MUNDO ANIMAL

Mundo Animal

Por: Daniela Pessoa - Atualizado em

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(Foto: Redação Veja rio)

Bonitos e baratos

Os peixes ornamentais estão em ascensão no mercado pet nacional, e no Rio não é diferente. Uma das justificativas para a tendência é o baixo custo de manutenção. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), enquanto o gasto médio mensal com cães atinge 315 reais, e com felinos, 85 reais, os peixes pesam bem menos no orçamento: só 18 reais. ?Os aquários de água salgada estão em alta, com preços em conta e boa variedade de espécies para comprar?, diz Aderbal Ximenes, da loja Maxim?s Fish, na Tijuca. Entre os preferidos dos cariocas figura o peixe-palhaço, tal qual o Nemo da animação da Disney.

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(Foto: Redação Veja rio)

Que novelo de lã, que nada

Os felinos parecem sempre entediados. Um remédio que pode mitigar esse mal são os aplicativos para smartphone e tablet voltados para eles. Em essência, são jogos que partem do mesmo princípio: algo se move na tela ? como um rato ou um ponto ? e, quando a mascote consegue capturar a presa virtual, o aparelho emite imagens ou sons. Entre eles, todos gratuitos, estão o Game for Cats, o Cat Toy e a série de oito games disponíveis no site gamesforcats.com. Um aviso: nenhum fabricante se responsabiliza por eventuais arranhões na tela dos dispositivos.

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(Foto: Redação Veja rio)

Baita estilo

Para os totós que passeiam de carro com o focinho na janela ou caminham pelo calçadão da orla, óculos importados da Califórnia são o acessório da vez. ?Eles são recomendados por veterinários para proteger os olhos dos cães contra ciscos, ressecamento e raios solares?, conta Regina Jordão, dona dos labradores Snack e Gilmar e dos vira-latas Negão e Menina. Ela preside a ONG Paraíso dos Focinhos, na Ilha de Guaratiba, que acolhe cinquenta gatos e setenta cachorros abandonados. A instituição inaugurou no começo de agosto um ponto comercial na Barra, que vende o produto por 114 reais. Parte da arrecadação, incluindo aí os negócios on-line, é destinada à causa.

Fonte: VEJA RIO