24/9 :: SÁBADO

A força das bandas

Red Hot, Snow Patrol, Capital: rock em grupo é sempre mais bacana

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Um sábado com atrações de peso, dia em que a longa estrada de cada banda vale como credencial.

É a noite, por exemplo, do Red Hot Chili Peppers, considerado por muitos o mais importante grupo a se apresentar no evento. Formado em Los Angeles, na década de 80, tem no currículo meia dúzia de prêmios Grammy e conta com três integrantes bem conhecidos do público: o vocalista Anthony Kiedis, o baixista Flea e o baterista Chad Smith (John Frusciante foi substituído pelo guitarrista Josh Klinghoffer). Fazem uma mistura de funk e rock. Notabilizaram-se pelo canto falado, mantendo refrões melodiosos. Entre seus hits estão Under the Bridge, Give It Away, Dani California, Scar Tissue, Tell Me Baby e Californication. Faixas do CD I'm with You, recém-lançado, também estarão no setlist. Antes do Red Hot, o palco Mundo terá visto Stone Sour (banda pesada americana) e Snow Patrol (grupo alternativo inglês), além dos brasileiros NX Zero e Capital Inicial, esse último liderado por Dinho Ouro Preto, que após um período de ostracismo,

nos anos 90, ressurgiu no século XXI a partir de um especial acústico na MTV. À tarde, no palco Sunset, estão programadas atrações que também carregam um passado de respeito. A começar por Marcelo Yuka (fundador do Rappa), cuja verve política será dividida em cena com as cantoras Cibelle, Karina Buhr e Amora Pêra. Entre os convidados estrangeiros do Sunset destacam-se Mike Patton (do Faith No More) e Esperanza Spalding (uma americana que é fera no baixo acústico). E nesse mesmo palco fará show o Nação Zumbi, surgido nos anos 90, à época liderado por Chico Science, de quem herdou a pegada do mangue-beat. As atrações deste sábado são muitas, mas, tendo um tempinho, passe na Rock Street: o sapateador americano Steven Harper fará performances ao som de jazz. E, se ainda houver fôlego, acabe sua jornada na pista com o house da carioca Mary Zander e, depois, sob as luzes e os efeitos especiais do DJ americano Danny Tenaglia.

Fonte: VEJA RIO