Costa e João Bosco.

 

TEATRO SOB A TERRA

Exposição de fotografias da peça Hamlet
(Foto: Guito Moreto)

Será aberta no fim do mês, na Estação Central do metrô, uma exposição com fotos (de Guido Moreto) da peça Hamlet, escrita pelo inglês William Shakespeare no século XVII. São registros da montagem de Aderbal Freire-Filho, em 2009, no Oi Casa Grande, que teve Wagner Moura como protagonista. Nesta mostra subterrânea, trechos do texto acompanharão as fotografias. Estará ali, por exemplo, a conhecida passagem do “ser ou não ser, eis a questão”. Para a abertura do evento, no dia 28, está programada uma performance da atriz Krika Silva, que percorrerá a plataforma dos trens dizendo falas da personagem Ofélia.

 

BONECA DE LUXO

Corte de cabelo infantil
(Foto: Sallum Assessoria/Divulgação)

Sua filha pequena não gosta de cortar o cabelo? Ela se irrita na hora de ir ao salão? Agora, como diria o velho bordão da propaganda, os seus problemas acabaram. Foi Rafael Cabral, do espaço Kids do Werner Coiffeur do Via Parque, na Barra, quem teve a ideia: ele faz o corte nas meninas e ao mesmo tempo vai aparando as madeixas de suas bonecas. As duas ficam parecidas,o tempo passa rápido e a criança se diverte. Detalhe: ali tem até cadeirinha para a “acompanhante” aguardar a vez. Nas fotos ao lado, Malu, de 4 anos, e sua Barbie loira.

 

200 METROS QUADRADOS

É o tamanho do salão da Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em Botafogo, que a partir de quarta (22) sedia o evento Cidade Acessível. Nesse espaço, dividido em cômodos, o visitante sentirá na pele desafios impostos pela megalópole a cegos, cadeirantes, ido­sos e mães que empurram um carrinho de bebê. Com o auxílio de vendas para os olhos, abafadores de som e até pesos nos braços, o objetivo é fazer com que as pessoas passem por experiências sensoriais um tanto duras mas necessárias para repensar a cidade.

Fonte: VEJA RIO