EDIÇÃO DA SEMANA

Beira-mar

Histórias e novidades da sociedade carioca

Por: Carla Knoplech - Atualizado em

Proibida para menores

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(Foto: Redação Veja rio)

Depois de treze livros para o público adolescente, Thalita Rebouças tenta agora conquistar os pais dos seus leitores. A escritora lança na quarta (12), na Livraria Argumento do Leblon, uma coletânea com as crônicas publicadas ao longo de um ano no portal VEJA RIO. Com bom humor e irreverência, ela passeia por temas como vaidade, subcelebridades e hipocondria em Adultos sem Filtro e Outras Crônicas. Num dos textos, por exemplo, admite que é viciada em exames médicos. ?Na semana passada fui a uma dermatologista nova e, acredite se quiser, saí numa felicidade só depois que recebi aquele calhamaço de papel com um monte de pedidos?, diverte-se.

Silêncio no Chopin

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(Foto: Redação Veja rio)

Famoso pelas festas de arromba e pelo entra e sai de famosos, o Edifício Chopin, em Copacabana, estará irreconhecível no réveillon deste ano. Nem a reunião com os condôminos, para definir as regras da noite e distribuir as pulseiras de identificação dos convidados, aconteceu até agora. ?Acho que o prédio está mais tranquilo. A Maitê (Proença) reclama até de barulho na rua, a Narcisa (Tamborindeguy) anda sossegada e os vizinhos mais festeiros se mudaram?, diz Humberto Saade, morador do 9º andar. Desanimado com a vizinhança, o empresário optou então por uma recepção mais discreta para entrar em 2013. Seus amigos serão recebidos para um jantar a partir das 19 horas e a festa terá fim logo após a queima de fogos.

O queridinho da vez

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(Foto: Redação Veja rio)

Pouco conhecido do grande público, o ator João Miguel é um dos nomes mais cobiçados pelos produtores de elenco da TV Globo (em especial, quando o assunto é minissérie). Há um ano no Rio, o baiano que ganhou fama com o filme Estômago está participando simultaneamente de quatro trabalhos do gênero. Entre eles, Xingu, sobre os irmãos Villas Bôas, A Teia, com direção de Márcio Garcia, e Gonzaga ? De Pai pra Filho, inspirado no longa lançado recentemente. O quarto e último projeto, com estreia prevista para 8 de janeiro, é O Canto da Sereia, no qual dividiu a cena com Ísis Valverde. ?É impressionante trabalhar com uma pessoa de 25 anos tão talentosa quanto ela e que se dá ao luxo de se aventurar pelos mais diferentes papéis?, diz, sem economizar elogios à sua nova parceira profissional.

Escala obrigatória

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(Foto: Redação Veja rio)

Não haverá tempo para jet lag. Assim que desembarcarem da Art Basel, prestigiada feira que acontece em Miami, Silvia e Juliana Cintra terão de se apressar. A dupla, que já comanda uma imponente galeria na Gávea, abre na quarta (12) um novo endereço para atender exclusivamente à demanda internacional de colecionadores. ?O Brasil é um grande celeiro. Temos artistas muito bons e a preços ainda acessíveis?, justifica Silvia, que reservou um painel de Nelson Lerner com 3 metros de largura por 5 metros de altura para expor no casarão de 400 metros quadrados próximo ao Instituto Moreira Salles, no mesmo bairro de sua sede principal. ?Além de Inhotim e São Paulo, agora quem vem de fora e entende de arte obrigatoriamente tem de passar pelo Rio?, comemora Juliana, que fez parte do comitê organizador da ArtRio.

Ela fez Nova York parar

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(Foto: Redação Veja rio)

Uma das estreias de fim de ano mais aguardadas, a sequência do longa De Pernas pro Ar chega aos cinemas no dia 28. Depois de atrair 3,5 milhões de espectadores (a mesma bilheteria da animação Valente, da Disney, no Brasil), a continuação da fita teve cenas rodadas em Nova York. ?Eu me senti como uma verdadeira estrela. Consegue imaginar o que é fechar a Avenida Madison para você gravar??, comenta, toda prosa, a atriz Maria Paula, no papel da empresária de sex shops Marcela. Depois da temporada internacional, ela agora se dedica a outra personagem, a arquiteta Bárbara, no ar em Malhação. ?É uma sensação engraçada porque o público que me vê hoje não estava acordado na época do Casseta & Planeta, onde atuei por dezessete anos?, diz ela. ?Agora faço sucesso entre as coleguinhas da minha filha de 8 anos.?

Fonte: VEJA RIO